Conexão Digital 1342 - Receita Federal antecipa liberação do download do Programa do IRPF 2026

quarta-feira, 25 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

E aí, já começou a se preparar para a declaração do imposto de renda desse ano? A Receita Federal resolveu adiantar a liberação do programa do Imposto de Renda 2026, que já pode ser baixado. 

Na prática, isso ajuda bastante, né? Dá pra ir organizando tudo com calma, separando documentos, conferindo notas fiscais e conversando com seu contador pra evitar aquela correria de última hora. Principalmente pra quem não usa a declaração pré-preenchida. 

Agora, o mais importante: o prazo oficial de entrega não mudou. Começou na última segunda-feira, dia 23 de março, e vai até o dia 29 de maio. Mas quem se adiantar pode ter uma vantagem, principalmente pra entrar nos primeiros lotes de restituição, que geralmente costumam sair entre julho e agosto. 

Então é isso: o programa já tá disponível, dá pra sair na frente e fazer tudo com mais tranquilidade. Só não vale deixar pra última hora, porque aí já sabe, né: sempre dá dor de cabeça. Pra baixar o programa de declaração de imposto de renda de 2026, é só entrar no site oficial da Receita Federal. 

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Conexão Digital 1341 - Instagram limita número de hashtags em posts

terça-feira, 24 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Essa eu confesso que comi mosca. Mas você já deve ter percebido. Há três meses atrás o Instagram passou a limitar o número de hashtags nos posts. Agora, ele aceita apenas cinco hashtags em cada legenda. 

Mas você sabe o motivo disso? Como na maioria das vezes, o objetivo é combater o uso indiscriminado da ferramenta. Segundo a Meta, dona do Instagram, a nova regra visa combater o uso indiscriminado da ferramenta e melhorar a qualidade das recomendações aos usuários. 

A recomendação é focar em apenas cinco hashtags por publicação para melhorar a eficácia e performance do conteúdo em vez de lotar a legenda com dezenas de termos genéricos. A rede social explicou que o excesso de marcadores não ajuda o post a aparecer mais no feed. 

Pelo contrário: a prática pode confundir o algoritmo sobre o real tema do vídeo ou foto, prejudicando sua distribuição para o público correto. Desde 2011, quando o recurso foi introduzido, as hashtags eram vistas como o principal motor de crescimento orgânico na rede, permitindo até 30 marcações por post. 

Criadores de conteúdo e profissionais de marketing digital desenvolviam diversas estratégias aproveitando esse limite máximo para capturar audiência. No entanto, a eficácia dessa tática vem sendo questionada pela própria Meta, que afirma que as hashtags não funcionam mais como ferramenta de alcance massivo. 

A mudança também visa limpar a poluição visual e o spam na plataforma. Ao limitar a quantidade, o Instagram espera que os usuários parem de tentar burlar o sistema de recomendação com palavras-chave irrelevantes. Com isso, espera-se que os usuários foquem na qualidade do material e na descrição correta para atrair públicos específicos. 

E você, gostou dessa novidade ou achou que piorou? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1340 - ECA Digital passa a valer no Brasil

segunda-feira, 23 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O Governo Federal publicou na semana passada três decretos pra colocar em prática o chamado “ECA Digital”, que é basicamente um conjunto de regras pra proteger crianças e adolescentes na internet. 

Na prática, tem três frentes principais. Primeiro, a regulamentação da lei, ou seja, agora as regras começam a valer de fato. Segundo, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados passa a ter um papel mais forte na fiscalização. E terceiro, foi criado um centro dentro da Polícia Federal pra receber e organizar denúncias de crimes digitais contra menores. 

E isso muda bastante coisa: plataformas como redes sociais, jogos e aplicativos passam a ter que remover conteúdos ilegais e denunciar diretamente pras autoridades. Não é mais “se quiser”, é obrigatório. 

