Conexão Digital 1371 - Meta condenada a indenizar usuária que teve conta invadida e usada em golpes

terça-feira, 5 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A Meta foi condenada pela Justiça de Minas a indenizar uma moradora de Sete Lagoas, a cidade onde eu moro, depois que os perfis dela no Insta e no Face foram invadidos por hackers e usados pra aplicar golpes. 

A decisão saiu no Tribunal de Justiça de Minas Gerais e fixou uma indenização de R$ 10 mil por danos morais. Segundo o processo, os criminosos entraram nas contas da vítima, pegaram fotos dela e do filho e começaram a pedir dinheiro via PIX pra amigos e seguidores. Ou seja, além do prejuízo financeiro, teve também o impacto na imagem dela, já que muita gente acreditou que era ela pedindo ajuda. 

A vítima tentou resolver o problema direto com as plataformas, usando os canais de suporte, mas não teve retorno. Já as empresas alegaram que a culpa não era delas e que os próprios usuários precisam cuidar da segurança das contas, como está nos termos de uso. Na primeira decisão, a Justiça até mandou as redes devolverem o acesso aos perfis, mas não tinha definido indenização. 

As plataformas recorreram e aí veio a virada. Na segunda instância, o relator do caso destacou que esse tipo de relação entra no Código de Defesa do Consumidor. Ou seja, as plataformas têm responsabilidade sobre a segurança do serviço que oferecem. Ele ainda afirmou que esse tipo de invasão é um risco da própria atividade das redes sociais. Em outras palavras: se o sistema fosse realmente seguro, a invasão não teria acontecido. E mais: o uso da identidade da vítima pra aplicar golpes vai muito além de um simples aborrecimento, porque afeta diretamente a reputação dela. 

A decisão foi acompanhada por outros desembargadores, mas ainda cabe recurso. Mesmo assim, o caso acende um alerta importante sobre segurança digital e também sobre a responsabilidade das plataformas nesse tipo de situação. Imagina se passa a ter jurisprudência e outras vítimas também passam a ser indenizadas? Com certeza a segurança nas plataformas seria reforçada. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1370 - Como surgiu o meme Será

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A trend “Será?” é o novo fenômeno das redes sociais. E você provavelmente já viu alguém fazendo por aí. Tudo começou com um vídeo do comunicador cearense João Inácio Jr., e em pouco tempo a ideia se espalhou como fogo. 

A dinâmica é simples e divertida: a pessoa aparece no vídeo fazendo perguntas sobre si mesma ou sobre situações do dia a dia, sempre terminando com um “Será?”. Tudo com um tom bem leve, meio irônico, quase como uma provocação brincando com fofocas ou suposições. No começo, a trilha sonora mais usada era o clássico La Isla Bonita, da Madonna, o que deu um charme extra pro formato. 

Mas, como toda trend, já tem gente adaptando, mudando música, estilo e deixando a coisa ainda mais criativa. O jeito de fazer também virou marca registrada: a pessoa caminha de forma descontraída, geralmente com as mãos nos bolsos, enquanto manda frases tipo “Dizem por aí…” ou “O papo que rola na cidade…”, e fecha com o famoso “Será?”. Simples, mas funciona muito bem. 

E tem um detalhe importante: o vídeo original do João Inácio Jr. não era só humor. Ele usou esse formato pra falar de um tema pessoal, a própria sexualidade. Aos 69 anos, ele apareceu dançando, com leveza, falando sobre sua sexualidade. Ou seja, além de viral, o conteúdo também abriu espaço pra conversa. No fim das contas, a trend “Será?” pegou justamente porque mistura humor, curiosidade e identificação. 

É aquele tipo de conteúdo fácil de fazer, fácil de assistir e difícil de ignorar. E você, conhece algum profissional, marca ou empresa que entrou na trend? Me marca no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!



Conexão Digital 1369 - Dica de filme Por Dentro da Machosfera

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Sexta-feira é dia de dica de filme, série ou livro sobre o universo digital, e já faz um tempo que eu não sugiro nada nesse espaço. Então, aproveitando que hoje é feriado, prepare a pipoca e a cabeça pra entrar no mundo dos redpills, tão falados nas redes sociais nos últimos tempos. 

