Conexão Digital 1408 - Governo supera big techs em downloads de apps em 2026
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Uma pesquisa sobre downloads de aplicativos no Brasil revelou um dado curioso: em 2026, os apps do governo federal somaram mais downloads do que gigantes da tecnologia como Meta, Google, Bytedance e até a OpenAI.
Desde janeiro, os aplicativos do governo registraram cerca de 82 milhões de downloads. O destaque é o Gov.br, com 16 milhões de instalações. Logo atrás aparece o Gás do Povo, lançado recentemente, com 14 milhões. Também se destacam a CNH Digital, a Carteira de Trabalho Digital, o Meu INSS e o FGTS.
Para efeito de comparação, a Bytedance, dona do TikTok, somou 73 milhões de downloads. Já Meta e Google registraram 53 milhões cada. A OpenAI aparece com 24 milhões, graças ao sucesso do ChatGPT, que lidera individualmente o ranking ao lado do TikTok.
Os números mostram como o celular se tornou um dos principais canais de relacionamento entre governos e cidadãos. Mas download não é tudo. O verdadeiro sucesso de um aplicativo depende de fatores como frequência de uso, tempo de permanência e engajamento dos usuários.
Instalar é fácil, ainda mais quando se é obrigado a fazer isso para ter acesso a serviços públicos. O desafio é fazer com que as pessoas continuem usando o aplicativo no dia a dia. E isso, especialmente para idosos, é um desafio a mais. Pelo menos é melhor do que ter que ir pessoalmente a alguma repartição pública, não é mesmo?
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Conexão Digital 1389 - Mais de 80% dos brasileiros não vão mais a bancos por usar apps
sexta-feira, 29 de maio de 2026
Hoje em dia, o celular virou praticamente uma agência bancária no bolso dos brasileiros. Uma pesquisa divulgada na semana passada mostra que 81% das pessoas usam aplicativos de bancos e fintechs como principal forma de cuidar da vida financeira. Enquanto isso, só cerca de 21% ainda preferem atendimento presencial nas agências, principalmente as pessoas mais velhas.
O Pix segue dominando: mais de 73% dos brasileiros usam a ferramenta com frequência, e muita gente já deixou até o cartão físico de lado. O principal motivo é a rapidez. Mas a maior preocupação continua sendo a segurança e os golpes.
Outro assunto que vem crescendo é o Open Finance, aquele sistema que permite integrar contas e serviços financeiros em um único aplicativo. A ideia agrada bastante: mais de 75% disseram que usariam um aplicativo que centralize tudo. Só que, de novo, o medo de vazamento de dados e fraudes ainda trava muita gente.
A pesquisa também mostrou que os aplicativos bancários ainda falham em educação financeira. Pouca gente segue as dicas personalizadas oferecidas pelos bancos, e mais de um terço dos entrevistados disse nunca ter tido educação financeira na vida.
A tecnologia mudou totalmente a relação dos brasileiros com o dinheiro. O celular virou banco, carteira e ferramenta de pagamento ao mesmo tempo, mas a preocupação com segurança continua sendo um dos maiores desafios.
E você, tem esse medo de vazar dados quando usa um aplicativo de banco? Já sofreu algum golpe digital? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1347 - Lei implementa transparência no valor de corridas para trabalho por apps
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Saiu um novo relatório com mudanças importantes pra quem trabalha com aplicativos de entrega e transporte. A ideia é melhorar as condições dos trabalhadores, começando por aumento no valor mínimo das corridas (de R$ 7,50 pra R$ 10) e também no valor por quilômetro rodado depois de certa distância.
Mas o que chama mais atenção são algumas medidas que já vão começar a valer. Uma delas é obrigar mais transparência: as plataformas terão que mostrar direitinho como o preço da corrida ou entrega é calculado não só pro cliente, mas também pro motorista, entregador e até o restaurante.
Outra novidade é a criação de pontos de apoio em cidades com muitos trabalhadores. Esses espaços vão ter banheiro, água, lugar pra descanso e alimentação, coisas que a categoria pede há tempos. Também vai rolar um monitoramento melhor de acidentes envolvendo esses profissionais, com inclusão dessa atividade nos registros oficiais de saúde.
A ideia é entender melhor os riscos e criar formas de prevenção. Além disso, tem propostas mais amplas, como pagamento justo em corridas com várias entregas (sem dividir o valor de forma desigual), regras mais claras contra bloqueios injustos nas plataformas e garantia de que o trabalhador receba 100% das gorjetas.
Outros pontos incluem acesso à Previdência com contribuição reduzida, seguro contra acidentes, reajuste automático da remuneração e até um extra de 30% em dezembro. Por outro lado, empresas do setor criticaram bastante o pacote. Elas dizem que as mudanças podem encarecer o serviço, reduzir ganhos dos trabalhadores e até diminuir a oferta de trabalho.
No fim, o debate mostra que o setor ainda está tentando encontrar um equilíbrio entre proteger quem trabalha nos aplicativos e manter o modelo funcionando sem pesar no bolso de todo mundo.
