Mostrando postagens com marcador meta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador meta. Mostrar todas as postagens

Conexão Digital 1423 - União Europeia cobra mudanças no Facebook e Instagram por design viciante

quinta-feira, 16 de julho de 2026
Meta multada

Aos poucos o cerco às redes sociais vem se fechando na Europa. Depois de alguns países criarem leis para proibir o acesso de menores de 16 anos, a União Europeia deu um ultimato à Meta e quer mudanças no Facebook e no Instagram para reduzir o chamado "design viciante" das plataformas.

Segundo a Comissão Europeia, recursos como a rolagem infinita e a reprodução automática de vídeos incentivam as pessoas a passarem tempo demais nas redes, principalmente crianças e usuários mais vulneráveis.

O bloco europeu também quer que a empresa ofereça ferramentas mais eficientes para controlar o tempo de uso e faça mudanças no algoritmo de recomendação de conteúdo.

Se a investigação confirmar as irregularidades, a Meta pode receber uma multa de até 6% do faturamento anual global. A empresa disse que discorda das conclusões, mas afirmou que vai continuar colaborando com as autoridades europeias.

A investigação começou em 2024 com base na Lei de Serviços Digitais, que busca aumentar a responsabilidade das grandes empresas de tecnologia e reforçar a proteção dos usuários na internet.

Vale lembrar que em março desse ano uma jovem de 20 anos ganhou um processo na Justiça dos Estados Unidos contra a Meta e o Google no valor de US$ 6 milhões por criarem intencionalmente plataformas viciantes que prejudicaram sua saúde mental. Imagina só a jurisprudência disso em todo o mundo...

E você, acha que as redes sociais viciam? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1403 - WhatsApp terá opção de pagamento em Reais para empresas

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L



O WhatsApp vai mudar a forma de cobrança para empresas no Brasil. A partir de 1º de julho, vai ser possível pagar pelas mensagens comerciais diretamente em Reais. Até então, a cobrança era feita em dólares. 

Para usar a nova modalidade, as empresas vão precisar criar uma nova conta dentro do WhatsApp Business. A opção de pagamento em Dólar continua disponível, mas pagar em moeda local pode trazer uma vantagem importante: evitar os impactos da variação cambial, que costuma gerar custos extras para as empresas. 

As mensagens enviadas pelas empresas são divididas em três categorias: marketing, utilidade e autenticação. As de marketing terão preço fixo de cerca de 32 centavos por mensagem, independentemente do volume enviado. Já as mensagens de utilidade e autenticação começam custando cerca de 3 centavos e meio por envio, com descontos progressivos para quem dispara grandes volumes. 

Segundo especialistas, os preços de utilidade e autenticação são bastante competitivos quando comparados ao SMS tradicional. Com isso, o WhatsApp busca conquistar uma fatia desse mercado, hoje dominado pelas operadoras e empresas de SMS. Por outro lado, o custo das mensagens de marketing é considerado mais alto. 

A estratégia é desestimular o envio de spam e incentivar apenas campanhas realmente relevantes, direcionadas para clientes com interesse no conteúdo da empresa. Você já interagiu com algum anúncio de empresa pelo Whatsapp? Como foi sua experiência? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1402 - Meta apresenta busca por empresas no WhatsApp

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L



A Meta anunciou recentemente novidades para facilitar a busca por empresas dentro do WhatsApp. Uma delas é o uso do nome de usuário, um identificador único para empresas, parecido com o que já existe para perfis de pessoas físicas. 

Com isso, não será mais necessário ter o número de telefone para iniciar uma conversa. Outra novidade é a busca direta por empresas com agentes de inteligência artificial. Basta digitar o @ seguido das primeiras letras do nome da empresa na barra de pesquisa do aplicativo para encontrar o contato e começar a conversar. 

A função, porém, será exclusiva para empresas que utilizam agentes de IA criados no ecossistema Meta Business Agent. Segundo a Meta, o objetivo é ajudar os mais de 3 bilhões de usuários do WhatsApp a encontrar empresas com mais facilidade. Mark Zuckerberg, CEO da Meta, destacou que os novos recursos vão ampliar a descoberta de negócios dentro do aplicativo. 

A empresa também mostrou outras ferramentas, como menus interativos, links com ações rápidas e a possibilidade de fazer praticamente toda a jornada de compra sem sair da conversa: consultar produtos, preencher formulários, agendar serviços e até concluir pagamentos. 

Em uma demonstração, uma usuária encontrou uma confeitaria pelo WhatsApp, recebeu sugestões de produtos por um agente de IA, escolheu os itens e finalizou a compra diretamente no chat. A Meta informou que algumas novidades começam a ser liberadas agora, enquanto outras chegarão em breve. Já os usernames para empresas ainda estão em fase de implementação. 

Parece que vem aí um novo Whatsapp Business que fará ainda mais diferença na vida de quem usa essa versão do aplicativo. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1401 - Instagram Plus é lançado mundialmente

terça-feira, 16 de junho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Instagram

O Instagram lançou na semana passada o Instagram Plus, uma nova assinatura que já está disponível no Brasil a partir de R$ 10 por mês. A novidade traz recursos extras para quem quer mais visibilidade e personalização na plataforma. 

Entre as funções, os assinantes podem destacar Stories para alcançar mais pessoas, usar os chamados Super Likes com reações animadas e criar várias listas de amigos para compartilhar conteúdos com grupos específicos. Também é possível deixar os Stories no ar por até 48 horas. 

Outra novidade é o acesso a mais informações sobre visualizações. Os usuários podem ver quantas vezes um Story foi assistido novamente, pesquisar nomes na lista de visualizações e acompanhar melhor o desempenho das publicações. O pacote inclui ainda personalizações, como ícones exclusivos para o aplicativo, fontes diferentes na biografia e a possibilidade de fixar até seis publicações no perfil. 

Também dá para publicar conteúdos diretamente nos Destaques sem que eles apareçam no feed dos seguidores. Segundo a Meta, nada muda para quem usa a versão gratuita do Instagram. O Instagram Plus é apenas uma opção para quem quiser recursos extras. A empresa também anunciou que pretende testar novos planos para criadores de conteúdo, empresas e ferramentas de inteligência artificial, todos reunidos sob a marca Meta One. 

Na minha opinião, o problema é exatamente essa questão do alcance maior pra quem for assinante. Mesmo que você tenha um bom conteúdo, pode acabar perdendo relevância pra quem pagar a assinatura. 

E você, se interessou? Já é assinante do Instagram Plus? Me conta sua experiência no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1397 - Meta lança assinaturas para Instagram, WhatsApp e Facebook

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Meta

Se você achava que já pagava assinaturas demais, prepare-se: a Meta quer que você assine também o Facebook, o Instagram, o WhatsApp e até a inteligência artificial dela. 

A empresa começou a lançar uma série de planos pagos para seus aplicativos. No WhatsApp, por exemplo, alguns usuários brasileiros já estão testando o WhatsApp Plus, que custa cerca de R$ 7 por mês e oferece recursos como temas personalizados, ícones exclusivos, figurinhas especiais e mais opções para organizar conversas. 

No Instagram e no Facebook, os planos prometem funcionalidades extras, como mais opções de personalização, recursos exclusivos para Stories e ferramentas de engajamento. A ideia é transformar serviços que sempre foram gratuitos em plataformas com benefícios premium para quem estiver disposto a pagar, assim como o Youtube está fazendo na sua versão Premium. 

Mas a aposta mais interessante está na Inteligência Artificial. A Meta também está testando planos pagos para o Meta AI, com versões que oferecem respostas mais avançadas, maior capacidade de processamento e ferramentas mais sofisticadas para criação de imagens e vídeos. 

Além disso, criadores de conteúdo e empresas terão planos específicos que incluem maior destaque nas redes sociais, ferramentas de análise de audiência, agendamento de publicações, proteção contra perfis falsos e até recursos para ampliar o alcance de posts e Reels. 

No fundo, o movimento mostra uma mudança importante no modelo de negócios das redes sociais. Durante anos, as plataformas viveram quase exclusivamente da publicidade. Agora, a Meta quer seguir um caminho parecido com o de serviços de streaming e softwares por assinatura: cobrar diretamente dos usuários. 

A grande questão é: as pessoas estão realmente dispostas a pagar por recursos extras em aplicativos que sempre usaram de graça? Será que perfis assinantes terão uma exibição maior dos posts em relação aos perfis gratuitos? Comenta o que você acha disso no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1379 - Instagram adota IA que analisa estrutura óssea para menores de 13 anos

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Mais uma nova tecnologia pode ser usada pra definir a idade dos usuários de uma rede social. A Meta anunciou que vai ampliar o uso de uma tecnologia de inteligência artificial capaz de identificar se um usuário tem menos de 13 anos, mesmo que ele tenha colocado uma idade falsa no cadastro. A novidade chega ao Instagram no Brasil, Estados Unidos e países da União Europeia. 

