Conexão Digital 1363 - Pesquisa revela que parte da Geração Z sabota IA nos empregos com medo de demissões

quinta-feira, 23 de abril de 2026


Uma pesquisa recente mostrou um comportamento curioso (e meio tenso) no mercado de trabalho: parte da Geração Z está sabotando ferramentas de inteligência artificial dentro das empresas. Segundo o estudo, cerca de 29% dos funcionários admitem fazer isso, e quase metade desse grupo é da Geração Z, ou seja, os adolescentes ou jovens na casa dos 20 e poucos anos. 

O motivo principal? Medo de perder o emprego pra IA e pressão por produtividade. E a sabotagem não é leve, não. Tem gente que se recusa a usar as ferramentas, outros inserem dados confidenciais ou até forçam a IA a dar resultados ruins de propósito, só pra mostrar que ela não funciona bem. Muitos também dizem que o problema é a forma como a IA está sendo implementada nas empresas: confusa, mal feita e até prejudicial para a criatividade. 

Mas tem um efeito colateral aí: quem não usa IA pode acabar ficando pra trás. Cerca de 60% dos executivos dizem que consideram demitir quem se recusa a usar essas ferramentas. E quem domina IA pode ter até 3 vezes mais chance de ser promovido. 

Ou seja, rola um conflito: de um lado, o medo de ser substituído. Do outro, a pressão pra se adaptar ou ficar fora do mercado. Apesar disso, nem todo mundo concorda que a IA vai roubar empregos. Alguns especialistas dizem que esse discurso pode até servir como desculpa pra outros problemas das empresas. E pra completar, ainda existem falhas nas próprias IAs, como casos de exposição de dados pessoais, o que também aumenta a desconfiança. 

E na sua empresa, como é o uso da inteligência artificial no dia a dia do seu trabalho? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1362 - Cade pede investigação contra o Google por uso de IA

quarta-feira, 22 de abril de 2026


O Cade, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, está analisando um processo contra o Google que pode virar uma investigação mais profunda com foco no uso de conteúdo jornalístico pela plataforma. 

O caso começou em 2019 e questiona se o Google estaria usando notícias, como trechos e resumos que aparecem direto na busca, sem pagar os sites de notícias. A preocupação é que isso pode reduzir o acesso aos sites e, consequentemente, a receita com anúncios. 

Agora, o tema ganhou um peso maior por causa da inteligência artificial. As ferramentas de IA do Google conseguem resumir ainda mais o conteúdo, o que pode fazer com que as pessoas nem precisem clicar nos sites de notícias, impactando diretamente o tráfego, a visibilidade e o dinheiro que esses veículos recebem de anunciantes. 

Outro ponto levantado é a dependência: muitos sites dependem do Google pra receber visitas. Isso cria uma relação desigual, onde a big tech teria mais poder. O Google, por outro lado, diz que ajuda os veículos, porque direciona tráfego pra eles, e que os próprios sites podem escolher o que aparece nos resultados. 

Por enquanto, nada foi decidido e o Cade pediu mais tempo pra analisar o caso. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1361 - Nova ferramenta do iFood permite que entregadores escolham entrega

terça-feira, 21 de abril de 2026


O iFood lançou uma novidade pra quem trabalha com entregas: a função “Rotas Disponíveis”. Agora, em vez de só receber pedidos automaticamente, o entregador pode ver quais entregas estão por perto e escolher a que quiser já sabendo quanto vai receber. É bem mais controle na mão do trabalhador. 

Pra usar, é só entrar no aplicativo, clicar em “Rotas Disponíveis” e selecionar a rota desejada. Aí o sistema mostra tudo: onde pegar o pedido, pra onde levar e os detalhes da entrega. 

