Conexão Digital 1299 - Como a inteligência artificial pode influenciar as eleições de 2026

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026


Você já deve saber que 2026 é ano eleitoral. E um diferencial das eleições desse ano na internet muito provavelmente será um uso nunca antes visto da inteligência artificial gerando fotos, imagens e vídeos falsos. Portanto, é bom estar atento para evitar ser manipulado. 

Nos últimos anos, a qualidade de IA generativa, que cria texto, imagem, áudio e vídeo, cresceu tanto que agora dá pra produzir conteúdos super-realistas. E aí começam os problemas. O grande risco é a desinformação. A IA consegue criar cenas inteiras que nunca aconteceram: fala falsa, vídeo falso, foto falsa, tudo muito convincente. E quando isso cai em redes como WhatsApp, onde é difícil rastrear, o estrago pode ser grande. 

Esses materiais não decidem eleição sozinhos, mas atrapalham a imagem de candidatos e desviam a atenção de quem precisa fiscalizar o processo. O tipo de conteúdo mais perigoso hoje são os deepfakes, aqueles vídeos que colocam o rosto ou a voz de alguém em situações totalmente inventadas. Além disso, existe a ameaça dos robôs e perfis falsos, criados em massa com fotos, nomes e textos gerados por IA. 

Eles ajudam a espalhar boatos, inflar apoio falso e criar aquela sensação de que “todo mundo está falando disso”, quando na verdade não está. O TSE já se mexeu: desde 2024 é proibido usar deepfake para atacar candidatos, e empresas de tecnologia têm que tirar esse tipo de conteúdo do ar. 

Campanhas que usarem IA precisam avisar que usaram, e tem regras pra chatbots não interagirem com eleitores como se fossem humanos. Mesmo assim, cabe ao público desconfiar. 

Dá pra perceber algumas pistas como áudio com dicção estranha; vídeos com boca que não acompanha a fala; imagens com textura esquisita, iluminação impossível ou dedos deformados; textos com jeitão de chatbot, com emojis demais ou erros culturais; além de marcas dágua de plataformas de IA na tela.

Sim, está cada vez mais difícil distinguir o que é real do que é falso. Então é bom sempre checar a fonte, usar busca reversa e recorrer a sites confiáveis ou agências de checagem. Em 2026, a regra é simples: se parecer bom (ou absurdo) demais pra ser verdade, desconfie. 

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Conexão Digital 1298 - OpenAI lança chatbot de saúde que até lê exames

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026


Se os médicos reclamavam do "Dr. Google", que é quando o paciente pesquisa no Google antes da consulta, agora eles têm motivo dobrado pra reclamar. A OpenAI lançou um novo recurso chamado ChatGPT Health, uma versão do ChatGPT focada totalmente em saúde e bem-estar. 

A ideia surgiu porque muita gente já usava o chatbot pra tirar dúvidas sobre saúde, então agora existe um espaço próprio, mais seguro e preparado pra isso. A ferramenta não substitui médicos e a OpenAI deixa isso bem claro, mas funciona como um apoio pra ajudar as pessoas a entender melhor o que está acontecendo com o corpo e se preparar pra cuidar da saúde. 

O ChatGPT Health aparece como uma aba lateral no site ou app do ChatGPT, junto com projetos e histórico de conversas. Por enquanto, só um grupo pequeno está testando, e quem quiser pode entrar em uma lista de espera. Ainda não existe previsão de lançamento global. 

Mas o que ele consegue fazer? Muita coisa útil do dia a dia: Te ajuda a se preparar para consultas, indicando o tipo de especialista ideal e até sugerindo perguntas para levar ao médico. Consegue interpretar resultados de exames de forma básica, explicando o que cada item significa e apontando possíveis desequilíbrios simples, como vitaminas. Dá dicas para aliviar sintomas antes de você conseguir atendimento, sem prescrever remédios. Também apoia no pós-consulta, ajudando a montar rotinas mais saudáveis: analisar alimentação por fotos, sugerir dietas, exercícios, meditação e outras atividades. 

A OpenAI diz que tudo foi feito em parceria com médicos, e ainda criou um ambiente mais protegido para tratar dados sensíveis. É como ter um ajudante digital pra organizar sua saúde: mas sempre como complemento, nunca como substituto de um profissional real. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1297 - Vírus de TV Box faz 2 milhões de vítimas e atinge brasileiros

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026


E continua a guerra contra os serviços de streaming piratas: as famosas TV Box. Tem uma operação criminosa gigante rolando e transformando milhões de aparelhos em “zumbis digitais” e a maioria das pessoas nem sabe que está sendo usada. 

Essa espécie de vírus se chama Kimwolf, e desde agosto de 2025 já infectou mais de 2 milhões de dispositivos, principalmente smart TVs e TV boxes. O mais assustador é que muitos desses aparelhos já chegam infectados de fábrica. Ou seja: você tira da caixa, liga na TV, conecta no Wi-Fi e pronto, o aparelho vira parte do esquema criminoso. 

Esses dispositivos são usados para ataques DDoS, aquele tipo de ataque em que milhões de máquinas acessam um site ao mesmo tempo pra derrubar o serviço. O Brasil é um dos países mais afetados, já que muita gente compra TV box sem firewall, sem antivírus e sem segurança nenhuma. 

Ao invadir as redes dos usuários, os hackers ganham dinheiro de quatro formas: vendendo banda larga das vítimas, usando as redes raptadas pra aplicar golpes sem serem rastreados, instalando aplicativos escondidos nos aparelhos infectados ganhando comissão com isso e ainda alugando a infecção para ataques de outros hackers sob encomenda. 

O pior de tudo: os donos dos aparelhos são vítimas duas vezes. Primeiro porque têm a internet usada e a privacidade violada. Depois porque viram cúmplices sem saber, pois é o endereço IP deles que é rastreado pela polícia. Se o teste der positivo, não adianta só resetar. Muitas vezes o aparelho precisa ser completamente reformatado ou até descartado. 

As recomendações pra evitar essa dor de cabeça são simples: Evite TV boxes genéricos e prefira marcas confiáveis com Google Play Protect (Chromecast, NVIDIA Shield, Xiaomi etc). Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1296 - Profissão de Criador de Conteúdo é regulamentada no Brasil

terça-feira, 20 de janeiro de 2026


Uma novidade importante para quem trabalha com internet: o Brasil agora tem oficialmente a profissão de multimídia. Isso significa que criadores de conteúdo e profissionais que atuam em plataformas digitais como YouTube, Instagram, TikTok e outras passam a ter uma ocupação reconhecida pela lei 15.325/2026. 

A regulamentação também vale para várias outras áreas de mídia e produção digital. A nova lei define o profissional multimídia como alguém que cria, produz, edita, organiza e distribui todo tipo de conteúdo digital: textos, imagens, vídeos, animações, áudios, jogos e muito mais. 

A profissão abrange praticamente todo o ecossistema digital desde influenciadores independentes até equipes de estúdios, produtoras, emissoras e agências de publicidade. 

Com o reconhecimento oficial, quem já trabalha na área e está registrado em outra função pode até pedir um ajuste no contrato, desde que a empresa concorde. E pra quem é MEI, é bom consultar um contador sobre como alterar ou adicionar o código CNAE no seu CNPJ. 

Na prática, essa lei dá mais clareza, segurança e valor para quem vive da criação digital, um mercado que cresce rápido e já movimenta boa parte da economia criativa do país. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1295 - Smartphone perto de ultrapassar cartão como meio de pagamento

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Você tem mais costuma de pagar contas com cartão físico ou com o celular, por aproximação? Se você respondeu a segunda opção, saiba que você está entre os 40% dos brasileiros que já preferem essa forma de pagamento. 


O brasileiro está cada vez mais deixando a carteira em casa e usando o celular para pagar compras no dia a dia. Em apenas dois anos, o smartphone praticamente dobrou sua preferência como meio de pagamento em lojas físicas: era o favorito de 20% em 2023, passou para 29% em 2024 e agora bateu 40%. No ritmo atual, a tendência é que ele vire líder absoluto já em 2026. 

Enquanto isso, o cartão de plástico está perdendo espaço rápido. Ele era preferido por 63% dos brasileiros em 2023, caiu para 59% em 2024 e agora está em 52%. Já o dinheiro segue desaparecendo da vida cotidiana: de 13% em 2023 para só 6% este ano. Entre jovens de 16 a 29 anos, 55% já preferem pagar com o celular. Entre usuários de iPhone, esse número sobe para 60%. 

Já quem ainda defende o cartão físico são, principalmente, os brasileiros com 50 anos ou mais. 69% deles ainda preferem o cartão tradicional, talvez ainda por uma questão de segurança. Com essa mudança de hábitos, o número de pessoas que não levam mais carteira também deu um salto. Em 2023 eram 10% dos brasileiros; agora, já são 22%, mais que o dobro. 

A pesquisa foi feita pela Opinion Box com mais de 2.300 brasileiros com smartphone, de diferentes faixas etárias, classes sociais e regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Resumindo: o celular está virando a nova carteira do brasileiro, mais rápido do que a gente pode imaginar. E à medida em que mais adolescentes vão abrindo contas e a segurança e confiança aumentam, mais gente vai aderindo. 

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Conexão Digital 1294 - Falta de regulação de IA pode resultar em atrasos para o Brasil

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026


No início da semana eu comentei sobre uma ordem executiva assinada por Donald Trump que cria uma regulamentação para a IA nos Estados Unidos. Um relatório recente da Softex acendeu um alerta sobre o futuro da inteligência artificial no Brasil. 

Segundo o estudo, se o país continuar demorando para criar regras e políticas claras para IA, pode acabar ficando para trás. O relatório lista vários riscos dessa inércia: custo alto para implementar soluções, adoção lenta da tecnologia, perda de oportunidades no mercado global, fuga de projetos para países com regras mais claras, além de baixa confiança da população e falta de profissionais qualificados. 

O documento compara o ritmo do Brasil, que tem o projeto de lei do marco regulatório (de 2023) e o Plano Brasileiro de IA, com o que já está em vigor na União Europeia e nos Estados Unidos. 

E a conclusão é simples: estamos bem atrás. Para mudar esse cenário, a Softex propõe um pacote de ações para os próximos dois anos, como aprovar uma regulação baseada em riscos e compatível com padrões internacionais; criar um sistema nacional de avaliação de IA; e lançar um selo de “IA Confiável”, para mostrar que o país segue critérios de segurança, transparência e responsabilidade. 

Outra ideia é criar um pacote de competitividade para pequenas e médias empresas, com kits práticos, modelos de contrato e até cupons de desconto para ajudar negócios a se adequarem às regras. A lista continua: treinar a população em larga escala, orientar compras públicas de IA, criar um portal com incidentes e auditorias, acompanhar o impacto da IA no mercado de trabalho e firmar alianças internacionais. 

E, claro, tudo isso precisaria ser acompanhado por métricas claras. Ou o país se organiza logo para entrar de vez na corrida global da IA, ou corre o risco de ver a oportunidade passar. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1293 - Os 20 apps mais baixados no mundo em 2025

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026


No artigo de hoje eu trago a lista com os 20 apps mais baixados de 2025. O último ano foi oficialmente o ano dos aplicativos de inteligência artificial. O ChatGPT simplesmente dominou o mundo: virou o aplicativo mais baixado do planeta, com 990 milhões de downloads. É mais que o triplo de 2024, quando ainda estava no 11º lugar. Com esse salto, o app da OpenAI tirou o TikTok do topo, coisa que pouca gente imaginava que aconteceria tão cedo. 

Mas não foi só o ChatGPT que bombou. O Gemini, a IA do Google, também teve um ano gigante. Ele cresceu 383%, pulando de 98 milhões para 474 milhões de downloads. Saiu da posição 66º para a 5ª posição no ranking, e nos meses de setembro e outubro ficou acima do ChatGPT. Outra novidade foi o DeepSeek, app chinês que entrou no top global em fevereiro e fechou o ano em 26º lugar, com 164 milhões de instalações. 

O ranking de 2025 também mostrou algumas tendências clássicas: Redes sociais continuam fortíssimas, com cinco apps entre os 20 mais baixados: TikTok, Instagram, Facebook, Snapchat e Threads. 

Nos mensageiros, quatro gigantes seguem firmes: WhatsApp, Telegram, WhatsApp Business e Messenger. Nos jogos, quem aparece no top 20 são Block Blast!, Roblox e Free Fire. O Temu foi o único representante do comércio eletrônico. 

E quando o assunto é quem domina a lista por empresa, não deu outra: a Meta continua jogando em todas as posições, com seis apps no top: Instagram, Facebook, WhatsApp, WhatsApp Business, Threads e Messenger. Depois vem a Bytedance, com TikTok e CapCut. 

2025 foi o ano em que os assistentes de IA deixaram de ser novidade e ficaram no topo das listas, disputando espaço com redes sociais, mensageiros e até ultrapassando gigantes históricos. 

E você, quais apps de IA tem no seu celular? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1291 - Grok poderá ser responsabilizado por crimes cometidos por usuários na IA

terça-feira, 13 de janeiro de 2026


Como eu já tinha comentado aqui na semana passada, o Grok, ferramenta de IA que funciona dentro do X (antigo Twitter), entrou numa baita polêmica. A ferramenta estava permitindo que qualquer usuário criasse imagens editadas, inclusive deepfakes de conteúdo sexual, e isso acabou gerando milhares de imagens por hora, até com menores de idade. 