Além disso, vai ter um sistema centralizado de denúncias, o que deve agilizar investigações, principalmente em casos mais graves, como abuso infantil, incentivo à violência, ataques em escolas ou conteúdos que estimulam automutilação. Outro ponto importante: a ANPD vai crescer: a previsão é chegar a cerca de 700 funcionários até o fim do ano, justamente pra dar conta dessa fiscalização mais pesada. 

Também foi anunciado um investimento de R$ 100 milhões em pesquisa com inteligência artificial, focado em detectar crimes online e até agir em tempo real, por exemplo, identificando situações suspeitas e alertando responsáveis ou autoridades. 

Agora, no dia a dia, o impacto é direto: plataformas vão ter que verificar a idade dos usuários, especialmente em conteúdos sensíveis como apostas, álcool ou material adulto. Recursos como “rolagem infinita” e autoplay também entram na mira por causa do potencial de vício. Pais e responsáveis também ganham mais ferramentas pra acompanhar o que os filhos fazem online, e menores de 16 anos precisam ter contas vinculadas a um responsável. 

E você, o que acha do novo ECA Digital? Acredita que vai funcionar? Me conta sua opinião no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1339 - Riot bloqueia League of Legends e mais jogos para menores no Brasil

sexta-feira, 20 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Depois do Roblox e do Instagram restringirem o acesso de menores de idade, agora chegou a vez dos jogos da empresa Riot Games. Por causa das novas regras do chamado ECA Digital, que começam a valer em março de 2026, a empresa vai exigir verificação obrigatória de idade nas contas. 

Com isso, alguns dos jogos mais populares da empresa, como League of Legends, vão ter a classificação etária temporariamente elevada para 18 anos no Brasil. Na prática, contas registradas como de menores de idade não vão poder acessar esses jogos a partir de 18 de março. 

A ideia é dar tempo pra empresa adaptar seus sistemas às novas exigências da lei, como verificação de idade mais rigorosa e controle parental. Entre os jogos da Riot, o único que vai continuar liberado para menores é o Valorant. 

Mesmo assim, jogadores entre 12 e 17 anos vão precisar de autorização dos pais, que vão receber acesso a um painel de controle pra aprovar o uso da conta. 

Outra mudança: adultos também vão ter que confirmar a idade pra continuar jogando. Isso pode ser feito com CPF, documento de identidade, cartão ou reconhecimento facial. 

As contas de menores não serão apagadas. Elas só ficarão pausadas. A expectativa é que tudo volte ao normal até 2027, quando os jogos devem retornar às classificações etárias originais.

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Conexão Digital 1338 - Instagram encerrará criptografia de ponta a ponta nas DMs privadas

quinta-feira, 19 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O Instagram vai acabar com um recurso importante de privacidade nas mensagens diretas. A partir de 8 de maio de 2026, a plataforma vai deixar de usar criptografia de ponta a ponta, aquela tecnologia que garante que só quem envia e quem recebe consegue ler a conversa. 

Com essa mudança, a Meta passa a ter acesso técnico ao conteúdo das mensagens. Isso significa que as conversas poderão ser analisadas automaticamente, usadas em investigações quando houver pedido legal e também ajudar a plataforma a agir mais rápido em caso de denúncias de usuários. 

É aquela história: quanto mais segurança, menos privacidade. Até agora, a Meta não explicou oficialmente por que decidiu retirar a criptografia. Uma das hipóteses é a pressão mundial para que redes sociais combatam a circulação de material de abuso infantil, que é mais difícil de detectar quando as mensagens são totalmente criptografadas. 

O Instagram orienta que usuários façam download de conversas e mídias importantes antes da mudança. Vale lembrar que essa decisão não afeta o WhatsApp, que continua com criptografia de ponta a ponta. 

Já o TikTok, por exemplo, nunca adotou esse tipo de proteção nas mensagens e usa apenas criptografia padrão, que ainda permite que a empresa tenha acesso ao conteúdo das conversas.

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Conexão Digital 1337 - WhatsApp lança conta gerenciada por pais para menores de 13 anos

quarta-feira, 18 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Depois do Roblox, do Instagram e outras plataformas, agora chegou a vez do WhatsApp lançar uma nova função de conta gerenciada por pais, pensada para crianças com menos de 13 anos. 

