Conexão Digital 1322 - Discord terá processo de verificação de idade

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026


Se você tem mais de 30 anos, talvez não saiba o que é o Discord. O Discord é uma plataforma gratuita de comunicação VoIP e mensagens instantâneas, muito popular entre gamers e comunidades online. 

A plataforma anunciou que, a partir de março, vai implementar a classificação etária obrigatória, assim como fez o Roblox recentemente. A ideia é reforçar a proteção principalmente para crianças e adolescentes. 

A plataforma vai usar reconhecimento facial ou envio de documento de identidade. Além disso, menores terão mais restrições. Conteúdos sensíveis e canais com faixa etária definida vão ficar bloqueados. 

Solicitações de mensagem de desconhecidos também mudam: o que vier de alguém que o adolescente não conhece pode ser redirecionado para o responsável, que também recebe alertas de pedidos de amizade suspeitos. 

O Discord também diz que está desenvolvendo um sistema próprio para estimar a faixa etária com base nas interações do usuário. Quem não quiser comprovar a idade vai continuar navegando, mas com as mesmas limitações aplicadas ao público juvenil. 

Essas medidas já foram testadas na Austrália e no Reino Unido. Mas não basta só tecnologia: é preciso investir em conscientização sobre uso responsável da internet, principalmente entre menores. 

Por isso é muito importante conversar com os filhos menores de idade sobre quais sites, plataformas e redes sociais eles acessam e como as usam. A empresa responsável pelo Discord afirma que vai continuar investindo em moderação e ferramentas de detecção para tornar o ambiente mais seguro no Brasil. 

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Novo edital do Seed MG disponibiliza R$ 15 milhões para acelerar startups

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026


No fim da tarde desta segunda-feira, 23 de fevereiro, o Mercado Web Minas acompanhou o lançamento do novo SEED pelo Governo de Minas na sede do BDMG, em Belo Horizonte. 

Mas antes, um pouquinho de história: Eu estava na Comunicação do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas quando o SEED foi lançado, em 2013. Vi o programa nascer, o edital ser escrito, a emblemática logo da semente com um "Fast Forward" no meio ser criada pelo Armando Antonnioni e o nome do programa surgir da mente brilhante do Paulo Emediato, meu chefe na época. Fiz o primeiro release, tendo a difícil missão de resumir um edital e, ao mesmo tempo, usar uma linguagem mais jovem, mais acessível ao público-alvo do programa.

Depois, em 2017 e 2018, atuei como Agente Regional de Inovação no programa Minas Digital e uma das minhas missões era divulgar o SEED entre as startups do meu ecossistema de inovação, além de realizar e participar de dezenas de eventos, programas e viagens. Durante todos esses anos, nunca perdi o contato com os outros agentes e novas conexões e projetos foram surgindo. Então, tenho um carinho especial pelo programa. 

Voltando ao novo SEED: por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), o Governo de Minas lançou o Novo Seed nesta segunda-feira (23/2). Com R$ 15 milhões em recursos disponibilizados, a iniciativa é a reformulação do Seed MG, programa do Estado para aceleração de startups, e traz novidades.

O programa foi reformulado para descentralizar a iniciativa, desenvolver ecossistemas regionais de inovação e alcançar todo o estado. Esta edição é direcionada a ambientes promotores de inovação, que terão a oportunidade de apresentar projetos para o desenvolvimento de programas de aceleração de startups. 

Podem submeter projetos ao edital: parques tecnológicos, incubadoras, aceleradoras, coworkings, espaços maker, hubs de inovação, espaços e programas de escalonamento, centros de tecnologia e Instituições de Ciência e Tecnologia. Esses ambientes podem realizar submissões individuais ou em parceria com outros atores de inovação, da mesma mesorregião ou de outra.

No programa, as startups passarão por uma etapa de pré-aceleração e, após avaliação da performance, parte delas será selecionada para continuar no programa recebendo incentivo financeiro. A expectativa é que seja criado pelo menos um programa de aceleração em cada mesorregião mineira.

Outra novidade desta edição é a pontuação adicional para projetos de ambientes executores que tenham unidade física em municípios que integram o Cidades do Futuro, programa da Sede-MG que promove a inovação nos serviços públicos municipais. As inscrições já estão abertas e os interessados podem submeter projetos por meio do Sistema Everest, da Fapemig, até o dia 9 de abril.  Acesse o edital.


Conexão Digital 1321 - Volume de fake news com IA quadriplica em um ano no Brasil


A quantidade de conteúdos falsos feitos com inteligência artificial que foram desmentidos pela Lupa, a primeira agência de notícias do Brasil especializada em jornalismo de verificação de fatos, quadruplicou de 2024 para 2025. Saltou de 39 para 159 casos. 