A repercussão foi tão ruim que o X decidiu travar a edição de imagens só para usuários pagantes, exigindo nome e dados de pagamento para acessar o recurso. A ideia é criar um rastro para identificar quem abusar da ferramenta. Especialistas em proteção de dados dizem que o Grok e o próprio X podem acabar respondendo na Justiça pelos crimes envolvendo sexualização, nudez e deepfakes sem consentimento. 

Advogados explicam que, mesmo sendo IA, não existe imunidade: vale o Código Penal e o Marco Civil da Internet. Juristas também batem forte na falta de governança das plataformas, alertando para a falta moderação, filtros e comitês de ética, e que as empresas não querem investir nisso porque preferem deixar o mercado se autorregular. 

Ao liberar o recurso só para assinantes, fica mais fácil rastrear o usuário que manipulou a imagem. Para quem for vítima de manipulação de imagens, o recado é claro: guardar provas, não repostar o conteúdo e acionar o X e o Grok pedindo a remoção com base no Marco Civil. Na Justiça, dá pra buscar indenização, quebra de sigilo e responsabilização dos autores. 

O caso virou um debate global sobre até onde vai a responsabilidade das plataformas e como controlar ferramentas de IA que geram conteúdo tão sensível. Você já foi vítima de uso de imagens feitas com IA? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1290 - Estados Unidos publicam ordem executiva que regulamenta IA

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026


Em meio à ação dos Estados Unidos na Venezuela, uma notícia talvez tenha passado batida, mas é muito importante e abre precedentes sobre o uso da inteligência artificial em todo o mundo. 

O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva nos EUA que cria uma regra nacional única para IA, com o governo federal no comando, limitando o poder dos estados de criar suas próprias leis sobre o assunto. 

Segundo o presidente, se cada estado fizer sua própria regra, isso vira “bagunça” e atrapalha a inovação e o avanço tecnológico, além de dificultar a vida das empresas que teriam de seguir dezenas de normas diferentes. Ele fala em padronizar tudo num padrão federal pra acelerar a indústria americana e “barrar a China” na corrida da IA. 

Pra colocar isso em prática, a ordem manda o Departamento de Justiça criar um grupo que vai processar estados que aprovarem leis consideradas “onerosas” ou conflitantes com o padrão federal. 

Outra parte da estratégia é usar um programa de US$ 42,5 bilhões para banda larga como moeda de troca: estados que não colaborarem com as regras podem enfrentar restrições de financiamento. 

Ou seja, a mensagem é clara: em vez de cada estado ter sua própria regra para IA, o governo Trump quer uma única regra federal e está disposto a brigar na justiça para fazer valer isso. 

Traduzindo pro bom e velho português: os Estados Unidos deram um primeiro passo para regulamentar a inteligência artificial por lá. E outros países também discutem como regulamentar as IAs. 

Por enquanto, as principais ferramentas, como ChatGPT, Grok, Meta AI e Gemini, ainda não se manifestaram. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1289 - iFood realiza mais de 600 entregas por drone em dois meses

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026


O futuro em que robôs voadores entregam comida e pequenos produtos na porta de casa está mais próximo do que a gente imagina. O iFood realizou mais de 600 entregas por drones em outubro e novembro do ano passado aqui no Brasil. 

Sua operação piloto com essa tecnologia acontece em Aracaju/SE, conectando um shopping com um conjunto de condomínios na capital sergipana. Só pra você entender, é que o Shopping RioMar e os condomínios da Barra dos Coqueiros são separados pelo rio Sergipe. Uma entregador precisaria rodar 36 Km de ida e volta em trânsito intenso para levar uma refeição, o que pode levar mais de uma hora. 

O trajeto aéreo de apenas 4 Km é feito pelo drone em três minutos. Entre a conclusão do pedido e o recebimento pelo consumidor por via aérea, o tempo médio tem sido de 30 minutos. O serviço está disponível diariamente entre 11h30 e 21h30. Uma vez pronta a refeição no restaurante, um mensageiro a leva até a estação de drones, que partem em direção à Barra dos Coqueiros. 

Cada um carrega até 5Kg, voa a uma velocidade de 50 Km/h a uma altura de 60 metros, e suporta ventos de até 55 Km/h. Um entregador recebe o pedido no bairro residencial e leva até a porta do cliente. 

A solução é operada pela Speedbird Aero, empresa especializada em delivery com drones, parceira do iFood. O iFood agora planeja levar essa solução para outras áreas urbanas que tenham alguma dificuldade de deslocamento dos entregadores, ajudando a conectar a oferta e a demanda. 

Legal demais, né. Imagina essa tecnologia se popularizando e você recebendo pedidos por drone no quintal de casa. Me conta o que você acha disso no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!