Conexão Digital 1463 - ChatGPT atinge receita anual de US$ 1 bilhão com anúncios
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Lembra que nos últimos meses o ChatGPT começou a exibir anúncios? E parece que tem dado muito certo. A receita anual estimada do ChatGPT com anúncios já chegou à marca de 1 bilhão de dólares.
O serviço, chamado de ChatGPT Ads, começou a ser disponibilizado em fevereiro deste ano. Hoje, o serviço já está disponível em cerca de 40 países, incluindo o Brasil, e a OpenAI, dona da inteligência artificial, afirma que já reúne dezenas de milhares de anunciantes.
Um anunciante, por exemplo, afirma ter conseguido um retorno três vezes maior do que o valor investido em apenas 28 dias de campanha. Outro diz que cerca de 80% dos novos usuários chegam por meio da inteligência artificial.
A OpenAI também começou a liberar um sistema de autoatendimento para empresas comprarem anúncios diretamente pelo gerenciador do ChatGPT. Por enquanto, essa opção está disponível apenas em algumas regiões, como Europa, Índia, África e Ásia Ocidental. E em breve deve chegar ao Brasil também.
Enfim, o ChatGPT não está apenas respondendo perguntas. Ele também está se transformando em uma nova e gigantesca plataforma de publicidade. Será que vai desbancar o Google? Me dá sua opinião no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1441 - ChatGPT atualiza política de privacidade para exibir anúncios no Brasil
terça-feira, 11 de agosto de 2026
O ChatGPT mudou sua política de privacidade no Brasil para começar a exibir anúncios para usuários dos planos gratuito e Go. A mudança já está sendo comunicada por e-mail. Os anúncios aparecerão de forma clara, ao final das conversas, e poderão levar em conta informações como idioma, localização e o assunto da conversa. Temas sensíveis, como saúde, ficam de fora.
Quem quiser também poderá ativar anúncios personalizados. Nesse caso, o ChatGPT vai considerar conversas e sessões anteriores para escolher uma publicidade mais relevante. Usuários identificados como menores de idade não verão anúncios.
A OpenAI, dona do ChatGPT, esclarece que os anunciantes não terão acesso às conversas nem aos dados pessoais dos usuários. Eles receberão apenas informações gerais, como quantidade de visualizações e cliques. E, segundo a empresa, interagir com os anúncios também não vai influenciar o histórico que o ChatGPT mantém sobre o usuário.
Os anúncios já começaram a aparecer aí pra você? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1320 - WhatsApp terá anúncios em 2026 e assinatura para remover publicidade
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
O WhatsApp confirmou que vai começar a exibir anúncios a partir de 2026. Mas calma: eles não vão aparecer nas conversas privadas. Segundo a Meta, a publicidade vai ficar restrita às abas de Status e Canais.
Pra quem não quiser ver propaganda, vai ter a opção de pagar uma assinatura mensal. O valor deve ser de 4 euros por mês, inicialmente só para países da União Europeia e Reino Unido. Mas esse preço ainda não é definitivo e pode mudar quando o anúncio oficial for feito.
O WhatsApp também garantiu que os anúncios não vão usar o conteúdo das suas mensagens, chamadas de voz ou vídeo, nem conversas em grupo. A segmentação vai ser feita com base em dados mais gerais, como idioma, localização e interações dentro das abas de Status e Canais.
Tudo isso acontece em meio a uma polêmica sobre segurança. O bilionário Elon Musk afirmou recentemente que “o WhatsApp não é seguro”. A declaração gerou repercussão e levou a Meta a responder publicamente dizendo que a acusação é falsa, já que o zap usa criptografia de ponta a ponta e as chaves ficam armazenadas no próprio celular do usuário.
Como eu já disse, por enquanto a cobrança vai ser feita apenas em países da União Europeia, mas não deve demorar muito pra novidade chegar também aqui no Brasil. E assim que isso for acontecer, eu te aviso antes aqui, no Conexão Digital.
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Conexão Digital 1313 - Threads ganha publicidade também
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Seguindo a tendência de outras redes sociais, a Meta começou a veicular campanhas de publicidade dentro do Threads. Entre os formatos de publicidade nativas estão: imagem; vídeo; carrossel; catálogo; app ads.
De acordo com a empresa, os formatos de publicidade do Threads são baseados em outras plataformas de publicidade da Meta, como Instagram e Facebook. A expansão do serviço de publicidade será gradual.