Por trás disso, tem inteligência artificial. O aplicativo analisa distância, tempo de preparo, trânsito e localização do cliente. E também leva em conta o perfil do entregador, como veículo usado e proximidade. Com isso, ele sugere as melhores rotas. Nos testes, a novidade reduziu em 7% o tempo de espera por entregas, e mais de 70% dos entregadores continuaram usando a função depois. 

E não para por aí: o iFood também melhorou o cadastro de novos entregadores, agora com CPF e biometria facial. O processo, que antes levava até um dia, caiu pra cerca de 30 minutos. Outra mudança foi no relatório de ganhos, que ficou mais claro. Agora dá pra ver exatamente de onde vem o dinheiro (entregas, gorjetas, bônus) além de acompanhar desempenho, média por km rodado e evolução dos ganhos. 

A função já está em 29 cidades e deve chegar a mais lugares em breve. No iPhone, começa a aparecer a partir do fim de abril. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1360 - O significado do novo meme Six Seven

segunda-feira, 20 de abril de 2026


Você já deve ter visto alguém falando “six seven” por aí e ficou tipo: “ué, o que isso significa?”. Calma que não é aula de inglês nem conta matemática. O meme “six seven” vem de um tipo bem específico de humor da internet: o humor nonsense, aquele que não faz muito sentido à primeira vista, e justamente por isso é engraçado. 

A expressão começou a circular em vídeos curtos, principalmente no TikTok e no Kwai, onde alguém fala “six… seven” com uma entonação meio dramática ou aleatória, como se fosse algo super importante, mas sem contexto nenhum. A graça tá exatamente aí: não tem explicação lógica. É só um momento estranho, inesperado, que quebra o padrão do vídeo. Muitas vezes, o “six seven” aparece no meio de uma cena normal, interrompendo tudo, o que deixa a situação ainda mais absurda. 

Não há consenso, mas existem pelo menos duas explicações para a origem do termo: ela aparece tanto em uma música de 2024 do rapper Skrilla, a faixa Doot Doot Six Seven, em referência a uma rua de Chicago, quanto também em um vídeo de 2025 do adolescente americano Maverick Trevillan, que gritou "six seven" em um jogo de basquete, em referência ao jogador Lamelo Ball, que mede exatamente 6 pés e 7 polegadas, o que dá 2 metros e 1 centímetro. 

Com o tempo, a galera começou a repetir a frase em diferentes situações: em dublagens, edits, vídeos de reação, e virou uma espécie de piada interna de adolescentes na internet. Tipo aquelas trends que você só entende depois de ver umas dez vezes. Se você ainda não achou graça, relaxa: daqui a pouco você vai estar falando “six seven” do nada também (ou não). 

Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!



Conexão Digital 1359 - Criminosos usam dados reais para roubar vítimas em Golpe do Falso Advogado

sexta-feira, 17 de abril de 2026


Mais um golpe online vem se popularizando. Dessa vez, é o golpe chamado “falso advogado”, e ele é bem convincente. Criminosos estão usando dados reais de processos judiciais, como número do caso, nome do advogado e detalhes da ação, pra enganar as vítimas. Eles entram em contato, geralmente pelo WhatsApp, se passando pelo advogado e trazendo uma ótima notícia: você ganhou a causa e tem um dinheiro pra receber.

O problema vem depois. Eles dizem que é preciso pagar uma “taxa” pra liberar o valor, geralmente via PIX. E aí é golpe. Os criminosos conseguem essas informações em sites públicos ou até vazamentos de dados. Com isso, montam perfis falsos bem convincentes, com foto, nome e até logomarca de escritório de advocacia. E tem casos mais elaborados: já teve golpe até com falsa audiência online. Em alguns casos, usam até deepfake ou compartilham tela pra roubar senhas e acessar contas bancárias.

Pra não cair nisso, algumas dicas básicas: desconfie de qualquer taxa pra liberar dinheiro de processo (isso não existe); confirme sempre o número do advogado; evite decisões rápidas (o golpista sempre cria um sentimento de urgência); e nunca, mas nunca mesmo, compartilhe tela ou dados bancários. Assim que passar por uma situação dessas, avise imediatamente o seu advogado.