A ideia é dar mais controle para os responsáveis sobre como os menores usam o aplicativo. Pra funcionar, o celular da criança precisa ser conectado ao do responsável. 

A configuração é feita com um QR code, e depois disso os pais podem definir com quem o jovem pode conversar e de quais grupos pode participar. Também dá pra ativar alertas de atividade. 

Por padrão, os responsáveis recebem notificações se o menor adicionar, bloquear ou denunciar alguém. E ainda é possível acompanhar outras mudanças, como troca de nome ou foto de perfil, entrada ou saída de grupos e até quando uma conversa é apagada. 

Todas essas configurações ficam protegidas por um PIN de seis dígitos pra garantir que só os pais possam alterar as regras da conta. A criptografia de ponta a ponta continua a mesma, ou seja, ninguém, nem o WhatsApp, pode ler o conteúdo das mensagens. 

A empresa disse que novas funções pra essas contas gerenciadas pelos pais devem chegar gradualmente nos próximos meses, e assim que chegar no Brasil, eu te conto aqui no Conexão Digital.

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Conexão Digital 1336 - Meta adquire Moltbook

terça-feira, 17 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Lembra que eu falei aqui uns programas atrás sobre o Moltbook, aquela rede social exclusiva pra agentes de inteligência artificial onde humanos só podem entrar pra observar, sem interagir? 

Pois a Meta, que já é dona do Facebook, do Instagram e do Whatapp, comprou a Moltbook, isso segundo o site gringo TechCrunch. A Meta ainda não confirmou oficialmente a compra. 

A Moltbook viralizou muito rápido. Em apenas cinco dias, chegou a mais de um milhão e meio de usuários. Só que muita gente começou a desconfiar desses números pode ser que vários desses “usuários” sejam, na verdade, vários bots controlados por poucos desenvolvedores. As conversas entre as IAs também chamaram atenção: algumas discutiam filosofia e até criaram uma criptomoeda. 

Outras foram mais longe e falaram em criar religião própria, inventar um idioma secreto e, em alguns casos mais assustadores, até em exterminar humanos. Especialistas dizem que parte disso pode ter sido causada por falhas de segurança na plataforma. Isso permitiria ataques em que humanos manipulam as IAs para gerar respostas problemáticas. 

Também existe a suspeita de pessoas se passando por agentes. Agora, a Moltbook promete melhorar a segurança. A ideia é criar um sistema de autenticação por API, garantindo que cada agente de IA seja realmente verdadeiro, usando tokens de verificação e ligação com contas na rede X. 

O motivo da provável compra também é um mistério, mas assim que a Meta confirmar ou negar a compra, eu te conto aqui, no Conexão Digital.

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Conexão Digital 1335 - WhatsApp terá Pix com iniciador de pagamento

segunda-feira, 16 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O WhatsApp deve começar a testar em breve uma nova forma de enviar Pix diretamente dentro das conversas. A novidade vai ser possível graças a uma parceria com um iniciador de pagamento e tem como objetivo tornar a experiência de pagamento mais rápida e simples. 

Hoje, quando alguém paga com Pix pelo WhatsApp, normalmente precisa copiar o código enviado pelo vendedor, abrir o aplicativo do banco, colar o código e confirmar a transação. 

Apesar de existir um botão que facilita copiar o código, o usuário ainda precisa sair do WhatsApp pra concluir o pagamento. Com o novo modelo, o pagamento pode ser feito sem sair da conversa. 

Ao clicar pra pagar, uma pequena janela do banco do usuário se abre automaticamente dentro do aplicativo pra autenticação e confirmação da transação. Nesse sistema, o iniciador de pagamento funciona apenas como uma ponte entre as contas do consumidor e do lojista, sem acessar o dinheiro nem as credenciais do usuário. 

A funcionalidade vai ser oferecida aos parceiros da WhatsApp Business API, permitindo que empresas recebam pagamentos diretamente nas conversas. A expectativa é que os testes comecem ainda este ano. 

