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Conexão Digital 1361 - Nova ferramenta do iFood permite que entregadores escolham entrega

terça-feira, 21 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O iFood lançou uma novidade pra quem trabalha com entregas: a função “Rotas Disponíveis”. Agora, em vez de só receber pedidos automaticamente, o entregador pode ver quais entregas estão por perto e escolher a que quiser já sabendo quanto vai receber. É bem mais controle na mão do trabalhador. 

Pra usar, é só entrar no aplicativo, clicar em “Rotas Disponíveis” e selecionar a rota desejada. Aí o sistema mostra tudo: onde pegar o pedido, pra onde levar e os detalhes da entrega. 

Por trás disso, tem inteligência artificial. O aplicativo analisa distância, tempo de preparo, trânsito e localização do cliente. E também leva em conta o perfil do entregador, como veículo usado e proximidade. Com isso, ele sugere as melhores rotas. Nos testes, a novidade reduziu em 7% o tempo de espera por entregas, e mais de 70% dos entregadores continuaram usando a função depois. 

E não para por aí: o iFood também melhorou o cadastro de novos entregadores, agora com CPF e biometria facial. O processo, que antes levava até um dia, caiu pra cerca de 30 minutos. Outra mudança foi no relatório de ganhos, que ficou mais claro. Agora dá pra ver exatamente de onde vem o dinheiro (entregas, gorjetas, bônus) além de acompanhar desempenho, média por km rodado e evolução dos ganhos. 

A função já está em 29 cidades e deve chegar a mais lugares em breve. No iPhone, começa a aparecer a partir do fim de abril. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1347 - Lei implementa transparência no valor de corridas para trabalho por apps

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Saiu um novo relatório com mudanças importantes pra quem trabalha com aplicativos de entrega e transporte. A ideia é melhorar as condições dos trabalhadores, começando por aumento no valor mínimo das corridas (de R$ 7,50 pra R$ 10) e também no valor por quilômetro rodado depois de certa distância. 

Mas o que chama mais atenção são algumas medidas que já vão começar a valer. Uma delas é obrigar mais transparência: as plataformas terão que mostrar direitinho como o preço da corrida ou entrega é calculado não só pro cliente, mas também pro motorista, entregador e até o restaurante. 

Outra novidade é a criação de pontos de apoio em cidades com muitos trabalhadores. Esses espaços vão ter banheiro, água, lugar pra descanso e alimentação, coisas que a categoria pede há tempos. Também vai rolar um monitoramento melhor de acidentes envolvendo esses profissionais, com inclusão dessa atividade nos registros oficiais de saúde. 

A ideia é entender melhor os riscos e criar formas de prevenção. Além disso, tem propostas mais amplas, como pagamento justo em corridas com várias entregas (sem dividir o valor de forma desigual), regras mais claras contra bloqueios injustos nas plataformas e garantia de que o trabalhador receba 100% das gorjetas. 

Outros pontos incluem acesso à Previdência com contribuição reduzida, seguro contra acidentes, reajuste automático da remuneração e até um extra de 30% em dezembro. Por outro lado, empresas do setor criticaram bastante o pacote. Elas dizem que as mudanças podem encarecer o serviço, reduzir ganhos dos trabalhadores e até diminuir a oferta de trabalho. 

No fim, o debate mostra que o setor ainda está tentando encontrar um equilíbrio entre proteger quem trabalha nos aplicativos e manter o modelo funcionando sem pesar no bolso de todo mundo. 

Você acha que as novas regras podem inviabilizar pedir comida em casa ou no trabalho? Ou é justo melhorar as condições desses trabalhadores mesmo impactando no preço? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1289 - iFood realiza mais de 600 entregas por drone em dois meses

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O futuro em que robôs voadores entregam comida e pequenos produtos na porta de casa está mais próximo do que a gente imagina. O iFood realizou mais de 600 entregas por drones em outubro e novembro do ano passado aqui no Brasil. 

Sua operação piloto com essa tecnologia acontece em Aracaju/SE, conectando um shopping com um conjunto de condomínios na capital sergipana. Só pra você entender, é que o Shopping RioMar e os condomínios da Barra dos Coqueiros são separados pelo rio Sergipe. Uma entregador precisaria rodar 36 Km de ida e volta em trânsito intenso para levar uma refeição, o que pode levar mais de uma hora. 

O trajeto aéreo de apenas 4 Km é feito pelo drone em três minutos. Entre a conclusão do pedido e o recebimento pelo consumidor por via aérea, o tempo médio tem sido de 30 minutos. O serviço está disponível diariamente entre 11h30 e 21h30. Uma vez pronta a refeição no restaurante, um mensageiro a leva até a estação de drones, que partem em direção à Barra dos Coqueiros. 

