Conexão Digital 1393 - Big techs investem mais em IA e geram demissões em massa

quarta-feira, 3 de junho de 2026


Se você tem acompanhado as notícias de tecnologia, provavelmente já percebeu um padrão: empresas como Microsoft, Meta, Google, Amazon e outras big techs vêm anunciando demissões em massa enquanto aumentam bilhões de dólares em investimentos em Inteligência Artificial. Em alguns casos, os próprios executivos admitem que a reestruturação acontece pra abrir espaço para essa nova fase focada em IA. 

Mas será que isso pode chegar também nas pequenas e médias empresas? A resposta é sim, mas de forma diferente. Enquanto as gigantes usam a IA pra cortar custos em larga escala, empresas menores tendem a usar a tecnologia para fazer mais com equipes enxutas. Ou seja: em vez de contratar cinco pessoas pra tarefas repetitivas, talvez precisem de apenas duas com apoio das ferramentas de IA. 

As áreas mais impactadas hoje são aquelas que envolvem tarefas repetitivas e previsíveis. Atendimento ao cliente, suporte básico, entrada de dados, produção de conteúdo simples, marketing operacional, recrutamento inicial e funções administrativas aparecem entre as mais afetadas. Até mesmo cargos de programação júnior já começam a sentir pressão em algumas empresas. 

Mas isso significa que todo mundo deve ter medo de perder o emprego? Não exatamente. O que está acontecendo é uma transformação do mercado. Profissionais que usam a IA como ferramenta tendem a ganhar produtividade e valor. Quem trabalha com estratégia, criatividade, relacionamento humano, liderança, análise crítica e tomada de decisões continua tendo um papel difícil de substituir. 

E existe também um lado positivo: novas oportunidades estão surgindo. Cresce a procura por especialistas em IA, analistas de dados, profissionais de automação, engenharia de prompts, governança tecnológica e pessoas capazes de integrar a IA aos processos das empresas. A tendência não parece ser um mundo sem profissionais, mas um mercado em que quem aprende a trabalhar junto com a Inteligência Artificial passa a ter muito mais espaço do que quem tenta ignorá-la. 

E no seu trabalho, a IA tem afetado os empregos? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1392 - Como usar o hype da Copa do Mundo nas suas publicações

terça-feira, 2 de junho de 2026

Com a Copa do Mundo de 2026 chegando, muitas pequenas e médias empresas e profissionais liberais já estão pensando em como entrar no clima e aproveitar o aumento do engajamento nas redes sociais. 

Mas atenção: a FIFA protege suas marcas, logotipos, mascotes, imagens oficiais e diversos elementos relacionados ao torneio. Isso significa que usar material oficial sem autorização pode gerar problemas. 

A boa notícia é que você não precisa usar nada da FIFA pra participar da conversa. O segredo é entrar na onda dos assuntos do momento. Um ótimo exemplo foi o recente meme do Neymar segurando um papel em branco. Milhares de empresas adaptaram a imagem com mensagens criativas sobre seus produtos, serviços e promoções, aproveitando uma tendência que já estava viralizando. 

Durante a Copa, a lógica é a mesma. Você pode criar conteúdos sobre torcida, emoção, expectativa, rivalidade saudável, horários dos jogos, confraternizações e até brincadeiras relacionadas ao futebol, desde que evite utilizar marcas registradas, símbolos oficiais e materiais protegidos por direitos autorais. 

Em outras palavras: não tente copiar a Copa. Entre na conversa que ela gera. Quem conseguir associar seu negócio aos temas que estão movimentando as redes, com criatividade e bom humor, vai ter muito mais chances de conquistar visibilidade e engajamento sem correr riscos jurídicos. 

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Conexão Digital 1391 - Papa Leão XIV pede freios para a IA

segunda-feira, 1 de junho de 2026


Quando a gente pensa em Inteligência Artificial, normalmente imagina empresas de tecnologia, cientistas e programadores debatendo o assunto. Mas agora até o Vaticano entrou de vez nessa conversa. 

Em sua primeira encíclica, o papa Leão 14 colocou a Inteligência Artificial no centro das preocupações da Igreja Católica e fez um alerta: a tecnologia não pode avançar sem regras claras e sem supervisão humana. 

