Conexão Digital 1404 - Como o Linux revolucionou o mundo digital
sexta-feira, 19 de junho de 2026
- Muito provavelmente você já deve ter ouvido falar no sistema operacional Linux.
- Muito provavelmente você nunca teve o sistema instalado no seu computador.
- E muito provavelmente você já deve ter usado algum programa, site ou aplicativo que só existe porque foi criado no Linux.
Agora imagine ter 21 anos, criar um projeto no quarto do seu apartamento e liberar o código gratuitamente na internet. Foi exatamente assim que nasceu uma das tecnologias mais importantes do mundo moderno.
Em 25 de agosto de 1991, um estudante finlandês chamado Linus Torvalds publicou na internet o primeiro anúncio do que viria a ser o Linux. Naquela época, empresas como Microsoft e Apple apostavam em softwares fechados, protegidos por licenças e segredos comerciais e pagos.
Linus decidiu fazer justamente o contrário. Em vez de esconder seu trabalho, ele disponibilizou o código para que qualquer pessoa pudesse usar, modificar e melhorar. O que parecia apenas um hobby acabou se tornando a base de grande parte da internet que usamos todos os dias.
Hoje, o Linux está presente em cerca de 96% dos servidores que mantêm sites e serviços online. Está em todos os celulares Android, nos maiores supercomputadores do planeta e até em sistemas utilizados pela SpaceX em suas missões espaciais.
Provavelmente, você já usou várias tecnologias baseadas em Linux hoje sem sequer perceber. Seja ao acessar uma rede social, enviar uma mensagem ou armazenar arquivos na nuvem.
O mais interessante é que Linus poderia ter transformado essa ideia em um produto fechado e acumulado uma fortuna ainda maior. Mas escolheu apostar na colaboração.
E talvez essa seja a maior lição dessa história: o Linux não mudou apenas a tecnologia. Ele mostrou que a colaboração pode ser uma das forças mais poderosas pra impulsionar a inovação, como a tecnologia blockchain tem feito nos últimos anos, por exemplo.
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Conexão Digital 1403 - WhatsApp terá opção de pagamento em Reais para empresas
quinta-feira, 18 de junho de 2026
O WhatsApp vai mudar a forma de cobrança para empresas no Brasil. A partir de 1º de julho, vai ser possível pagar pelas mensagens comerciais diretamente em Reais. Até então, a cobrança era feita em dólares.
Para usar a nova modalidade, as empresas vão precisar criar uma nova conta dentro do WhatsApp Business. A opção de pagamento em Dólar continua disponível, mas pagar em moeda local pode trazer uma vantagem importante: evitar os impactos da variação cambial, que costuma gerar custos extras para as empresas.
As mensagens enviadas pelas empresas são divididas em três categorias: marketing, utilidade e autenticação. As de marketing terão preço fixo de cerca de 32 centavos por mensagem, independentemente do volume enviado. Já as mensagens de utilidade e autenticação começam custando cerca de 3 centavos e meio por envio, com descontos progressivos para quem dispara grandes volumes.
Segundo especialistas, os preços de utilidade e autenticação são bastante competitivos quando comparados ao SMS tradicional. Com isso, o WhatsApp busca conquistar uma fatia desse mercado, hoje dominado pelas operadoras e empresas de SMS. Por outro lado, o custo das mensagens de marketing é considerado mais alto.
A estratégia é desestimular o envio de spam e incentivar apenas campanhas realmente relevantes, direcionadas para clientes com interesse no conteúdo da empresa. Você já interagiu com algum anúncio de empresa pelo Whatsapp? Como foi sua experiência? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1402 - Meta apresenta busca por empresas no WhatsApp
quarta-feira, 17 de junho de 2026
A Meta anunciou recentemente novidades para facilitar a busca por empresas dentro do WhatsApp. Uma delas é o uso do nome de usuário, um identificador único para empresas, parecido com o que já existe para perfis de pessoas físicas.
Com isso, não será mais necessário ter o número de telefone para iniciar uma conversa. Outra novidade é a busca direta por empresas com agentes de inteligência artificial. Basta digitar o @ seguido das primeiras letras do nome da empresa na barra de pesquisa do aplicativo para encontrar o contato e começar a conversar.
A função, porém, será exclusiva para empresas que utilizam agentes de IA criados no ecossistema Meta Business Agent. Segundo a Meta, o objetivo é ajudar os mais de 3 bilhões de usuários do WhatsApp a encontrar empresas com mais facilidade. Mark Zuckerberg, CEO da Meta, destacou que os novos recursos vão ampliar a descoberta de negócios dentro do aplicativo.