Cada um carrega até 5Kg, voa a uma velocidade de 50 Km/h a uma altura de 60 metros, e suporta ventos de até 55 Km/h. Um entregador recebe o pedido no bairro residencial e leva até a porta do cliente. 

A solução é operada pela Speedbird Aero, empresa especializada em delivery com drones, parceira do iFood. O iFood agora planeja levar essa solução para outras áreas urbanas que tenham alguma dificuldade de deslocamento dos entregadores, ajudando a conectar a oferta e a demanda. 

Legal demais, né. Imagina essa tecnologia se popularizando e você recebendo pedidos por drone no quintal de casa. Me conta o que você acha disso no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1262 - iFood e Uber lançam plano integrado

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Conforme eu já tinha comentado aqui recentemente, o iFood e a Uber deram início na semana passada a uma parceria com a integração entre os aplicativos. a primeira cidade a contar com o serviço, ainda em fase de testes, é Belo Horizonte. A novidade, anunciada em maio deste ano, permite que o cliente do iFood acione os serviços do Uber dentro do próprio aplicativo do iFood. 

Além disso, a parceria entre as empresas tem um plano de assinatura, que combina Clube iFood e Uber One, por R$ 21,90 por mês. E desde o início dessa semana a integração está disponível em outras cidades, como Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O movimento acontece em meio à alta na competição entre os aplicativos de entrega, com a volta do 99Food e a chegada do Keeta ao Brasil, que por enquanto opera em São Paulo e algumas cidades do interior paulista. 

E você, tem costume de usar o iFood ou a frequência diminuiu depois da pandemia? Viu vantagem em chamar um Uber pelo iFood ou é melhor usar os aplicativos separadamente? Me conta no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1220 - Abrasel contra iFood

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), apresentou na semana passada uma representação formal ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), contra o iFood. 

A entidade acusa a plataforma de práticas anticompetitivas para consolidar seu domínio e expandir para outros serviços. 

Segundo a Abrasel, o iFood, que já concentra mais de 80% do mercado de delivery online, estaria usando essa força para impor suas próprias soluções de pagamento, logística e até atendimento presencial, criando um ecossistema digital fechado. 

O presidente da associação, Paulo Solmucci, afirma que a denúncia não se trata apenas de uma disputa sobre taxas, mas de uma luta pela sobrevivência dos restaurantes e pela liberdade de escolha. 

Para ele, se nada for feito nada a respeito, o setor corre risco de ser sufocado por um monopólio. O objetivo da ação é garantir um ambiente de concorrência mais equilibrado e saudável para restaurantes, consumidores e todo o mercado. 

E você, também acha as taxas do iFood abusivas? Usa muito o aplicativo ou prefere pedir direto no restaurante? 

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Conexão Digital 1211 - iFood chega a 6,6 milhões de pedidos por dia

terça-feira, 23 de setembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Você é daqueles que pede comida no iFood com frequência? Então saiba que você ajudou o aplicativo de entregas a bater um novo recorde. No início do mês o iFood bateu o seu recorde de quantidade de pedidos em um único dia através de seu aplicativo: foram 6,6 milhões. 

O recorde diário anterior era de 5 milhões, registrado em dezembro do ano passado. Para efeito de comparação, um ano atrás, no início de setembro de 2024 o iFood registrou 4,2 milhões de pedidos. 

A empresa divulgou também que suas soluções iFood Salão, AnotaAí e Maquinona somaram 2,7 milhões de pedidos no início do mês. O iFood Salão é um totem de autoatendimento instalado dentro dos restaurantes; o AnotaAí é uma solução com inteligência artificial para recebimento de pedidos via WhatsApp; e a Maquinona é a máquina de pagamentos do iFood, voltado para o segmento de bares e restaurantes. 

Os números mostram a força do aplicativo em um mercado que promete ser mais competitivo em breve com a entrada do Keeta, aplicativo chinês de delivery que deve começar a funcionar no Brasil a partir de novembro desse ano. E assim que entrar em operação, eu te conto aqui no Conexão Digital. 

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Conexão Digital 1133 - iFood passa a cobrar taxa de serviço fixa em todos os pedidos

quinta-feira, 5 de junho de 2025

 Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Desde a semana passada o iFood passou a cobrar uma "taxa de serviço" fixa de R$ 0,99 em todos os pedidos, em qualquer cidade do país. Antes, essa cobrança só era feita em pedidos abaixo de certos valores, que variavam conforme a localidade. 

Segundo o iFood, a nova taxa tem como objetivo ajudar a financiar melhorias na tecnologia e na experiência de compra da plataforma. Para o consumidor, o valor final do pedido inclui o preço da refeição, a taxa de entrega (se houver), e agora, a taxa de serviço de R$ 0,99, que também é cobrada de assinantes do Clube iFood, mesmo já pagando R$ 12,90 por mês. 