No Facebook, os testes começam primeiro nos Estados Unidos. E não estou falando de reconhecimento facial, da íris ou da impressão digital. Essa nova IA analisa pistas visuais em fotos e vídeos, como altura, estrutura facial e até traços ósseos para estimar a faixa etária da pessoa. Essas informações são combinadas com textos, interações e comportamento na plataforma para aumentar a identificação de contas de menores de idade. 

Segundo a Meta, o objetivo é remover mais rapidamente contas de crianças abaixo da idade mínima permitida e aplicar proteções automáticas para adolescentes. A empresa também defende que lojas de aplicativos, como Google Play e App Store, tenham papel central nessa verificação de idade, compartilhando as informações com os aplicativos. 

A Meta informou ainda que reforçou sua equipe de revisão humana com ferramentas de IA, prometendo análises mais rápidas e precisas. Além disso, a empresa diz que está combatendo tentativas de menores criarem novas contas depois de serem removidos. Vale lembrar que recentemente a Meta já colocou automaticamente proteções extras no Instagram, Facebook e Messenger em contas de adolescentes, mesmo quando esses usuários tentavam se passar por adultos. 

E você, acha que vai funcionar ou ainda vai ter como burlar? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1375 - Meta encerra criptografia nas DMs do Instagram

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Conforme eu já tinha anunciado aqui no Conexão Digital, o Instagram começou a remover a criptografia de ponta a ponta das mensagens diretas desde a semana passada. Na prática, isso significa que as conversas deixam de ter aquela camada extra de proteção que garantia que só quem enviou e quem recebeu poderiam ler o conteúdo. 

Esse tipo de criptografia já é comum em aplicativos como o WhatsApp, mas no Instagram ela só chegou em 2023 e ainda precisava ser ativada manualmente pelos usuários. Segundo a própria Meta, pouca gente usava o recurso, e por isso a empresa decidiu encerrar a função. 

Mas a mudança também levanta discussões importantes sobre privacidade. Sem a criptografia, fica mais fácil para a plataforma acessar o conteúdo das conversas. Por outro lado, isso pode ajudar em investigações criminais e no combate a conteúdos ilegais, algo que vinha sendo pressionado por autoridades e grupos de proteção a crianças e adolescentes. 

Porém, especialistas apontam que a decisão também pode ter interesse comercial. Com acesso maior aos chats, a Meta poderia usar essas informações para melhorar anúncios direcionados e ferramentas de inteligência artificial. 

O Instagram informou que quem tinha a proteção ativada vai receber orientações para salvar fotos, vídeos e conversas antigas. Usuários com versões antigas do aplicativo vão precisar atualizar o app para conseguir acessar ou baixar esse conteúdo. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1371 - Meta condenada a indenizar usuária que teve conta invadida e usada em golpes

terça-feira, 5 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A Meta foi condenada pela Justiça de Minas a indenizar uma moradora de Sete Lagoas, a cidade onde eu moro, depois que os perfis dela no Insta e no Face foram invadidos por hackers e usados pra aplicar golpes. 

A decisão saiu no Tribunal de Justiça de Minas Gerais e fixou uma indenização de R$ 10 mil por danos morais. Segundo o processo, os criminosos entraram nas contas da vítima, pegaram fotos dela e do filho e começaram a pedir dinheiro via PIX pra amigos e seguidores. Ou seja, além do prejuízo financeiro, teve também o impacto na imagem dela, já que muita gente acreditou que era ela pedindo ajuda. 

A vítima tentou resolver o problema direto com as plataformas, usando os canais de suporte, mas não teve retorno. Já as empresas alegaram que a culpa não era delas e que os próprios usuários precisam cuidar da segurança das contas, como está nos termos de uso. Na primeira decisão, a Justiça até mandou as redes devolverem o acesso aos perfis, mas não tinha definido indenização. 

As plataformas recorreram e aí veio a virada. Na segunda instância, o relator do caso destacou que esse tipo de relação entra no Código de Defesa do Consumidor. Ou seja, as plataformas têm responsabilidade sobre a segurança do serviço que oferecem. Ele ainda afirmou que esse tipo de invasão é um risco da própria atividade das redes sociais. Em outras palavras: se o sistema fosse realmente seguro, a invasão não teria acontecido. E mais: o uso da identidade da vítima pra aplicar golpes vai muito além de um simples aborrecimento, porque afeta diretamente a reputação dela. 