A iniciativa faz parte da estratégia do WhatsApp pra se consolidar como um super aplicativo no Brasil, integrando cada vez mais serviços financeiros dentro do aplicativo. 

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Conexão Digital 1333 - TSE regulamenta uso de IA nas eleições de 2026

quinta-feira, 12 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O Tribunal Superior Eleitoral publicou novas regras para tentar controlar o uso de inteligência artificial durante as eleições de 2026. A principal novidade é que todo conteúdo feito com IA vai ter que ser identificado. Ou seja, se um vídeo, imagem ou áudio for criado ou manipulado com inteligência artificial, o responsável vai ter que deixar isso bem claro para o público, dizendo inclusive qual tecnologia foi usada. 

Outra regra importante é um tipo de “período de silêncio” para conteúdo de IA. Nas 72 horas antes da eleição e nas 24 horas depois, fica proibido publicar, republicar ou impulsionar novos conteúdos feitos com inteligência artificial. 

A ideia é evitar que deepfakes ou desinformação apareçam de última hora, quando não dá tempo de desmentir. Além disso, as plataformas da internet também passam a ter mais responsabilidade. Se aparecer conteúdo falso sobre o sistema eleitoral, incentivo a crimes contra a democracia ou violência política, especialmente contra mulheres, as redes precisam agir rapidamente pra remover, até mesmo sem ordem judicial em alguns casos. 

Outro ponto: se a Justiça mandar derrubar um conteúdo e alguém repostar algo igual ou muito parecido, a plataforma já tem que bloquear automaticamente, sem esperar outra decisão. As regras também permitem remover perfis falsos ou robôs que espalhem desinformação eleitoral de forma repetida. 

Alguns especialistas dizem que as medidas ajudam a proteger o processo eleitoral. Outros alertam que pode haver risco de excesso de moderação, já que as plataformas podem preferir remover conteúdo por precaução para evitar multas. De qualquer forma, a lógica do TSE é clara: não proibir a inteligência artificial na campanha, mas exigir transparência e reduzir o risco de manipulação nas eleições. 

E você, acha que vai funcionar? No Facebook, Instagram, TikTok e X é mais fácil. Mas e no Whatsapp e no Telegram? Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1332 - 6G começa a mostrar a sua cara

quarta-feira, 11 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Enquanto as operadoras de telefonia móvel ainda estão tentando recuperar o dinheiro investido no 5G, algumas empresas de tecnologia já começaram a mostrar como pode ser o 6G. Apareceram algumas ideias bem interessantes num evento de tecnologia em Barcelona na semana passada. 

Uma das mais curiosas é uma tecnologia chamada ISAC. Ela faria a rede de celular funcionar quase como um radar. Além de transmitir dados, a rede também conseguiria “enxergar” objetos em movimento dentro da área de cobertura. 

Isso seria possível analisando como os sinais das antenas refletem nos objetos ao redor. No 6G, teoricamente daria para detectar qualquer coisa: uma pessoa, um ônibus, um drone ou até um pássaro. 

Empresas como a Qualcomm já fizeram testes nos Estados Unidos. Em uma das demonstrações, a rede conseguiu detectar um drone voando a cerca de 800 metros de distância, mesmo a uma velocidade de 15 metros por segundo. Algo que muitas vezes é difícil até para câmeras de vigilância. 

A Ericsson também está testando a tecnologia e destaca que ela pode ter aplicações importantes, inclusive na área de defesa, já que drones estão sendo cada vez mais usados em conflitos e às vezes passam despercebidos pelos radares tradicionais. 

Claro que tudo isso ainda está em fase inicial. As regras do 6G ainda nem foram definidas. A expectativa é que essas especificações fiquem prontas só por volta de 2028, e que as primeiras redes comerciais apareçam só por volta de 2030. 

Ou seja, ainda vai demorar um pouco, mas o que vem por aí promete ser bem diferente do que a gente conhece hoje, sem falar na diminuição da latência e no aumento da velocidade, claro. E sempre que surgir uma novidade sobre o 6G, eu te conto aqui, no Conexão Digital.

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