Além disso, o iFood também lucra com comissões dos restaurantes, que variam de 12% a 23% por pedido; taxa de 3,2% sobre o processamento de pagamentos; e mensalidades entre R$ 130 e R$ 150 de estabelecimentos que faturam mais de R$ 1.800 por mês. 

A nova cobrança gerou reclamações nas redes sociais, com muitos consumidores questionando a transparência da medida e a justificativa da empresa. Alguns usuários estão buscando alternativas, como fazer pedidos diretamente com os restaurantes ou mercados, evitando assim a taxa de serviço e as comissões - o que, muitas vezes, torna os preços mais vantajosos. 

Por fim, vale lembrar que, segundo o Código de Defesa do Consumidor, é ilegal exigir vantagem excessiva do cliente. E, pela lei brasileira, a “taxa de serviço” tradicional no setor de alimentação (os famosos 10%) é opcional e destinada aos funcionários — o que não é o caso dessa nova cobrança do iFood. 

A decisão do iFood vem justamente em um momento de chegada de um forte concorrente chinês no mercado de delivery: a Keeta, que anunciou um investimento de US$ 1 bilhão nos próximos cinco anos no Brasil, prometendo preços mais baixos e melhores condições aos entregadores. É esperar pra ver... 

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Conexão Digital 1121 - Uber e iFood se unem em serviços para frear a China

terça-feira, 20 de maio de 2025

 Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L


Uber e iFood anunciaram na semana passada uma parceria que permitirá aos usuários utilizarem os serviços das duas plataformas. A nova funcionalidade vai permitir que usuários solicitem corridas via Uber por meio do aplicativo do iFood, enquanto será possível pedir comida ou fazer compras de supermercado por meio do aplicativo da Uber. 

As operações divulgadas têm previsão de disponibilidade para o segundo semestre de 2025, em algumas cidades selecionadas. Segundo as empresas, as funcionalidades que já estão disponíveis em suas plataformas, como o serviço de entregas Uber Direct e Flash, e o Sob Demanda no iFood, não vão sofrer mudanças. 

As empresas acreditam que essa união pode impulsionar mais pedidos em restaurantes, mercados, farmácias e conveniências em geral; gerar mais renda aos entregadores e motoristas; e simplificar ainda mais a vida dos consumidores. 

A parceria já vinha sendo discutida há meses, e sua divulgação acontece em um momento de investimento bilionário no mercado de delivery brasileiro. A união das empresas brasileiras também pode ser vista como uma resposta à vinda de um novo concorrente chinês no cenário de entregas por aplicativo. 

A plataforma Keeta, vinda da China, anunciou planos para começar a operar no Brasil nos próximos meses e pode incomodar os atuais líderes desse mercado. O site do serviço já tem uma versão em português do Brasil e inclui um questionário para entregadores interessados em fazer um pré-cadastro no aplicativo. 

E assim que ele começar a funcionar por aqui eu te conto no Conexão Digital. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1090 - Nova greve dos motoboys de aplicativo - até quando?

terça-feira, 8 de abril de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Na semana passada tivemos pelo menos dois dias de paralisações e protestos de motoboys de aplicativos em várias cidades brasileiras. Pedidos de clientes atrasados ou não entregues, corridas mais caras e muitas incertezas pra quem depende desse serviço, tanto empresários quanto clientes. 


Por outro lado, enquanto desfrutamos da conveniência de um pedido entregue na porta da nossa casa, muitas vezes não nos damos conta de quem realmente paga a conta. Você nunca se perguntou como plataformas como iFood conseguem oferecer cupons de desconto, frete grátis ou um frete muito barato pra entregar o produto na sua casa em poucos minutos? Quem paga na verdade por tanta comodidade? 


Estamos tão acostumados à rapidez e facilidade do delivery que raramente paramos para pensar nas condições de trabalho daqueles que tornam isso possível. Será que nossa busca incessante por conveniência nos tornou cúmplices de um sistema que explora seus trabalhadores? 


Quem é empresário e atende por delivery se tornou muito dependente desses profissionais. Quem de fato está lucrando com esse sistema? O pequeno empresário ou o aplicativo? Taxas de entregas mais caras, como querem os motoboys, inviabilizaria esse tipo de serviço? Força os motoboys provaram que têm. E são uma classe bem unida. Sem eles, não tem entrega. Simples assim. 


A reivindicação dos entregadores por uma taxa mínima de R$ 10 mais R$ 2,50 por quilômetro rodado é viável? Enfim, mais perguntas que respostas. E uma nova paralisação está sendo agendada para o dia 5 de maio. Fato é que precisamos repensar esse sistema que, enquanto gera conforto pra uns, promove a precariedade para outros. Qual a sua opinião sobre isso? Me conta no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo.