Conexão Digital 1376 - Nova lei endurece penas para roubo de celulares e fraudes na internet

terça-feira, 12 de maio de 2026


Entrou em vigor uma nova lei que endurece as penas para vários crimes que vêm crescendo no Brasil, principalmente os ligados a roubos de celular, golpes pela internet e até furto de cabos de energia e telefonia. A medida altera o Código Penal e aumenta bastante o tempo de prisão para quem for pego cometendo esses crimes. 

No caso de roubo ou furto de celulares, computadores e outros aparelhos eletrônicos, a pena agora pode chegar a 10 anos de prisão, além de multa. Se o crime acontecer durante a noite, a punição aumenta ainda mais. Outro foco da nova lei são os golpes virtuais. Fraudes usando Pix, WhatsApp, redes sociais, e-mails falsos e até clonagem de celular agora têm punições mais severas. 

Quem aplicar golpes usando contas “laranja” ou enganando vítimas pela internet pode pegar de 4 a 8 anos de prisão. A lei também mira o furto de cabos elétricos e de telefonia, um problema que causa prejuízos enormes e deixa bairros inteiros sem energia, telefone ou internet. Quando o crime afeta serviços essenciais ou órgãos públicos, a pena pode chegar a 8 anos de prisão. 

A ideia é tentar reduzir crimes que se tornaram cada vez mais comuns no dia a dia, principalmente com o avanço da tecnologia e das fraudes digitais. 

Você acha que o aumento das penas vai diminuir esse tipo de crime? Eu penso que pouco muda se são 4 ou 8 anos sem fiscalização e sem aplicação efetiva das penas. Me conta sua opinião no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1375 - Meta encerra criptografia nas DMs do Instagram

segunda-feira, 11 de maio de 2026


Conforme eu já tinha anunciado aqui no Conexão Digital, o Instagram começou a remover a criptografia de ponta a ponta das mensagens diretas desde a semana passada. Na prática, isso significa que as conversas deixam de ter aquela camada extra de proteção que garantia que só quem enviou e quem recebeu poderiam ler o conteúdo. 

Esse tipo de criptografia já é comum em aplicativos como o WhatsApp, mas no Instagram ela só chegou em 2023 e ainda precisava ser ativada manualmente pelos usuários. Segundo a própria Meta, pouca gente usava o recurso, e por isso a empresa decidiu encerrar a função. 

Mas a mudança também levanta discussões importantes sobre privacidade. Sem a criptografia, fica mais fácil para a plataforma acessar o conteúdo das conversas. Por outro lado, isso pode ajudar em investigações criminais e no combate a conteúdos ilegais, algo que vinha sendo pressionado por autoridades e grupos de proteção a crianças e adolescentes. 

Porém, especialistas apontam que a decisão também pode ter interesse comercial. Com acesso maior aos chats, a Meta poderia usar essas informações para melhorar anúncios direcionados e ferramentas de inteligência artificial. 

O Instagram informou que quem tinha a proteção ativada vai receber orientações para salvar fotos, vídeos e conversas antigas. Usuários com versões antigas do aplicativo vão precisar atualizar o app para conseguir acessar ou baixar esse conteúdo. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1374 - Dica de filme Her (Ela)

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Sexta-feira é dia de dica de filme, série ou livro sobre o universo digital. Hoje eu vou indicar um filme até relativamente antigo: Her, que em português se chama Ela, e foi lançado em 2013, com o ainda não tão famoso ator Joaquin Phoenix. 

O filme, dirigido por Spike Jonze, parece cada vez menos ficção e mais um retrato do presente. A história acompanha Theodore, um cara solitário que se apaixona por um sistema operacional com inteligência artificial, a Samantha. Pode soar estranho à primeira vista, mas a ideia central do filme é bem familiar: a gente já cria vínculos com tecnologia o tempo todo. Hoje, com assistentes virtuais, algoritmos que “entendem” nossos gostos e até IAs que conversam de forma natural, a linha entre humano e máquina está cada vez mais tênue. 

O que o filme acerta em cheio é mostrar que não se trata só de tecnologia avançada, mas de emoção. A Samantha não é só útil, ela é atenciosa, empática, está sempre disponível. Coisas que, muitas vezes, faltam nas relações humanas. E aí entra um ponto importante: será que estamos usando a tecnologia para nos conectar mais ou para substituir conexões reais? 