A Netflix estreou recentemente o documentário "Por Dentro da Machosfera" e ele é bem impactante. Nele, o documentarista britânico Louis Theroux investiga esse universo online que vem crescendo muito. 

Basicamente, ele mergulha nesse ecossistema de influenciadores, comunidades red pill, incels… toda essa galera que vive espalhando ideias bem extremas, como misoginia, e teorias conspiratórias e que, muitas vezes, acaba atraindo jovens com promessas de sucesso, dinheiro e relacionamentos com mulheres super idealizadas. 

O mais curioso é que ele não fica só observando de longe. Ele consegue conversar diretamente com figuras bem polêmicas pra entender de onde vêm esses discursos e por que tanta gente compra essas ideias. E aí entra uma parte mais profunda: o documentário sugere que isso tudo se conecta com uma espécie de evolução do machismo antigo, muitas vezes colocando religião no meio pra tentar legitimar esse discurso. 

O documentário pode até ser meio constrangedor em alguns momentos, mas ao mesmo tempo é super necessário, porque mostra um lado da internet que pode ser ainda pior do que a gente imagina. 

Ainda mais fundamental pra quem tem filho ou filha adolescente em casa, já que nessa idade eles estão iniciando relacionamentos amorosos. 

Você já assistiu? Me conta o que achou no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!



Conexão Digital 1367 - Tinder testa escaneamento de íris para frear bots de IA

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Novidade pra você que usa o Tinder, o aplicativo de paqueras. O Tinder está testando uma nova forma de verificar usuários pra combater perfis falsos criados com inteligência artificial e a solução pode ser bem interessante: escanear a íris do olho dos usuários. 

A ideia surgiu porque os golpes e perfis fake ficaram muito mais sofisticados. Hoje, com IA, dá pra criar fotos, vozes e até conversas super realistas, o que dificulta separar quem é real de quem é falso. Pra resolver isso, o Tinder vai escanear a íris e o sistema gera um código único que comprova que você é humano. Depois disso, seu perfil ganha um selo de verificação. E ainda rola um incentivo: quem fizer isso pode ganhar vantagens, tipo mais visibilidade no aplicativo. 

Esse teste começou em países como o Japão e pode se expandir pra outras plataformas no futuro, como Zoom, Reddit e Shopify, todas interessadas em reduzir fraudes. E faz sentido: só nos Estados Unidos, golpes em plataformas de relacionamento já causaram mais de 1 bilhão de dólares em prejuízo em um ano. Mas nem tudo são flores. 

A tecnologia levanta dúvidas sobre privacidade, já que envolve dados biométricos super sensíveis. E no Brasil, ela nem deve chegar tão cedo: a Autoridade Nacional de Proteção de Dados proibiu o sistema, questionando justamente o uso desses dados e incentivos financeiros. 

E você, usa o Tinder? Realmente tem muito fake por lá? Você acha que, por mais segurança, vale a pena a exposição dos seus dados pessoais? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1366 - Plataformas estão proibidas de monetizar com previsões

terça-feira, 28 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O Conselho Monetário Nacional decidiu proibir, a partir de 4 de maio, as apostas em plataformas de mercado preditivo no Brasil: aquelas em que você aposta se algo vai acontecer ou não. 

Na prática, isso afeta empresas como Kalshi e Polymarket, que já vinham sendo criticadas pelas casas de apostas tradicionais por operarem sem regulação no país. As bets comuns continuam liberadas. A mudança é só para esse modelo de “mercado de previsão” em que você vota apenas em sim ou não. 

Com a nova regra, fica proibido apostar em eventos esportivos, entretenimento, política, cultura e até coisas como reality shows ou acontecimentos sociais. Também entram na lista previsões sobre eleições. E essa lista pode ser ampliada. 

Por outro lado, ainda vai ser permitido apostar em coisas ligadas à economia e ao mercado financeiro, como inflação, juros e preço de ações. Esse tipo de plataforma funciona meio como bolsa de valores: você compra “contratos” que sobem ou descem conforme a probabilidade de algo acontecer. Por isso, eles são tratados como derivativos e entram na mira de órgãos reguladores. 