Para ele, a IA é um dos maiores desafios da humanidade atualmente. O interessante é que o papa não está preocupado apenas com robôs ou aplicativos inteligentes. Ele relaciona a IA a problemas muito maiores, como desigualdade social, concentração de poder, manipulação de informações, perda de privacidade e até o uso de sistemas autônomos em guerras. 

Leão 14 defende o que chamou de "desarmamento da Inteligência Artificial". Mas isso não significa abandonar a tecnologia. Pelo contrário. A ideia é garantir que ela continue servindo às pessoas, e não o contrário. 

Segundo o pontífice, decisões importantes sobre emprego, crédito, reputação e acesso a serviços não podem ser entregues cegamente a algoritmos que não entendem conceitos humanos como compaixão, perdão ou esperança. 

O documento também chama atenção para o impacto da economia digital sobre trabalhadores e pede mais transparência das empresas de tecnologia, além de uma regulamentação mais rigorosa por parte dos governos. 

Para o Papa, a Inteligência Artificial pode trazer benefícios enormes para a sociedade, mas seu desenvolvimento não pode ficar restrito apenas aos interesses econômicos ou à corrida tecnológica. 

A pergunta que o papa deixa para o mundo é: estamos criando máquinas para ajudar a humanidade ou estamos construindo sistemas que, um dia, poderão decidir o nosso destino sem que tenhamos controle sobre eles? 

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Conexão Digital 1389 - Mais de 80% dos brasileiros não vão mais a bancos por usar apps

sexta-feira, 29 de maio de 2026


Hoje em dia, o celular virou praticamente uma agência bancária no bolso dos brasileiros. Uma pesquisa divulgada na semana passada mostra que 81% das pessoas usam aplicativos de bancos e fintechs como principal forma de cuidar da vida financeira. Enquanto isso, só cerca de 21% ainda preferem atendimento presencial nas agências, principalmente as pessoas mais velhas. 

O Pix segue dominando: mais de 73% dos brasileiros usam a ferramenta com frequência, e muita gente já deixou até o cartão físico de lado. O principal motivo é a rapidez. Mas a maior preocupação continua sendo a segurança e os golpes. 

Outro assunto que vem crescendo é o Open Finance, aquele sistema que permite integrar contas e serviços financeiros em um único aplicativo. A ideia agrada bastante: mais de 75% disseram que usariam um aplicativo que centralize tudo. Só que, de novo, o medo de vazamento de dados e fraudes ainda trava muita gente. 

A pesquisa também mostrou que os aplicativos bancários ainda falham em educação financeira. Pouca gente segue as dicas personalizadas oferecidas pelos bancos, e mais de um terço dos entrevistados disse nunca ter tido educação financeira na vida. 

A tecnologia mudou totalmente a relação dos brasileiros com o dinheiro. O celular virou banco, carteira e ferramenta de pagamento ao mesmo tempo, mas a preocupação com segurança continua sendo um dos maiores desafios. 

E você, tem esse medo de vazar dados quando usa um aplicativo de banco? Já sofreu algum golpe digital? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1388 - Elon Musk perde processo contra Altman e OpenAI

quinta-feira, 28 de maio de 2026


Na semana passada eu falei aqui sobre o processo judicial entre o bilionário Elon Musk e Sam Altman, um dos fundadores da OpenAI, criadora do ChatGPT. A novidade é que Elon Musk perdeu mais um capítulo dessa disputa. Um júri nos Estados Unidos decidiu, de forma unânime, rejeitar as acusações feitas por Musk no processo. 

Na prática, o júri entendeu que parte das acusações já tinha passado do prazo legal pra serem analisadas. Com isso, outras reclamações acabaram caindo junto. O ponto principal da ação era a acusação de que a OpenAI teria abandonado sua missão original de funcionar como uma organização sem fins lucrativos e passado a focar em lucro e negócios, especialmente após a parceria bilionária com a Microsoft. 