No filme, Theodore encontra conforto na IA porque ela é simples e não exige tanto quanto uma pessoa de verdade. Isso dialoga muito com os dias de hoje, onde interações digitais podem ser mais fáceis e controláveis do que relações presenciais. 

Ao mesmo tempo, o filme não demoniza a tecnologia. Ele mostra que essas ferramentas podem, sim, ajudar, mas também levanta um alerta: quanto mais humanas elas parecem, mais a gente projeta sentimentos nelas. E isso pode confundir nossos limites. 

No fim, Her é menos sobre um romance estranho e mais sobre solidão, conexão e o jeito como estamos aprendendo (ou desaprendendo) a nos relacionar em um mundo cada vez mais mediado por inteligência artificial. Atualmente o filme está disponível apenas no HBO Max ou pagando aluguel no Prime Video, Youtube ou Apple TV. Já assistiu? Me conta o que achou no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1373 - 5 dicas para organizar sua caixa de entrada de e-mail

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Se você, assim como eu, vive com seu e-mail lotado e tem que ficar apagando mensagens de vez em quando, hoje eu trago cinco dicas para organizar sua caixa de entrada. Organizar o inbox pode levar horas, mas faz MUITA diferença na produtividade. 

Hoje a gente recebe de tudo: propaganda, trabalho, newsletter, golpe e, se vacilar, acumula centenas de mensagens rapidinho. O problema é que isso não é só bagunça: você perde tempo procurando informação, pode deixar passar prazo importante e ainda corre o risco de ignorar mensagens de trabalho. Fora o impacto na saúde mental. Aquele monte de e-mail não lido dá uma sensação real de sobrecarga. 

E tem mais: caixa cheia também pesa no bolso. Gmail, Outlook, iCloud… tudo tem limite de armazenamento. Se lotar, ou você paga mais espaço ou fica criando várias contas, o que dá ainda mais trabalho. Aí entra um conceito famoso chamado “Inbox Zero”, que não é deixar o e-mail zerado o tempo todo, mas evitar acúmulo e manter tudo sob controle. Na prática, algumas dicas ajudam muito: 

Primeiro: defina horários pra mexer no e-mail. Nada de ficar olhando toda hora. Duas ou três vezes por dia já resolve. Segundo: perca o medo de apagar. Se não é importante agora ou depois, delete. Simples assim. Terceiro: cancele inscrições. Aqueles e-mails de promoção e newsletter só lotam sua caixa. Quarto: use pastas e filtros. Separe por trabalho, pessoal, contas… e deixe o sistema fazer parte do trabalho por você. E por último: resolveu em até dois minutos? Já responde na hora. Nada de empurrar pra depois. 

Se ainda assim estiver difícil, existem ferramentas que ajudam a organizar tudo e até cancelar várias inscrições de uma vez. No fim, manter o e-mail organizado não é só questão de limpeza: é ganhar tempo, foco e até tranquilidade no dia a dia. Sua caixa de e-mails vive lotada? Como você gerencia suas mensagens? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1372 - Instagram amplia restrições a perfis que repostam conteúdos copiados

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Copia, só não faz igual. Você já deve ter ouvido essa frase por aí. O Instagram resolveu apertar o cerco contra aquelas contas que vivem só de repostar conteúdo dos outros. Sabe os perfis que basicamente pegam posts alheios e jogam lá como se fosse próprio? Então, eles vão começar a perder alcance a partir de agora. A novidade vale também pros Reels, fotos e carrosséis. 

Na prática, essas contas deixam de ser recomendadas pelo Instagram, ou seja, param de aparecer pra quem ainda não segue. Resultado: menos visibilidade e menos crescimento. A mudança começa a ser aplicada ao longo de maio e tem um objetivo bem claro: valorizar quem realmente cria conteúdo original. Além disso, também tenta evitar aquela sensação de “já vi isso antes”, quando o mesmo post aparece várias vezes no feed. 

Mas o que o Instagram considera conteúdo original? Basicamente, algo criado por você ou que tenha uma edição relevante, com sua própria visão. Memes adaptados ou vídeos com mudanças criativas entram nessa categoria. Agora, só colocar uma marca d’água ou acelerar o vídeo não conta. Se você só compartilha conteúdo de terceiros sem mudar quase nada, sua conta não vai mais ser recomendada pra novos públicos. 