O objetivo é apertar o cerco nesse tipo de aposta mais “financeira” e sem regras muito claras, mas sem mexer nas bets que já operam no país. Bom, na minha opinião, continuo sendo contra apostas online, incluindo aí as bets e tigrinhos da vida. Mas se já não dá mais pra proibir, pelo menos que elas sejam mais regulamentadas. 

E qual a sua opinião sobre esse tipo de plataforma? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1365 - Positivo Tecnologia aposta em pagamentos usando a palma da mão

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Já pensou em fazer pagamentos no comércio sem precisar de dinheiro, cartão ou celular? Só com a palma das mãos? 

A Positivo Tecnologia está apostando forte em pagamentos desse tipo no Brasil. A ideia é colocar os primeiros projetos em funcionamento ainda no primeiro semestre desse ano, com uma solução chamada PalmAI, desenvolvida em Manaus. 

Segundo a empresa, a tecnologia já está em fase de entrada no mercado e a procura surpreendeu, principalmente por supermercados, farmácias e restaurantes, ou seja, lugares com muito movimento. Na prática, o sistema vai além da biometria comum. 

Ele não lê só a palma da mão: analisa textura, cor da pele e até padrões internos como veias, fluxo sanguíneo e calor. Tudo isso vira uma “identidade única” super difícil de copiar, e a leitura acontece em milissegundos. 

Sobre segurança, a empresa garante que segue a Lei Geral de Proteção de Dados. Outro ponto importante: nenhuma imagem da mão é armazenada, apenas um código criptografado impossível de reverter. 

E não para só em pagamento. A tecnologia pode ser usada em programas de fidelidade, checkin e checkout em hotéis, controle de acesso em eventos e até na validação de idade. A ideia é que a palma da mão vire tudo ao mesmo tempo: documento, cartão fidelidade e forma de pagamento sem precisar digitar senha, mostrar CPF ou usar cartão. 

Legal, né. Me diz o que achou dessa novidade e se você toparia aderir no meu Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1364 - Golpe no WhatsApp finge ser o TSE e cobra multa eleitoral via PIX

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Mais um golpe identificado na praça, galera. Com a chegada do período eleitoral, está circulando um golpe no WhatsApp se passando pelo TSE, o Tribunal Superior Eleitoral. A mensagem chega com aquele tom de urgência, dizendo que você tem “pendências eleitorais” no seu CPF e precisa regularizar imediatamente. 

Pra parecer mais real, os golpistas já colocam seu nome completo e CPF, geralmente dados vazados. Aí vem a pressão: eles dizem que seu título de eleitor pode estar irregular e listam várias consequências, tipo bloqueio de serviços, problemas com documentos e até restrições bancárias. No final, tem um link. E aí mora o perigo. O site é falso, mas copia a aparência da Justiça Eleitoral. 

Lá, você coloca o CPF e aparecem supostas “dívidas”, com valores pequenos, entre 60 e 70 reais. Antes de pagar, ainda pedem mais dados, como e-mail e telefone. Só que é tudo golpe. 

O TSE já confirmou: não cobra nada por WhatsApp, SMS, e-mail ou aplicativo. Qualquer consulta ou regularização deve ser feita apenas pelo site oficial ou pelo aplicativo e-Título, além das unidades físicas. Esse tipo de golpe usa engenharia social, ou seja, mexe com o medo e a urgência pra fazer você agir sem pensar. 

Então fica o alerta: recebeu mensagem falando em “regularização urgente” e pedindo pagamento? Desconfie na hora. Não clique em links e sempre confirme nos canais oficiais. 

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Conexão Digital 1363 - Pesquisa revela que parte da Geração Z sabota IA nos empregos com medo de demissões

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Uma pesquisa recente mostrou um comportamento curioso (e meio tenso) no mercado de trabalho: parte da Geração Z está sabotando ferramentas de inteligência artificial dentro das empresas. Segundo o estudo, cerca de 29% dos funcionários admitem fazer isso, e quase metade desse grupo é da Geração Z, ou seja, os adolescentes ou jovens na casa dos 20 e poucos anos. 