E, se cair no golpe, o caminho é agir rápido: fazer boletim de ocorrência, guardar provas e acionar o banco imediatamente, pedindo um serviço chamado "Mecanismo Especial de Devolução" pra tentar recuperar o dinheiro. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1358 - Google Maps adiciona legendas feitas por IA e mais novidades

quinta-feira, 16 de abril de 2026


Ótimas novidades acabam de chegar no Google Maps, pra você que usa o aplicativo pra se locomover na cidade ou na estrada. O Google Maps anunciou recentemente várias novidades, sendo a principal delas o uso de inteligência artificial, com o Gemini, pra criar legendas automáticas nas fotos.

Funciona assim: você escolhe a imagem, a IA analisa e sugere um texto. Aí você pode editar, usar do jeito que está ou simplesmente apagar. Outra novidade é que o aplicativo agora consegue buscar automaticamente fotos na sua galeria pra você postar. É só liberar o acesso, e o Maps encontra imagens relacionadas aos lugares que você visitou, facilitando na hora de compartilhar experiências.

Também ficou mais fácil acompanhar o impacto das suas contribuições. Quem está em nível alto ganha até um destaque em dourado. As legendas com IA começaram no iPhone nos Estados Unidos e devem chegar em mais países e no Android em breve. Já a busca automática de fotos está sendo liberada globalmente no Android, enquanto outras melhorias chegam pra todo mundo, inclusive no computador.

Gostou dos novos recursos do Google Maps? Qual deles achou mais interessante? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1357 - Instagram ganha ferramenta para editar comentários logo depois de postar

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Até que enfim o Instagram resolveu ouvir os usuários e liberou um recurso bem esperado: agora dá pra editar comentários depois de postar. Sabe quando você comenta rápido e só depois percebe um erro de digitação ou até se arrepende do que escreveu? Então, agora dá pra corrigir sem precisar apagar tudo e comentar de novo.

Mas tem um detalhe importante: você só tem até 15 minutos depois de postar o comentário pra fazer a edição. Passou disso, já era. Aí só apagando e escrevendo de novo. Pra editar é simples: é só ir no comentário, tocar em “Editar”, mudar o texto e confirmar. Dá até pra editar mais de uma vez, desde que esteja dentro desse limite de tempo de 15 minutos. E o comentário fica com um aviso de “editado”, pra mostrar que foi alterado, igual no Whatsapp.

Por enquanto, essa função só está disponível no celular. E enquanto chegam funções novas, outras vão embora: recentemente, o aplicativo removeu a criptografia de ponta a ponta nas mensagens privadas.

Ah, e tem mais: o Instagram também está testando uma versão paga, com recursos exclusivos pra assinantes. E assim que mais novidades chegarem, eu te conto aqui, no Conexão Digital. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1356 -Entidades se manifestam contra eventual fim da taxa das blusinhas

terça-feira, 14 de abril de 2026


Lembra que uns dois anos atrás um novo imposto passou a ser cobrado de lojas online internacionais como Shopee e Shein? A cobrança ficou conhecida como a "taxa das blusinhas".

Na semana passada mais de 50 entidades do comércio, indústria e sindicatos brasileiros assinaram um manifesto defendendo a taxa de 20%, cobrada sobre compras internacionais de até 50 dólares nesses sites. A justificativa para a taxa é que antes, produtos importados chegavam muito baratos e competiam de forma desleal com o mercado brasileiro.

Com a taxação, isso seria corrigido. Alguns setores que estavam em queda, como roupas, calçados e eletrônicos, voltaram a crescer no Brasil. Outro ponto forte é a arrecadação: a taxa gerou cerca de 5 bilhões de reais em 2025, e o fim da isenção pode ter colocado até 42 bilhões a mais nos cofres públicos. Por isso, essas entidades defendem que acabar com a taxação agora pode prejudicar isso.