Ah, e importante: isso não muda nada pra quem já te segue. Seus posts continuam aparecendo normalmente pra sua base. A diferença é só no alcance pra quem não te segue. Se alguém sentir que foi afetado injustamente, dá pra conferir o status da conta e até pedir revisão. Mas o recado do Instagram é claro: quem cria, cresce. Quem só replica, vai ficar pra trás. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1371 - Meta condenada a indenizar usuária que teve conta invadida e usada em golpes

terça-feira, 5 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A Meta foi condenada pela Justiça de Minas a indenizar uma moradora de Sete Lagoas, a cidade onde eu moro, depois que os perfis dela no Insta e no Face foram invadidos por hackers e usados pra aplicar golpes. 

A decisão saiu no Tribunal de Justiça de Minas Gerais e fixou uma indenização de R$ 10 mil por danos morais. Segundo o processo, os criminosos entraram nas contas da vítima, pegaram fotos dela e do filho e começaram a pedir dinheiro via PIX pra amigos e seguidores. Ou seja, além do prejuízo financeiro, teve também o impacto na imagem dela, já que muita gente acreditou que era ela pedindo ajuda. 

A vítima tentou resolver o problema direto com as plataformas, usando os canais de suporte, mas não teve retorno. Já as empresas alegaram que a culpa não era delas e que os próprios usuários precisam cuidar da segurança das contas, como está nos termos de uso. Na primeira decisão, a Justiça até mandou as redes devolverem o acesso aos perfis, mas não tinha definido indenização. 

As plataformas recorreram e aí veio a virada. Na segunda instância, o relator do caso destacou que esse tipo de relação entra no Código de Defesa do Consumidor. Ou seja, as plataformas têm responsabilidade sobre a segurança do serviço que oferecem. Ele ainda afirmou que esse tipo de invasão é um risco da própria atividade das redes sociais. Em outras palavras: se o sistema fosse realmente seguro, a invasão não teria acontecido. E mais: o uso da identidade da vítima pra aplicar golpes vai muito além de um simples aborrecimento, porque afeta diretamente a reputação dela. 

A decisão foi acompanhada por outros desembargadores, mas ainda cabe recurso. Mesmo assim, o caso acende um alerta importante sobre segurança digital e também sobre a responsabilidade das plataformas nesse tipo de situação. Imagina se passa a ter jurisprudência e outras vítimas também passam a ser indenizadas? Com certeza a segurança nas plataformas seria reforçada. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1370 - Como surgiu o meme Será

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A trend “Será?” é o novo fenômeno das redes sociais. E você provavelmente já viu alguém fazendo por aí. Tudo começou com um vídeo do comunicador cearense João Inácio Jr., e em pouco tempo a ideia se espalhou como fogo. 

A dinâmica é simples e divertida: a pessoa aparece no vídeo fazendo perguntas sobre si mesma ou sobre situações do dia a dia, sempre terminando com um “Será?”. Tudo com um tom bem leve, meio irônico, quase como uma provocação brincando com fofocas ou suposições. No começo, a trilha sonora mais usada era o clássico La Isla Bonita, da Madonna, o que deu um charme extra pro formato. 

Mas, como toda trend, já tem gente adaptando, mudando música, estilo e deixando a coisa ainda mais criativa. O jeito de fazer também virou marca registrada: a pessoa caminha de forma descontraída, geralmente com as mãos nos bolsos, enquanto manda frases tipo “Dizem por aí…” ou “O papo que rola na cidade…”, e fecha com o famoso “Será?”. Simples, mas funciona muito bem. 

E tem um detalhe importante: o vídeo original do João Inácio Jr. não era só humor. Ele usou esse formato pra falar de um tema pessoal, a própria sexualidade. Aos 69 anos, ele apareceu dançando, com leveza, falando sobre sua sexualidade. Ou seja, além de viral, o conteúdo também abriu espaço pra conversa. No fim das contas, a trend “Será?” pegou justamente porque mistura humor, curiosidade e identificação. 

É aquele tipo de conteúdo fácil de fazer, fácil de assistir e difícil de ignorar. E você, conhece algum profissional, marca ou empresa que entrou na trend? Me marca no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!



Conexão Digital 1369 - Dica de filme Por Dentro da Machosfera

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Sexta-feira é dia de dica de filme, série ou livro sobre o universo digital, e já faz um tempo que eu não sugiro nada nesse espaço. Então, aproveitando que hoje é feriado, prepare a pipoca e a cabeça pra entrar no mundo dos redpills, tão falados nas redes sociais nos últimos tempos. 