A empresa informou que deseja manter a veiculação em níveis baixos até alcançar todos os usuários nos próximos meses. Assim como aconteceu com a OpenAI anunciando publicidade no ChatGPT, a oferta de publicidade no Threads também era esperada pelo mercado.
Aliás, essa era uma expectativa na rede social da Meta desde sua criação, especialmente depois de o X (o antigo Twitter) ter perdido vários anunciantes. Essa ideia para começar a monetizar dependia apenas de uma grande quantidade de usuários, o que foi alcançado após dois anos de funcionamento. Segundo a Meta, o Threads possui atualmente 400 milhões de usuários ativos por mês.
Além disso, segundo dados de uma pesquisa recente, o aplicativo da Meta está na 12ª posição entre os mais baixados em 2025 em todo o mundo, com quase 300 milhões de downloads. E você, usa o Threads? Acha legal? Eu mesmo não tenho. Mas me conta sua experiência no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1149 - Status do Whatsapp vai exibir anúncios
sexta-feira, 27 de junho de 2025
Depois dos streamings, a próxima barreira está para ser superada. Em breve o Whatsapp pode começar a receber anúncios. Na semana passada a plataforma anunciou a chegada de publicidade paga na aba de Status.
Até então inéditos no aplicativo, os anúncios vão aparecer exclusivamente na aba Atualizações, onde ficam os Status e os Canais. Negócios e administradores poderão divulgar produtos e serviços diretamente nesse espaço, com direito a atalhos que levam os usuários a iniciar uma conversa instantânea com os anunciantes no próprio mensageiro.
A Meta ainda não detalhou como os anúncios vão aparecer, mas a expectativa é que funcionem de forma semelhante aos Stories patrocinados do Instagram, entre postagens comuns de Status. Desde sua criação, o WhatsApp nunca exibiu publicidade, nem mesmo antes de ser adquirido pela Meta. Originalmente, o app era pago e cobrava uma taxa anual simbólica, que raramente era efetivamente aplicada.
Agora, o cenário muda. Com a implementação dos anúncios, o WhatsApp se junta ao ecossistema mais amplo de monetização da Meta, mas sem invadir o espaço mais sensível do app: as conversas privadas. Pelo menos por enquanto. A Meta afirma que os anúncios no WhatsApp serão direcionados com base em dados do perfil do usuário, nunca com base nas conversas, que são protegidas por criptografia.
Informações como idioma, localização e os Canais seguidos servirão como critérios para a segmentação. Além disso, o algoritmo também considera o comportamento do usuário diante dos anúncios. Quanto mais você interage com determinadas categorias, mais vai ver conteúdos semelhantes.
Colocar anúncios no WhatsApp é um movimento sensível, sobretudo considerando o histórico da Meta com privacidade e a natureza íntima do conteúdo compartilhado em mensageiros. Os anúncios no Status chegam ao WhatsApp ainda em 2025, mas sem data marcada ainda. E assim que acontecer, claro, eu te informo aqui, no Conexão Digital.
E você, tem costume de olhar ou de postar no status do zap? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1122 - YouTube vai usar IA Gemini para adicionar anúncios em vídeos
quarta-feira, 21 de maio de 2025
Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
O Google vai usar o Gemini para posicionar melhor os anúncios em vídeos no YouTube. O anúncio foi feito na semana passada pelo próprio Google, que afirmou que a IA vai ser usada para identificar o momento ideal para inserir publicidade sem comprometer a experiência do usuário.
Chamado de “Peak Points” (ou “Pontos de pico”, em português), o recurso identifica os trechos de maior engajamento nos vídeos. A publicidade vai ser inserida logo após esses momentos de destaque, com o objetivo de aumentar a retenção e capturar a atenção do público. Os anúncios não serão exibidos nos trechos mais importantes do vídeo, mas sim depois deles.
A estratégia visa evitar interrupções frustrantes nas narrativas dos conteúdos. A proposta pode beneficiar tanto o público quanto os anunciantes. Para os espectadores, os anúncios se tornam menos invasivos. Já para as marcas, a mudança pode elevar a taxa de cliques e melhorar o número de impressões, afinal, é sabido no mercado de Marketing Digital que o Youtube tem as menores taxas de cliques por anúncio, se comparado com Facebook, Instagram e TikTok.
O recurso ainda não tem data oficial de lançamento, mas assim que for anunciado, você já sabe: eu te conto aqui no Conexão Digital. Mas a previsão é ainda esse ano. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
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