A empresa também mostrou outras ferramentas, como menus interativos, links com ações rápidas e a possibilidade de fazer praticamente toda a jornada de compra sem sair da conversa: consultar produtos, preencher formulários, agendar serviços e até concluir pagamentos.
Em uma demonstração, uma usuária encontrou uma confeitaria pelo WhatsApp, recebeu sugestões de produtos por um agente de IA, escolheu os itens e finalizou a compra diretamente no chat. A Meta informou que algumas novidades começam a ser liberadas agora, enquanto outras chegarão em breve. Já os usernames para empresas ainda estão em fase de implementação.
Parece que vem aí um novo Whatsapp Business que fará ainda mais diferença na vida de quem usa essa versão do aplicativo. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1401 - Instagram Plus é lançado mundialmente
terça-feira, 16 de junho de 2026
O Instagram lançou na semana passada o Instagram Plus, uma nova assinatura que já está disponível no Brasil a partir de R$ 10 por mês. A novidade traz recursos extras para quem quer mais visibilidade e personalização na plataforma.
Entre as funções, os assinantes podem destacar Stories para alcançar mais pessoas, usar os chamados Super Likes com reações animadas e criar várias listas de amigos para compartilhar conteúdos com grupos específicos. Também é possível deixar os Stories no ar por até 48 horas.
Outra novidade é o acesso a mais informações sobre visualizações. Os usuários podem ver quantas vezes um Story foi assistido novamente, pesquisar nomes na lista de visualizações e acompanhar melhor o desempenho das publicações. O pacote inclui ainda personalizações, como ícones exclusivos para o aplicativo, fontes diferentes na biografia e a possibilidade de fixar até seis publicações no perfil.
Também dá para publicar conteúdos diretamente nos Destaques sem que eles apareçam no feed dos seguidores. Segundo a Meta, nada muda para quem usa a versão gratuita do Instagram. O Instagram Plus é apenas uma opção para quem quiser recursos extras. A empresa também anunciou que pretende testar novos planos para criadores de conteúdo, empresas e ferramentas de inteligência artificial, todos reunidos sob a marca Meta One.
Na minha opinião, o problema é exatamente essa questão do alcance maior pra quem for assinante. Mesmo que você tenha um bom conteúdo, pode acabar perdendo relevância pra quem pagar a assinatura.
E você, se interessou? Já é assinante do Instagram Plus? Me conta sua experiência no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1400 - Como criar sua própria figurinha da Copa com ChatGPT e Gemini
segunda-feira, 15 de junho de 2026
O processo é simples. Basta acessar o ChatGPT ou o Gemini, abrir uma nova conversa e anexar duas imagens: uma foto sua de frente, com boa iluminação, e uma figurinha oficial do álbum da Copa de 2026 como referência. Depois, é só colar o prompt que vou te falar agora e substituir pelas suas informações pessoais.
No prompt você vai escrever assim:
“Remova a foto do jogador da primeira imagem e coloque a pessoa da segunda imagem no lugar. Ela deve usar a camisa da Seleção Brasileira, mantendo estilo, textura, sombras e cores da figurinha original. Troque o nome para [COLOQUE SEU NOME].
Na parte das informações coloque sua [DATA / ALTURA / PESO] e troque o nome do time pelo time que você quiser. Mantenha exatamente o mesmo estilo e tamanho da figurinha original.”
E pronto! Mande rodar. O segredo para um bom resultado é o prompt. Quanto mais detalhadas forem as instruções, mais realista será a imagem. Se o resultado não ficou bom de primeira, peça ajustes na mesma conversa.
Eu testei no ChatGPT e deu certo nas primeiras imagens geradas. No dia seguinte, já não funcionou e ele só me mostrava figurinhas com o layout da Copa da Rússia de 2018. Aí eu testei pelo Gemini e deu certo, porém, com menor qualidade nas imagens.
E você, entrou no clima da copa ou ainda não? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Use a imagem abaixo como "IMAGEM 1":Conexão Digital 1398 - YouTube anuncia atualizações para identificação de vídeos com IA
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Se você já teve dúvidas sobre o que é real e o que foi criado por Inteligência Artificial na internet, o YouTube acaba de dar mais um passo pra tentar resolver esse problema. A plataforma anunciou novas ferramentas pra identificar conteúdos produzidos ou muito modificados com o uso de IA.