Você acha que as novas regras podem inviabilizar pedir comida em casa ou no trabalho? Ou é justo melhorar as condições desses trabalhadores mesmo impactando no preço? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1344 - Inteligência artificial nos algoritmos do Tinder
sexta-feira, 27 de março de 2026
Os aplicativos de relacionamento como o Tinder vendem a ideia de que podem encontrar o par perfeito, mas, na prática, não funcionam assim. Apesar de terem dados suficientes para indicar alguém altamente compatível em poucos segundos, essas plataformas são estruturadas para manter você dentro do sistema, não para fazer você sair dele.
A lógica é simples: quando duas pessoas formam um casal, são dois usuários a menos. Além disso, há um desequilíbrio na base de usuários: cerca de 75% são homens e 25% são mulheres, o que torna a competição ainda mais difícil.
Para aumentar a frustração e incentivar pagamentos, os aplicativos limitam a visibilidade de perfis, prática conhecida como “invisibilidade seletiva”. Assim, o usuário é levado a pagar por planos premium para ter mais destaque.
Na prática, você vira o produto, enquanto a solução vendida resolve um problema criado pelo próprio sistema. Outro mecanismo é o uso de combinações quase perfeitas: o algoritmo apresenta alguém com o perfil físico que te atrai, mas com valores incompatíveis. Isso gera um ciclo de expectativa e frustração, um “quase deu certo”, semelhante ao funcionamento de jogos de azar, mantendo o usuário preso na tentativa de acertar na próxima vez.
Esse modelo também se conecta ao consumo: pessoas solteiras e emocionalmente carentes tendem a gastar mais com aparência, lazer e experiências, alimentando outros mercados. A carência, nesse contexto, vira uma engrenagem lucrativa. Só que o amor não nasce de um algoritmo. Relacionamentos reais são construídos no convívio, no contato direto e no dia a dia, longe da lógica de rolar telas e tomar decisões rápidas com um simples clique.
Você já teve alguma experiência positiva nesse tipo de aplicativo? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1305 - Os 20 apps mais baixados no Brasil em 2025
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Na semana passada eu fiz um artigo falando sobre os aplicativos mais baixados do mundo em 2025. E hoje eu trago pra você a lista com os apps mais baixados no Brasil no ano passado.
O líder aqui foi o TikTok, com 59 milhões de downloads e um crescimento de 20%, tirando o Instagram do topo. O Insta inclusive caiu para quarto lugar, com 40 milhões. Outra mudança forte foi a chegada dos apps de IA: o ChatGPT estreou em terceiro, com 48 milhões de downloads, e o Gemini, que antes era quase irrelevante, saltou para o sexto lugar com 27 milhões.
O Brasil também se destaca por ter vários apps de governo entre os mais baixados: o Gov.br ficou em quinto, a Carteira de Trabalho Digital em 18º e o Meu INSS em 21º, algo que não ocorre em outros países. O ranking ainda traz muitos apps de compras (o novo Temu, o Mercado Livre e a Shopee) e de contas digitais como Nubank, Mercado Pago e PicPay, reforçando o avanço dos aplicativos de lojas online e de bancos no país.
Quando o critério é receita, o ChatGPT lidera com folga, faturando US$ 99 milhões no Brasil no ano passado. Depois aparecem YouTube, Google One, CapCut, Canva, Globoplay, HBO Max, Gmail, Tinder e Google Fotos.
No geral, a lista mostra dois movimentos claros: o salto dos apps de inteligência artificial e o fortalecimento da infraestrutura digital brasileira impulsionada tanto por serviços públicos quanto por fintechs e marketplaces, apoiados em políticas contínuas e em um sistema financeiro modernizado com iniciativas como o Pix. Vale lembrar que a lista leva em conta as atualizações. Então toda vez que você atualiza um aplicativo que já tem, esse download é considerado.
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Conexão Digital 1293 - Os 20 apps mais baixados no mundo em 2025
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
No artigo de hoje eu trago a lista com os 20 apps mais baixados de 2025. O último ano foi oficialmente o ano dos aplicativos de inteligência artificial. O ChatGPT simplesmente dominou o mundo: virou o aplicativo mais baixado do planeta, com 990 milhões de downloads. É mais que o triplo de 2024, quando ainda estava no 11º lugar. Com esse salto, o app da OpenAI tirou o TikTok do topo, coisa que pouca gente imaginava que aconteceria tão cedo.
Mas não foi só o ChatGPT que bombou. O Gemini, a IA do Google, também teve um ano gigante. Ele cresceu 383%, pulando de 98 milhões para 474 milhões de downloads. Saiu da posição 66º para a 5ª posição no ranking, e nos meses de setembro e outubro ficou acima do ChatGPT. Outra novidade foi o DeepSeek, app chinês que entrou no top global em fevereiro e fechou o ano em 26º lugar, com 164 milhões de instalações.
O ranking de 2025 também mostrou algumas tendências clássicas: Redes sociais continuam fortíssimas, com cinco apps entre os 20 mais baixados: TikTok, Instagram, Facebook, Snapchat e Threads.