Musk afirmou que foi enganado depois de investir cerca de 38 milhões de dólares na criação da OpenAI, lá em 2015, quando ele ajudou a fundar a empresa junto com Sam Altman. Apesar da derrota, Musk ainda pode recorrer da decisão. O caso mostra como a disputa pelo controle e pelos rumos da inteligência artificial virou também uma guerra nos tribunais. 

E você, é do time Musk ou do time Altman? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1387 - Demissões em massa feitas pela Meta atingem o Brasil

quarta-feira, 27 de maio de 2026


A Meta, empresa dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, prepara uma nova demissão em massa que pode atingir cerca de 8 mil funcionários no mundo todo, inclusive no Brasil. A única área poupada até agora seria a equipe do WhatsApp. Segundo a imprensa internacional, o motivo principal é o foco cada vez maior da Meta em inteligência artificial. 

A empresa pretende investir algo entre 115 e 135 bilhões de dólares em projetos ligados à IA, além de transferir milhares de funcionários pra trabalhar nessa área. Pra ter ideia do tamanho do corte: 8 mil pessoas representam cerca de 10% de toda a força de trabalho da empresa. 

Em comunicado aos funcionários, Mark Zuckerberg, dono da empresa, afirmou que empresas que liderarem o uso das IAs vão definir o futuro da tecnologia. Ele também lamentou as demissões e agradeceu aos funcionários que serão desligados. 

O movimento mostra como as gigantes da tecnologia estão reorganizando tudo em torno da inteligência artificial, mesmo que isso signifique cortes pesados nas equipes. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1386 - Projeto de lei permite disparos de mensagens em massa nas eleições 2026

terça-feira, 26 de maio de 2026


Você já está preparado pra receber centenas de mensagens políticas pelo celular nas eleições desse ano? A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que pode mudar bastante a forma de fazer campanha política no Brasil. 

A proposta libera partidos, candidatos e políticos com mandato para enviarem mensagens automáticas pelo celular, tipo SMS e aplicativos de mensagem, usando até bots e sistemas automatizados. E isso não vai ser considerado disparo em massa, desde que o número do telefone que envia as mensagens esteja registrado na Justiça Eleitoral. 

Na prática, isso pode abrir espaço pra muito mais propaganda política chegando direto no seu celular. A única saída pra quem não quiser receber é pedir o descadastramento. O projeto também impede que operadoras e aplicativos bloqueiem esse tipo de mensagem, a não ser por decisão judicial. Além disso, o texto reduz o peso de punições contra partidos. 

As multas eleitorais passam a ter limite de R$ 30 mil e podem ser parceladas em até 15 anos. O projeto ainda protege recursos do Fundo Partidário e do fundo eleitoral contra bloqueios judiciais. Alguns deputados criticaram a proposta, dizendo que ela cria vantagens especiais para partidos políticos em comparação com empresas e outros setores. 

Agora, o projeto segue para análise no Senado, onde ainda pode sofrer mudanças antes de virar lei. Me conta o que você achou dessa notícia no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1385 - Instagram lança nova função Instants

segunda-feira, 25 de maio de 2026


Se você achava que o Instagram já tinha copiado tudo o que dava pra copiar, pensou errado. A plataforma lançou na semana passada uma nova função chamada Instants, focada em fotos rápidas, temporárias e sem filtros. 

O recurso já virou febre: em apenas cinco dias, o aplicativo bateu 5 milhões de downloads no mundo, principalmente nos Estados Unidos, mas o Brasil já aparece entre os países que mais usam. A proposta é bem simples: tirar uma foto na hora e compartilhar apenas com seguidores que você também segue ou com amigos próximos. 

A imagem fica disponível por só 24 horas e depois desaparece. E diferente do Instagram tradicional, não dá pra usar foto da galeria, colocar filtro ou fazer grandes edições. A única opção é escrever uma legenda curta. Quem recebe a foto pode responder com emoji ou mensagem privada, e tudo fica mais reservado. 

A ideia do Instants é justamente ser mais espontâneo e menos “produzido”, numa tentativa de deixar as redes sociais mais naturais. Muita gente vê o recurso como uma resposta direta ao Snapchat e ao BeReal, aplicativos que fizeram sucesso justamente por mostrar momentos mais reais do dia a dia. 