A Netflix estreou recentemente o documentário "Por Dentro da Machosfera" e ele é bem impactante. Nele, o documentarista britânico Louis Theroux investiga esse universo online que vem crescendo muito. 

Basicamente, ele mergulha nesse ecossistema de influenciadores, comunidades red pill, incels… toda essa galera que vive espalhando ideias bem extremas, como misoginia, e teorias conspiratórias e que, muitas vezes, acaba atraindo jovens com promessas de sucesso, dinheiro e relacionamentos com mulheres super idealizadas. 

O mais curioso é que ele não fica só observando de longe. Ele consegue conversar diretamente com figuras bem polêmicas pra entender de onde vêm esses discursos e por que tanta gente compra essas ideias. E aí entra uma parte mais profunda: o documentário sugere que isso tudo se conecta com uma espécie de evolução do machismo antigo, muitas vezes colocando religião no meio pra tentar legitimar esse discurso. 

O documentário pode até ser meio constrangedor em alguns momentos, mas ao mesmo tempo é super necessário, porque mostra um lado da internet que pode ser ainda pior do que a gente imagina. 

Ainda mais fundamental pra quem tem filho ou filha adolescente em casa, já que nessa idade eles estão iniciando relacionamentos amorosos. 

Você já assistiu? Me conta o que achou no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!



Conexão Digital 1367 - Tinder testa escaneamento de íris para frear bots de IA

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Novidade pra você que usa o Tinder, o aplicativo de paqueras. O Tinder está testando uma nova forma de verificar usuários pra combater perfis falsos criados com inteligência artificial e a solução pode ser bem interessante: escanear a íris do olho dos usuários. 

A ideia surgiu porque os golpes e perfis fake ficaram muito mais sofisticados. Hoje, com IA, dá pra criar fotos, vozes e até conversas super realistas, o que dificulta separar quem é real de quem é falso. Pra resolver isso, o Tinder vai escanear a íris e o sistema gera um código único que comprova que você é humano. Depois disso, seu perfil ganha um selo de verificação. E ainda rola um incentivo: quem fizer isso pode ganhar vantagens, tipo mais visibilidade no aplicativo. 

Esse teste começou em países como o Japão e pode se expandir pra outras plataformas no futuro, como Zoom, Reddit e Shopify, todas interessadas em reduzir fraudes. E faz sentido: só nos Estados Unidos, golpes em plataformas de relacionamento já causaram mais de 1 bilhão de dólares em prejuízo em um ano. Mas nem tudo são flores. 

A tecnologia levanta dúvidas sobre privacidade, já que envolve dados biométricos super sensíveis. E no Brasil, ela nem deve chegar tão cedo: a Autoridade Nacional de Proteção de Dados proibiu o sistema, questionando justamente o uso desses dados e incentivos financeiros. 

E você, usa o Tinder? Realmente tem muito fake por lá? Você acha que, por mais segurança, vale a pena a exposição dos seus dados pessoais? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1366 - Plataformas estão proibidas de monetizar com previsões

terça-feira, 28 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O Conselho Monetário Nacional decidiu proibir, a partir de 4 de maio, as apostas em plataformas de mercado preditivo no Brasil: aquelas em que você aposta se algo vai acontecer ou não. 

Na prática, isso afeta empresas como Kalshi e Polymarket, que já vinham sendo criticadas pelas casas de apostas tradicionais por operarem sem regulação no país. As bets comuns continuam liberadas. A mudança é só para esse modelo de “mercado de previsão” em que você vota apenas em sim ou não. 

Com a nova regra, fica proibido apostar em eventos esportivos, entretenimento, política, cultura e até coisas como reality shows ou acontecimentos sociais. Também entram na lista previsões sobre eleições. E essa lista pode ser ampliada. 

Por outro lado, ainda vai ser permitido apostar em coisas ligadas à economia e ao mercado financeiro, como inflação, juros e preço de ações. Esse tipo de plataforma funciona meio como bolsa de valores: você compra “contratos” que sobem ou descem conforme a probabilidade de algo acontecer. Por isso, eles são tratados como derivativos e entram na mira de órgãos reguladores. 

O objetivo é apertar o cerco nesse tipo de aposta mais “financeira” e sem regras muito claras, mas sem mexer nas bets que já operam no país. Bom, na minha opinião, continuo sendo contra apostas online, incluindo aí as bets e tigrinhos da vida. Mas se já não dá mais pra proibir, pelo menos que elas sejam mais regulamentadas. 

E qual a sua opinião sobre esse tipo de plataforma? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!