Nos mensageiros, quatro gigantes seguem firmes: WhatsApp, Telegram, WhatsApp Business e Messenger. Nos jogos, quem aparece no top 20 são Block Blast!, Roblox e Free Fire. O Temu foi o único representante do comércio eletrônico.
E quando o assunto é quem domina a lista por empresa, não deu outra: a Meta continua jogando em todas as posições, com seis apps no top: Instagram, Facebook, WhatsApp, WhatsApp Business, Threads e Messenger. Depois vem a Bytedance, com TikTok e CapCut.
2025 foi o ano em que os assistentes de IA deixaram de ser novidade e ficaram no topo das listas, disputando espaço com redes sociais, mensageiros e até ultrapassando gigantes históricos.
E você, quais apps de IA tem no seu celular? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1212 - Amazon compra parte do Rappi na América Latina
quarta-feira, 24 de setembro de 2025
No artigo de ontem eu perguntei se você usava o iFood com frequência. Hoje vamos falar do Rappi, um aplicativo colombiano também voltado para delivery. A Amazon deve fazer um investimento no aplicativo em breve, aquecendo ainda mais o setor.
O acordo seria um movimento estratégico da Amazon para fortalecer sua presença na América Latina e enfrentar seu principal concorrente regional, que é o Mercado Livre. E, de quebra, o Rappi ampliar sua concorrência com o iFood.
A operação custaria cerca de US$ 25 milhões, com a opção de a Amazon adquirir até 12% de participação na Rappi. O acesso à rede de entregas da Rappi, presente em nove países, daria à Amazon uma vantagem competitiva em mercados-chave como Brasil, México e Colômbia, onde o Mercado Livre mantém a liderança no comércio eletrônico.
Para a empresa de delivery colombiana, o investimento representa um respaldo importante, já que a Rappi avalia uma eventual abertura de capital e busca ampliar seu acesso aos serviços de logística e computação em nuvem da Amazon.
Na sua opinião, qual é o melhor aplicativo de entregas? Rappi ou iFood? E qual a melhor loja de comércio eletrônico? Amazon ou Mercado Livre? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1209 - Os 10 apps mais baixados de agosto no Brasil
sexta-feira, 19 de setembro de 2025
O ChatGPT retomou a liderança dos apps mais baixados no Brasil em agosto, posto que havia perdido para o Temu em julho. O app de IA generativa registrou 6,2 milhões de instalações no mês passado, somando Android e iOS, de acordo com dados levantados na plataforma AppMagic.
O TikTok, que estava na quarta posição, subiu para a vice-liderança, agora com 4,8 milhões de instalações. E o Temu caiu da primeira para a terceira colocação, com 4,2 milhões. Três apps saíram da lista: ReelShort, Seekee e Meu Talking Tom 2.
A queda mais surpreendente foi a do ReelShort, que era o quinto mais baixado no Brasil em julho e agora foi o 15º. Seu volume mensal de downloads diminuiu quase pela metade, de 3,2 milhões para 1,9 milhão. No lugar deles entraram na lista dos dez mais baixados: Nubank, Dramabox e WhatsApp.
Em faturamento nas lojas App Store e Google Play, a liderança no Brasil em agosto também ficou com o ChatGPT. A AppMagic estima que o aplicativo de IA generativa teve receita de US$ 9,4 milhões no país em agosto. Isso é o dobro do faturamento do segundo colocado, o YouTube.
Chama a atenção a presença de quatro aplicativos do Google entre os dez com maior faturamento no Brasil: YouTube, Google One, Gmail e Google Fotos. O único app brasileiro na lista é o Globoplay, da Globo, na sexta posição. O CapCut e o Canva seguem entre os cinco primeiros com maior faturamento. O oitavo lugar ficou com o HBO Max e o nono lugar com o Tinder.
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Conexão Digital 1162 - App parecido com WhatsApp funciona sem conexão com internet
quarta-feira, 16 de julho de 2025
No mundo da tecnologia, onde a conectividade é a norma, foi lançado na semana passada o Bitchat, aplicativo concorrente do Whatsapp. O diferencial dele é que funciona mesmo sem conexão com a internet. É que ele usa a rede Bluetooth, que conecta aparelhos próximos.
O objetivo principal é oferecer privacidade total, com mensagens criptografadas de ponta a ponta, sem exigir números de telefone ou e-mails, garantindo a segurança dos dados. As mensagens são transmitidas de forma ponto a ponto, com cada dispositivo agindo como um nó em uma rede interna.
A tecnologia permite que mensagens sejam temporariamente armazenadas nos dispositivos e desapareçam após um período ou quando visualizadas. Isso torna o aplicativo especialmente útil em locais sem acesso à internet, como áreas rurais e eventos de grande porte, e em situações de emergência.
Vale lembrar, porém, que o alcance do Bluetooth é limitado, o que significa que o aplicativo funciona melhor quando os dispositivos estão fisicamente próximos. A interface pode parecer complicada para alguns usuários, já que é baseada em comandos. Atualmente, o Bitchat está disponível em versão beta para dispositivos Apple, e em breve deve rodar também em celulares Android.
Você trocaria o Whatsapp, que funciona com internet, pelo Bitchat, que roda via Bluetooh? Me conta no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!