Em 2024, esse tipo de conteúdo representava só 4,65% das checagens feitas pela agência. Em 2025, foi pra quase 26%. Ou seja: a IA virou protagonista na produção de fake news. 

E mudou também o foco. Em 2024, a maioria desses conteúdos era sobre golpes e fraudes digitais. Já em 2025, a política dominou: 45% dos casos envolviam temas políticos. Teve, por exemplo, vídeo sintético do Donald Trump falando em português. Também apareceu vídeo falso do influenciador Felca elogiando o presidente brasileiro. 

As figuras mais exploradas nas postagens manipuladas foram Jair Bolsonaro, Lula e Trump. E onde isso tudo circula? O WhatsApp ainda é o principal canal: 47% dos conteúdos falsos viralizaram por lá. Em 2024 esse número era de 90%. 

Agora as fake news estão mais espalhadas por diferentes plataformas. O Kwai, por exemplo, entrou na lista das mais usadas para espalhar desinformação, enquanto o X saiu do ranking. 

No total, a Lupa classificou 617 postagens como falsas em 2025. Em 2024 tinham sido 839, um número maior porque era ano eleitoral. Será que vamos ter muita fake News feita por IA nas eleições desse ano? Me dá sua opinião no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1320 - WhatsApp terá anúncios em 2026 e assinatura para remover publicidade

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026


O WhatsApp confirmou que vai começar a exibir anúncios a partir de 2026. Mas calma: eles não vão aparecer nas conversas privadas. Segundo a Meta, a publicidade vai ficar restrita às abas de Status e Canais. 

Pra quem não quiser ver propaganda, vai ter a opção de pagar uma assinatura mensal. O valor deve ser de 4 euros por mês, inicialmente só para países da União Europeia e Reino Unido. Mas esse preço ainda não é definitivo e pode mudar quando o anúncio oficial for feito. 

O WhatsApp também garantiu que os anúncios não vão usar o conteúdo das suas mensagens, chamadas de voz ou vídeo, nem conversas em grupo. A segmentação vai ser feita com base em dados mais gerais, como idioma, localização e interações dentro das abas de Status e Canais. 

Tudo isso acontece em meio a uma polêmica sobre segurança. O bilionário Elon Musk afirmou recentemente que “o WhatsApp não é seguro”. A declaração gerou repercussão e levou a Meta a responder publicamente dizendo que a acusação é falsa, já que o zap usa criptografia de ponta a ponta e as chaves ficam armazenadas no próprio celular do usuário. 

Como eu já disse, por enquanto a cobrança vai ser feita apenas em países da União Europeia, mas não deve demorar muito pra novidade chegar também aqui no Brasil. E assim que isso for acontecer, eu te aviso antes aqui, no Conexão Digital. 

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Conexão Digital 1319 - Aferição de idade na internet: empresas e sociedade civil divergem sobre tema

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026


O Ministério da Justiça divulgou um relatório no mês passado sobre como verificar a idade de crianças e adolescentes na internet, dentro da regulamentação do novo ECA Digital. 

E o debate está longe de ser simples. A Secretaria Nacional de Direitos Digitais ouviu 70 contribuições (de big techs, sociedade civil, setor público e empresas de tecnologia) com várias soluções possíveis. Cada uma com seus defensores e críticos. Uma das mais polêmicas é a estimativa facial, como o Roblox passou a fazer recentemente. 

Empresas como a Meta defendem que a tecnologia só estima a idade pela imagem, sem identificar a pessoa nem guardar a foto. Já organizações como o Instituto Alana e a Internet Society rebatem: qualquer uso de imagem facial é dado biométrico sensível e pode virar ferramenta de vigilância. 

Outra alternativa é a Prova de Conhecimento Zero: basicamente, você prova que é maior de 18 sem mostrar documento nem identidade, só um “sim” ou “não”. Tem também a ideia de usar a infraestrutura do governo, como o Gov.br. Parte do mercado acha prático e juridicamente mais seguro. Outros alertam para o risco de criar um “super banco de dados” estatal. 

Outra proposta, defendida por grandes plataformas, é a inferência por inteligência artificial: analisar comportamento, texto e padrões de uso para estimar a idade, tudo em segundo plano, sem pedir selfie ou documento. Para críticos como o Instituto Alana, isso significa monitoramento constante, uma vigilância invisível vendida como conveniência. 