A decisão foi acompanhada por outros desembargadores, mas ainda cabe recurso. Mesmo assim, o caso acende um alerta importante sobre segurança digital e também sobre a responsabilidade das plataformas nesse tipo de situação. Imagina se passa a ter jurisprudência e outras vítimas também passam a ser indenizadas? Com certeza a segurança nas plataformas seria reforçada. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1345 - Meta e Youtube culpados em caso sobre vício em redes sociais nos EUA

terça-feira, 31 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A Justiça de Los Angeles, nos Estados Unidos, decidiu que aplicativos da Meta e o YouTube prejudicaram a saúde mental de uma jovem por causa de recursos “viciantes” nas plataformas. 

A garota disse que ficou dependente do Instagram e do YouTube desde criança e o júri concordou. Resultado: cerca de US$ 6 milhões em indenização. É uma decisão histórica e pode abrir espaço pra mais processos contra big techs. As empresas não aceitaram o veredito e vão recorrer, dizendo que a decisão distorce o funcionamento das plataformas. 

O caso também acende um alerta no Brasil. Especialistas dizem que, por aqui, usuários são considerados consumidores, então plataformas podem ser responsabilizadas por danos. E o país já está discutindo isso com o chamado “ECA Digital”, que prevê regras mais rígidas, principalmente pra proteger menores. 

Entre essas regras estão coisas como limitar feed infinito, autoplay de vídeos e notificações excessivas, tudo pra evitar vício. Esse julgamento mostra uma mudança importante: a tecnologia está deixando de ser vista como neutra. 

Agora, começa a pesar também como ela é construída: algoritmos, notificações e mecânicas que prendem a atenção. Isso pode impactar não só redes sociais, mas todo o desenvolvimento de produtos digitais e até de Inteligência Artificial. A discussão vai além do conteúdo e entra no design das plataformas e no quanto ele influencia o comportamento das pessoas. 

Aí fica a dúvida: até onde vai a responsabilidade das empresas e dos governos e onde entra a dos pais? De qualquer forma, esse tipo de decisão deve acelerar novas leis e regras pra tornar o uso das redes mais seguro, principalmente pra jovens. 

E na sua casa? Você que é pai ou mãe de crianças e adolescentes, conversa sobre isso com eles? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1341 - Instagram limita número de hashtags em posts

terça-feira, 24 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Essa eu confesso que comi mosca. Mas você já deve ter percebido. Há três meses atrás o Instagram passou a limitar o número de hashtags nos posts. Agora, ele aceita apenas cinco hashtags em cada legenda. 

Mas você sabe o motivo disso? Como na maioria das vezes, o objetivo é combater o uso indiscriminado da ferramenta. Segundo a Meta, dona do Instagram, a nova regra visa combater o uso indiscriminado da ferramenta e melhorar a qualidade das recomendações aos usuários. 

A recomendação é focar em apenas cinco hashtags por publicação para melhorar a eficácia e performance do conteúdo em vez de lotar a legenda com dezenas de termos genéricos. A rede social explicou que o excesso de marcadores não ajuda o post a aparecer mais no feed. 

Pelo contrário: a prática pode confundir o algoritmo sobre o real tema do vídeo ou foto, prejudicando sua distribuição para o público correto. Desde 2011, quando o recurso foi introduzido, as hashtags eram vistas como o principal motor de crescimento orgânico na rede, permitindo até 30 marcações por post. 

Criadores de conteúdo e profissionais de marketing digital desenvolviam diversas estratégias aproveitando esse limite máximo para capturar audiência. No entanto, a eficácia dessa tática vem sendo questionada pela própria Meta, que afirma que as hashtags não funcionam mais como ferramenta de alcance massivo. 

A mudança também visa limpar a poluição visual e o spam na plataforma. Ao limitar a quantidade, o Instagram espera que os usuários parem de tentar burlar o sistema de recomendação com palavras-chave irrelevantes. Com isso, espera-se que os usuários foquem na qualidade do material e na descrição correta para atrair públicos específicos. 

E você, gostou dessa novidade ou achou que piorou? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1336 - Meta adquire Moltbook

terça-feira, 17 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Lembra que eu falei aqui uns programas atrás sobre o Moltbook, aquela rede social exclusiva pra agentes de inteligência artificial onde humanos só podem entrar pra observar, sem interagir? 