O motivo principal? Medo de perder o emprego pra IA e pressão por produtividade. E a sabotagem não é leve, não. Tem gente que se recusa a usar as ferramentas, outros inserem dados confidenciais ou até forçam a IA a dar resultados ruins de propósito, só pra mostrar que ela não funciona bem. Muitos também dizem que o problema é a forma como a IA está sendo implementada nas empresas: confusa, mal feita e até prejudicial para a criatividade. 

Mas tem um efeito colateral aí: quem não usa IA pode acabar ficando pra trás. Cerca de 60% dos executivos dizem que consideram demitir quem se recusa a usar essas ferramentas. E quem domina IA pode ter até 3 vezes mais chance de ser promovido. 

Ou seja, rola um conflito: de um lado, o medo de ser substituído. Do outro, a pressão pra se adaptar ou ficar fora do mercado. Apesar disso, nem todo mundo concorda que a IA vai roubar empregos. Alguns especialistas dizem que esse discurso pode até servir como desculpa pra outros problemas das empresas. E pra completar, ainda existem falhas nas próprias IAs, como casos de exposição de dados pessoais, o que também aumenta a desconfiança. 

E na sua empresa, como é o uso da inteligência artificial no dia a dia do seu trabalho? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1362 - Cade pede investigação contra o Google por uso de IA

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O Cade, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, está analisando um processo contra o Google que pode virar uma investigação mais profunda com foco no uso de conteúdo jornalístico pela plataforma. 

O caso começou em 2019 e questiona se o Google estaria usando notícias, como trechos e resumos que aparecem direto na busca, sem pagar os sites de notícias. A preocupação é que isso pode reduzir o acesso aos sites e, consequentemente, a receita com anúncios. 

Agora, o tema ganhou um peso maior por causa da inteligência artificial. As ferramentas de IA do Google conseguem resumir ainda mais o conteúdo, o que pode fazer com que as pessoas nem precisem clicar nos sites de notícias, impactando diretamente o tráfego, a visibilidade e o dinheiro que esses veículos recebem de anunciantes. 

Outro ponto levantado é a dependência: muitos sites dependem do Google pra receber visitas. Isso cria uma relação desigual, onde a big tech teria mais poder. O Google, por outro lado, diz que ajuda os veículos, porque direciona tráfego pra eles, e que os próprios sites podem escolher o que aparece nos resultados. 

Por enquanto, nada foi decidido e o Cade pediu mais tempo pra analisar o caso. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1361 - Nova ferramenta do iFood permite que entregadores escolham entrega

terça-feira, 21 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O iFood lançou uma novidade pra quem trabalha com entregas: a função “Rotas Disponíveis”. Agora, em vez de só receber pedidos automaticamente, o entregador pode ver quais entregas estão por perto e escolher a que quiser já sabendo quanto vai receber. É bem mais controle na mão do trabalhador. 

Pra usar, é só entrar no aplicativo, clicar em “Rotas Disponíveis” e selecionar a rota desejada. Aí o sistema mostra tudo: onde pegar o pedido, pra onde levar e os detalhes da entrega. 

Por trás disso, tem inteligência artificial. O aplicativo analisa distância, tempo de preparo, trânsito e localização do cliente. E também leva em conta o perfil do entregador, como veículo usado e proximidade. Com isso, ele sugere as melhores rotas. Nos testes, a novidade reduziu em 7% o tempo de espera por entregas, e mais de 70% dos entregadores continuaram usando a função depois. 

E não para por aí: o iFood também melhorou o cadastro de novos entregadores, agora com CPF e biometria facial. O processo, que antes levava até um dia, caiu pra cerca de 30 minutos. Outra mudança foi no relatório de ganhos, que ficou mais claro. Agora dá pra ver exatamente de onde vem o dinheiro (entregas, gorjetas, bônus) além de acompanhar desempenho, média por km rodado e evolução dos ganhos. 

A função já está em 29 cidades e deve chegar a mais lugares em breve. No iPhone, começa a aparecer a partir do fim de abril. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!