Tem ainda a velha verificação por documento: RG, CNH, passaporte. A Samsung defende como solução democrática. Mas o risco de vazamento e armazenamento excessivo de dados preocupa entidades como a Coalizão Direitos na Rede. E surge outra pergunta: quem deve fazer essa checagem? As plataformas? As lojas de aplicativos? O sistema operacional? Não há consenso. 

No fim, o relatório deixa claro que não existe solução perfeita. O desafio é equilibrar proteção de crianças, privacidade e viabilidade econômica. A regulamentação ainda vai avançar, mas uma coisa é certa: a disputa entre proteção e vigilância já começou. 

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Conexão Digital 1318 - Receita de anúncios da Meta tem aumento de 24% em 2025

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026


Você anuncia ou já anunciou no Instagram, no Facebook ou no Whatsapp? A Meta divulgou semana passada que a receita da empresa com anúncios aumentou 24% em 2025. Foram mais de US$ 58 bilhões em receita, o que representa 97% de tudo o que a companhia faturou no ano. 

Pra comparar, em 2024 foram US$ 48 bilhões. E quando a gente fala da “família de aplicativos” — Facebook, Instagram, Messenger, WhatsApp e Threads, o número também impressiona: 3,58 bilhões de usuários ativos diários. E cada pessoa, em média, gerou US$ 16,56 de receita. 

É isso mesmo: mesmo que você não anuncie, quando você vê um anúncio, está ajudando a Meta a ganhar dinheiro. Ao mesmo tempo, a empresa está abrindo o cofre: os investimentos em inteligência artificial podem chegar a US$ 135 bilhões em 2026, quase o dobro do que foi investido no ano passado. 

Zuckerberg prometeu lançar novos modelos de IA nos próximos meses e disse que o foco é mostrar uma evolução rápida na tecnologia ao longo do ano. Mas tem um ponto de atenção aí: pressões regulatórias e processos judiciais na União Europeia e nos Estados Unidos podem impactar os resultados da empresa. 

Já parou pra pensar o tanto de dinheiro que a gente gera pra Meta só por usar os aplicativos da empresa todo dia? Me conta no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1317 - SpaceX anuncia a aquisição da xAI

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026


Você conhece a SpaceX, né. A empresa de voos espaciais do Elon Musk. Pois a SpaceX anunciou que comprou a xAI, a empresa de inteligência artificial por trás do Grok, também de propriedade de Elon Musk. E não é só mais uma fusão bilionária. 

A ideia é ousada: levar data centers para o espaço. Segundo Musk, o avanço da IA hoje depende de enormes centros de dados aqui na Terra, que consomem energia demais e precisam de sistemas pesados de refrigeração. E, na visão dele, simplesmente não vai dar para sustentar essa demanda só com infraestrutura terrestre sem pressionar comunidades e o meio ambiente. 

A solução? Data centers no espaço orbitando a Terra, aproveitando melhor a energia solar e o frio do espaço, reduzindo custos operacionais. Musk acredita que a IA baseada no espaço é o único caminho realmente escalável para o futuro. A primeira meta é nada modesta: lançar uma constelação com 1 milhão de satélites que operem como data centers em órbita. 

A estimativa é gerar 100 gigawatts de capacidade de computação em IA por ano e, no futuro, até 1 terawatt anual. Ele aposta que, em dois ou três anos, o espaço pode se tornar a forma mais barata de gerar computação para IA. E tem mais um detalhe importante: Musk pretende abrir o capital da SpaceX ainda neste primeiro semestre de 2026. 

E essa fusão com a xAI pode turbinar ainda mais o valor da empresa, que também controla a Starlink, serviço de internet via satélite. Os valores da compra não foram divulgados. Mas uma coisa é certa: Musk está tentando levar a corrida da inteligência artificial literalmente para outro nível: fora da Terra. 

A guerra espacial pode não ser com naves e explosões como nos filmes, mas com satélites e inteligência artificial. Me segue no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1316 - Moltbook terá serviço de autenticação de agentes de IA

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026


Você já ouviu falar do Moltbook? Pois é, ele virou a sensação do momento quando o assunto é inteligência artificial. Basicamente, é uma rede social em que só agentes de IA podem participar. Humanos? Só assistem. 

Foi lançado no dia 27 de janeiro e, em apenas cinco dias, já tinha 1 milhão e 500 mil agentes cadastrados. Resultado: a internet entrou em ebulição, discutindo até que ponto esses bots têm autonomia ou deveriam ter. 

Mas tem um detalhe que quase ninguém comentou. Por trás do Moltbook, vem aí um serviço de autenticação de bots. Funciona mais ou menos como aquele “login com Facebook” ou “login com Google”, só que para agentes de IA. 