Outro detalhe interessante é que o Instants virou mais um aplicativo separado ligado ao Instagram, igual aconteceu com o Threads e com o Edits. Isso mostra como a Meta continua apostando pesado no Instagram como principal plataforma da empresa, enquanto o Facebook vai ficando cada vez mais em segundo plano. A novidade aparece quando você vê suas DMs. 

    E aí, gostou da novidade? Me conta o que achou no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1384 - Uma reflexão sobre o modelo atual de EAD

quinta-feira, 21 de maio de 2026


Muito provavelmente você deve ter feito algum curso à distância nos últimos anos, principalmente durante a pandemia. Talvez até antes disso. Recentemente, a Inteligência Artificial se popularizou a tal ponto que fica difícil saber se um texto é autoral ou feito por IA. E isso impacta muito no ensino à distância. 

De um lado, o professor usando pra criar perguntas e corrigir provas e exercícios. Do outro, alunos usando pra responder, num fingimento mútuo onde ninguém lê de fato o que está ensinando ou aprendendo. Isso desde o ensino fundamental até a especialização. Hoje, muita gente consegue fazer faculdade sem precisar largar o emprego, mudar de cidade ou virar a rotina de cabeça pra baixo. 

O EAD abriu portas pra trabalhadores, mães, pais e pessoas que antes tinham dificuldade pra estudar. Mas junto com essa democratização surgiu um debate importante: será que estamos valorizando o aprendizado ou apenas facilitando a entrega de diplomas? 

O problema não é o EAD em si. Existem instituições sérias, professores qualificados e alunos muito comprometidos. A preocupação é que muitos estudantes acabam buscando o caminho mais fácil: estão na aula online, mas com a câmera desligada, sem prestar atenção, copiam trabalhos prontos, usam IA e, em alguns casos, até pagam outras pessoas pra fazer atividades e provas. 

Outro ponto que gera discussão é o fim da obrigatoriedade do TCC em vários cursos. Pra muita gente, o Trabalho de Conclusão era justamente o momento de aprofundar pesquisas, desenvolver escrita técnica e mostrar domínio da área escolhida. 

E o mercado de trabalho já começa a sentir os efeitos disso. Diplomas estão cada vez mais comuns, mas profissionais realmente preparados continuam sendo raros. No fim das contas, a tecnologia ajuda, o acesso melhorou e as plataformas evoluíram. Mas nenhuma ferramenta substitui dedicação, estudo e vontade real de aprender. 

O que você pensa sobre isso? Qual será o futuro da educação nesse contexto? Me conta sua opinião no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1383 - Gmail agora lê arquivos do Drive para ajudar na escrita de e-mails

quarta-feira, 20 de maio de 2026


Muito provavelmente você deve ter uma conta no Gmail, mesmo que ele não seja seu e-mail principal. O Google anunciou na semana passada novos recursos de inteligência artificial para o Gmail que prometem facilitar bastante a vida de quem escreve muitos e-mails. 

A notícia ruim é que, por enquanto, as novidades chegam para assinantes pagos dos planos de IA da empresa e usam o Gemini, a inteligência artificial do Google, para criar mensagens mais completas e personalizadas. 

A principal novidade é que a IA agora consegue acessar informações de outros serviços da sua conta Google, como e-mails antigos e arquivos do Google Drive. Com isso, ela entende melhor o contexto das conversas e consegue escrever textos mais próximos do jeito que você normalmente se comunica. 

Além disso, o sistema também passa a ajustar automaticamente o tom da mensagem, deixando o texto mais formal, profissional ou descontraído, dependendo da situação. 

Segundo o Google, a ideia é que o usuário precise escrever prompts menores, sem precisar ficar pesquisando informações em várias janelas. A IA faz boa parte do trabalho sozinha. Os recursos serão úteis para e-mails corporativos, acadêmicos, comerciais e até mensagens pessoais. 

A atualização já começou a ser liberada, mas inicialmente apenas para assinantes de planos pagos do Google AI e clientes corporativos. Será que num futuro breve nem e-mail mais a gente vai precisar escrever? Me segue no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!