A partir de agora, vídeos considerados mais realistas ou que passaram por alterações significativas com inteligência artificial vão receber avisos muito mais visíveis para o público. Nos vídeos tradicionais, o alerta vai aparecer próximo ao player.
Já nos Shorts, aqueles vídeos curtos, a identificação vai ficar diretamente sobre o conteúdo, facilitando a visualização. A novidade mais interessante é que o próprio YouTube vai passar a detectar automaticamente quando a inteligência artificial foi utilizada.
Ou seja, a plataforma não dependerá apenas da boa vontade dos criadores para informar que determinado vídeo foi gerado ou alterado por IA. Segundo o YouTube, esses rótulos não vão prejudicar a monetização dos canais nem afetar o sistema de recomendações. O objetivo é simplesmente dar mais transparência para quem está assistindo.
E faz sentido. Com a evolução das ferramentas de IA, ficou cada vez mais difícil distinguir vídeos reais de conteúdos criados artificialmente. Deepfakes, vozes sintéticas e imagens hiper-realistas estão se tornando comuns.
No fim das contas, o YouTube parece estar se preparando para uma nova realidade da internet: um mundo onde a pergunta não será apenas "quem publicou este vídeo?", mas também "esse vídeo foi feito por uma pessoa ou por uma inteligência artificial?". E a resposta precisa ficar cada vez mais clara pra todo mundo, concorda?
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Conexão Digital 1397 - Meta lança assinaturas para Instagram, WhatsApp e Facebook
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Se você achava que já pagava assinaturas demais, prepare-se: a Meta quer que você assine também o Facebook, o Instagram, o WhatsApp e até a inteligência artificial dela.
A empresa começou a lançar uma série de planos pagos para seus aplicativos. No WhatsApp, por exemplo, alguns usuários brasileiros já estão testando o WhatsApp Plus, que custa cerca de R$ 7 por mês e oferece recursos como temas personalizados, ícones exclusivos, figurinhas especiais e mais opções para organizar conversas.
No Instagram e no Facebook, os planos prometem funcionalidades extras, como mais opções de personalização, recursos exclusivos para Stories e ferramentas de engajamento. A ideia é transformar serviços que sempre foram gratuitos em plataformas com benefícios premium para quem estiver disposto a pagar, assim como o Youtube está fazendo na sua versão Premium.
Mas a aposta mais interessante está na Inteligência Artificial. A Meta também está testando planos pagos para o Meta AI, com versões que oferecem respostas mais avançadas, maior capacidade de processamento e ferramentas mais sofisticadas para criação de imagens e vídeos.
Além disso, criadores de conteúdo e empresas terão planos específicos que incluem maior destaque nas redes sociais, ferramentas de análise de audiência, agendamento de publicações, proteção contra perfis falsos e até recursos para ampliar o alcance de posts e Reels.
No fundo, o movimento mostra uma mudança importante no modelo de negócios das redes sociais. Durante anos, as plataformas viveram quase exclusivamente da publicidade. Agora, a Meta quer seguir um caminho parecido com o de serviços de streaming e softwares por assinatura: cobrar diretamente dos usuários.
A grande questão é: as pessoas estão realmente dispostas a pagar por recursos extras em aplicativos que sempre usaram de graça? Será que perfis assinantes terão uma exibição maior dos posts em relação aos perfis gratuitos? Comenta o que você acha disso no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1396 - Como seu smartphone te entrega publicidade personalizada
terça-feira, 9 de junho de 2026
Você já passou por aquela situação estranha de comentar sobre um produto com alguém e, pouco tempo depois, ver um anúncio exatamente sobre aquilo no celular? Muita gente pensa imediatamente: “Será que meu smartphone está me ouvindo?”.
Mas a realidade pode ser ainda mais impressionante. As grandes empresas de tecnologia não precisam necessariamente escutar suas conversas pra saber o que você quer comprar. Elas já possuem acesso a uma quantidade gigantesca de informações sobre seus hábitos digitais. Cada pesquisa, cada vídeo assistido, cada localização visitada, cada curtida e até o tempo que você passa olhando uma publicação ajudam a construir um perfil extremamente detalhado dos seus interesses.
Com inteligência artificial, esses dados são analisados em velocidade impressionante para prever comportamentos e intenções de consumo. O resultado é que, muitas vezes, os anúncios parecem ler a nossa mente. Na verdade, eles estão lendo seus padrões.