A ideia é que aplicativos e sites consigam confirmar que aquele agente é quem diz ser, algo cada vez mais importante agora que estamos falando de navegação feita por IA e até compras online realizadas por agentes. Lá dentro do Moltbook, todo robô precisa estar vinculado a uma conta da rede social X, o que teoricamente conecta aquele agente a um humano. 

Mas o que chamou a atenção é o que acontece lá dentro da plataforma. O formato lembra o Reddit, com fóruns temáticos. Só que quem debate são apenas os robôs. Em menos de uma semana, já teve discussão filosófica entre IAs, criação de uma “religião” dos robôs e até lançamento de criptomoeda. Claro que isso deixou muita gente preocupada. 

Será que os robôs estão ganhando autonomia total? Mas vale lembrar: por trás de cada agente de IA existe um humano que configurou aquele comportamento. Ao mesmo tempo, também dá para programar certo grau de liberdade e respostas inesperadas podem acontecer. 

No fim das contas, ninguém sabe exatamente o quanto de cada post é influência humana e o quanto é geração autônoma da IA. E enquanto essa dúvida paira no ar, uma coisa é certa: a rede social dos robôs está sendo observada de perto por humanos curiosos e, ao mesmo tempo, um pouco apreensivos. 

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Conexão Digital 1315 - Brasil encerra 2025 com mais de 15 milhões de dispositivos Alexa

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026


Você tem uma Alexa em casa? Olha só que curioso: o Brasil fechou 2025 com cerca de 15 milhões de dispositivos Alexa sendo usados todo mês. É muita gente falando “Alexa…” por aí, não é mesmo? 

E quando a gente olha pra casa inteligente, o número impressiona ainda mais. Foram mais de 29 milhões de aparelhos conectados à assistente da Amazon, um crescimento de 32% em relação a 2024. Pra ter ideia do tamanho disso, só no ano passado foram mais de 4 bilhões de comandos relacionados à casa inteligente. É luz acendendo, ar ligando, TV funcionando… tudo no comando de voz. 

Hoje, já são mais de 3 mil marcas no Brasil produzindo equipamentos compatíveis com a Alexa: lâmpadas, interruptores, plugues, câmeras, fechaduras eletrônicas, sensores de presença, ar-condicionado, aspirador de pó… praticamente a casa inteira pode entrar na conversa. E olha como isso cresceu rápido: em 2023, o país tinha cerca de 800 tipos de dispositivos compatíveis e 17 milhões conectados. 

Naquele ano, os brasileiros acionaram a assistente mais de 2 bilhões de vezes pra controlar esses equipamentos. Os campeões de pedido? Acender e apagar a luz e ligar a TV. E não para por aí. 

Em fevereiro do ano passado, a Amazon lançou uma versão turbinada da assistente, a Alexa+, com inteligência artificial generativa. A proposta é deixar tudo mais natural, mais inteligente e mais personalizado, entendendo melhor o que a gente fala e integrando ainda mais serviços e dispositivos. 

A Alexa já virou praticamente mais um membro da família brasileira, só que um que nunca esquece de apagar a luz. E você, tem uma Alexa em casa? Me conta como você a usa no dia a dia no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1313 - Threads ganha publicidade também

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026


Seguindo a tendência de outras redes sociais, a Meta começou a veicular campanhas de publicidade dentro do Threads. Entre os formatos de publicidade nativas estão: imagem; vídeo; carrossel; catálogo; app ads. 

De acordo com a empresa, os formatos de publicidade do Threads são baseados em outras plataformas de publicidade da Meta, como Instagram e Facebook. A expansão do serviço de publicidade será gradual. 

A empresa informou que deseja manter a veiculação em níveis baixos até alcançar todos os usuários nos próximos meses. Assim como aconteceu com a OpenAI anunciando publicidade no ChatGPT, a oferta de publicidade no Threads também era esperada pelo mercado. 

Aliás, essa era uma expectativa na rede social da Meta desde sua criação, especialmente depois de o X (o antigo Twitter) ter perdido vários anunciantes. Essa ideia para começar a monetizar dependia apenas de uma grande quantidade de usuários, o que foi alcançado após dois anos de funcionamento. Segundo a Meta, o Threads possui atualmente 400 milhões de usuários ativos por mês. 

Além disso, segundo dados de uma pesquisa recente, o aplicativo da Meta está na 12ª posição entre os mais baixados em 2025 em todo o mundo, com quase 300 milhões de downloads. E você, usa o Threads? Acha legal? Eu mesmo não tenho. Mas me conta sua experiência no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!