Além de proteger a indústria nacional, eles dizem que a medida ajuda no equilíbrio das contas públicas e segue uma tendência global de taxar grandes plataformas digitais.

Mas e você, sentiu no bolso essa taxa e passou a comprar do comércio nacional ou pra você não fez tanta diferença assim? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1355 - Entenda a trend das frutinovelas feitas com IA no TikTok

segunda-feira, 13 de abril de 2026


Se você entrou no TikTok esses dias e viu um morango traindo uma banana… calma, não é surto coletivo. Isso faz parte das “frutinovelas”, uma trend global que basicamente são novelinhas feitas 100% com inteligência artificial. 

São vídeos curtinhos, com episódios de um minuto, onde frutas com carinha de gente vivem histórias cheias de treta: tem traição, barraco, disputa… tudo no nível novela das nove, só que bem mais aleatório. Personagens como Cherrita, Bananito e Strawberrina estrelam séries que viralizaram pesado, com milhões de seguidores e centenas de milhões de views. 

Mas nem tudo é diversão. Muita gente tem criticado esse tipo de conteúdo por exagerar em situações humilhantes, principalmente com personagens femininas. Tem cenas bizarras, punições estranhas e até violência. 

Mesmo assim, a galera não para de assistir. Quanto mais exagerado e escandaloso, mais prende a atenção. Por trás disso tudo, tem tecnologia pesada. Hoje, ferramentas de IA conseguem criar tudo sozinhas: roteiro, imagem, voz e animação. Em alguns casos, o criador só escolhe o tema e pronto, o vídeo sai completo. Inclusive alguns perfis no Instagram, como o Portal Publicitário, ensinam a fazer prompts pra gerar esse tipo de vídeo. E tem até canal no Youtube, o Frutinovelas TV

No fim das contas, essa trend das frutinovelas mostra uma coisa importante: criar conteúdo ficou muito mais acessível, algo que até pouco tempo atrás parecia impossível. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!




Conexão Digital 1354 - Apps que simulam Tigrinho driblam ECA Digital e podem ser baixados por crianças

sexta-feira, 10 de abril de 2026


O ECA Digital começou a valer e já impactou vários jogos no Brasil, como o Roblox. Enquanto isso, alguns jogos que simulam cassinos, tipo “Tigrinho” e caça-níqueis, continuam disponíveis até pra crianças. Esses aplicativos imitam bem a experiência de aposta: você gira roleta, ganha moedas virtuais e pode até comprar mais dentro do jogo. 

O problema é que, mesmo sem dinheiro real envolvido diretamente, eles passam uma sensação muito parecida com jogos de aposta de verdade. E isso confunde muita gente, inclusive adultos, que chegam a reclamar achando que vão ganhar dinheiro de verdade. O motivo desses aplicativos ainda estarem liberados é uma espécie de “zona cinzenta”: como não envolvem saque de dinheiro real, acabam não se encaixando diretamente nas regras mais rígidas da lei. 

Depois que isso veio à tona, alguns desses jogos começaram a ter a classificação ajustada pra 18 anos ou mais. Especialistas alertam que, mesmo sendo “de mentirinha”, esses jogos podem mexer com o comportamento de crianças e adolescentes. Eles usam mecanismos que estimulam o cérebro, como recompensas imprevisíveis, o que pode levar a hábitos compulsivos. 

Além disso, podem criar uma visão distorcida sobre dinheiro e sorte, dando a impressão de que ganhar depende só de insistir. Ou seja: esses jogos treinam o cérebro das crianças para os jogos de azar, com dinheiro de verdade, quando elas chegarem à idade adulta. Só que o problema dos cassinos não é só perder dinheiro. É o vício que gera a partir do uso compulsivo. 

Aí vale sempre reforçar o apelo: pais e mães, olhem o que seus filhos fazem no celular! Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!