Isso não significa que a privacidade deixou de ser uma preocupação. Pelo contrário. À medida que a inteligência artificial evolui, cresce também o debate sobre transparência, coleta de dados e até sobre quais permissões concedemos aos aplicativos sem prestar muita atenção.
A grande reflexão talvez seja esta: quando compramos um smartphone, estamos adquirindo apenas um aparelho ou também estamos entrando em um enorme ecossistema que coleta informações sobre nosso comportamento todos os dias?
A tecnologia trouxe conveniência, personalização e acesso instantâneo à informação. Mas também levantou uma pergunta cada vez mais importante: quanto da nossa privacidade estamos dispostos a trocar por essa comodidade? Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1395 - Conexão Social Media 2026
segunda-feira, 8 de junho de 2026
"Um dos maiores recados do Conexão Social Mídia foi: A IA pode ajudar muito, mas ela não pensa por você. Ela funciona como um segundo célebro, só quem coloca repertório, estratégia, vivência e direção é você. O mercado está muito parecido porque tem muita gente usando as mesmas ferramentas do mesmo jeito. Por isso o diferencial continua sendo clareza de posicionamento, promessa bem definida, conteúdo humanizado e uma identidade forte. Contratar alguém para cuidar do seu digital não tira a autoridade do dono, pelo contrário, ajuda a transformar essa autoridade com conteúdo, presença e prospecção. Conteúdo é um dos maiores ativos de venda hoje. Primeiro você constrói uma base com método, depois potencializa o que deu certo com tráfego pago. No fim, falar com todo mundo é falar com ninguém. E em um mercado cheio de IA, quem tem identidade sai na frente", completou outra ex-aluna minha, Brenda Candiotto, da Dona B Agência Criativa.
O clima foi de imersão total no universo digital. Nos palcos, especialistas discutiram temas que estão dominando o mercado, como inteligência artificial aplicada à criação de conteúdo, posicionamento de marca, vendas pelas redes sociais, automação, tendências do Instagram, TikTok e novas estratégias para conquistar mais audiência e mais clientes. Outro destaque foi a presença de grandes nomes do marketing digital e das mídias sociais, compartilhando experiências reais, erros, acertos e estratégias que estão funcionando na prática. A proposta foi mostrar que produzir conteúdo hoje não é apenas sobre curtidas e seguidores, mas também sobre construir autoridade, gerar vendas e transformar presença digital em negócio.
Pelo tamanho do evento e pela procura dos participantes, fica claro que o mercado segue crescendo e criando novas oportunidades para quem quer viver do digital. E você, costuma participar de eventos da sua área? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1394 - Youtube foca em assinantes Premium
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Você já reparou que os anúncios no YouTube parecem estar ficando cada vez mais frequentes? Pois isso pode não ser coincidência. O Google está apostando pesado em uma estratégia que está mudando a forma como a plataforma ganha dinheiro.
Recentemente, o YouTube conquistou cerca de 25 milhões de novos assinantes do plano Premium, ultrapassando a marca de 100 milhões de usuários pagantes no mundo. E o mais curioso é que o Google parece cada vez mais interessado em transformar assinantes em sua principal fonte de receita, reduzindo sua dependência da publicidade.
A lógica é simples: receita de assinatura é previsível. Todo mês entra dinheiro no caixa, independentemente das oscilações do mercado publicitário. Já os anúncios dependem de diversos fatores, como economia, concorrência e orçamento das empresas. Por isso, muita gente acredita que a experiência da versão gratuita está sendo deixada propositalmente menos confortável. Quanto mais anúncios interrompendo os vídeos, maior a chance de o usuário pensar em pagar uma assinatura.
E, olhando os números, a estratégia parece estar funcionando. Com mais de 100 milhões de assinantes, o YouTube já pode ser considerado um dos maiores serviços de streaming do mundo, disputando espaço diretamente com gigantes como Netflix e Disney+.
Mas vale a pena pagar pelo YouTube Premium? Pra quem passa horas por dia na plataforma, consome música, podcasts e vídeos sem querer interrupções, ou pra quem é dono de bares e restaurantes que tocam vídeos, a assinatura pode fazer sentido. Já quem acessa apenas ocasionalmente talvez prefira continuar na versão gratuita e conviver com os anúncios. Atualmente a assinatura para estudantes custa R$ 16,90 por mês. Já a assinatura básica individual está em R$ 26,90 mensais.
E você: pagaria pra não ver propaganda ou acha que alguns anúncios ainda são um preço justo para usar o YouTube de graça? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!