Pois a Meta, que já é dona do Facebook, do Instagram e do Whatapp, comprou a Moltbook, isso segundo o site gringo TechCrunch. A Meta ainda não confirmou oficialmente a compra. 

A Moltbook viralizou muito rápido. Em apenas cinco dias, chegou a mais de um milhão e meio de usuários. Só que muita gente começou a desconfiar desses números pode ser que vários desses “usuários” sejam, na verdade, vários bots controlados por poucos desenvolvedores. As conversas entre as IAs também chamaram atenção: algumas discutiam filosofia e até criaram uma criptomoeda. 

Outras foram mais longe e falaram em criar religião própria, inventar um idioma secreto e, em alguns casos mais assustadores, até em exterminar humanos. Especialistas dizem que parte disso pode ter sido causada por falhas de segurança na plataforma. Isso permitiria ataques em que humanos manipulam as IAs para gerar respostas problemáticas. 

Também existe a suspeita de pessoas se passando por agentes. Agora, a Moltbook promete melhorar a segurança. A ideia é criar um sistema de autenticação por API, garantindo que cada agente de IA seja realmente verdadeiro, usando tokens de verificação e ligação com contas na rede X. 

O motivo da provável compra também é um mistério, mas assim que a Meta confirmar ou negar a compra, eu te conto aqui, no Conexão Digital.

Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1331 - Meta processa anunciantes fraudulentos do Brasil, China e Vietnã

terça-feira, 10 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Os golpes na internet estão ficando cada vez mais sofisticados. A Meta, dona do Facebook e do Instagram, anunciou que começou a processar grupos que usavam anúncios pagos nas redes sociais para aplicar golpes em grande escala. Esses grupos atuavam em vários países, incluindo Brasil, China e Vietnã. 

A empresa bloqueou contas, suspendeu meios de pagamento, derrubou sites usados nas fraudes e ainda notificou consultores de marketing que ensinavam maneiras de burlar os sistemas de segurança das plataformas. 

Um dos golpes mais comuns é o chamado “celeb-bait”. Nele, os criminosos usam imagens ou vozes de celebridades para dar credibilidade a anúncios falsos. No Brasil, por exemplo, um grupo usava imagens manipuladas de famosos para vender produtos de saúde fraudulentos. 

Outro foi ainda mais longe e criou deepfakes, vídeos falsos feitos com inteligência artificial, mostrando um médico famoso recomendando produtos que nem tinham aprovação. Já um esquema ligado a uma empresa na China atraía vítimas para falsos investimentos. 

Esse tipo de fraude é conhecido como “pig butchering”: o golpista ganha a confiança da pessoa durante semanas e vai convencendo ela a investir mais dinheiro em plataformas que, no final, simplesmente desaparecem. 

E o tamanho do problema impressiona. Um estudo recente analisou mais de 14 milhões de anúncios nas plataformas da Meta na Europa e descobriu que quase um em cada três levava a golpes, phishing ou malware. Só alguns desses anúncios fraudulentos geraram mais de 300 milhões de visualizações em menos de um mês. 

Muitas dessas operações funcionam quase como empresas do crime, com infraestrutura espalhada pela Ásia. A Meta diz que está desenvolvendo novas ferramentas de inteligência artificial para detectar essas fraudes e também tem trabalhado com autoridades de vários países para desmontar centros de golpes e prender os responsáveis. 

Já encontrou algum anúncio falso como esse no Facebook ou Instagram? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1320 - WhatsApp terá anúncios em 2026 e assinatura para remover publicidade

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O WhatsApp confirmou que vai começar a exibir anúncios a partir de 2026. Mas calma: eles não vão aparecer nas conversas privadas. Segundo a Meta, a publicidade vai ficar restrita às abas de Status e Canais. 

Pra quem não quiser ver propaganda, vai ter a opção de pagar uma assinatura mensal. O valor deve ser de 4 euros por mês, inicialmente só para países da União Europeia e Reino Unido. Mas esse preço ainda não é definitivo e pode mudar quando o anúncio oficial for feito. 

O WhatsApp também garantiu que os anúncios não vão usar o conteúdo das suas mensagens, chamadas de voz ou vídeo, nem conversas em grupo. A segmentação vai ser feita com base em dados mais gerais, como idioma, localização e interações dentro das abas de Status e Canais. 

Tudo isso acontece em meio a uma polêmica sobre segurança. O bilionário Elon Musk afirmou recentemente que “o WhatsApp não é seguro”. A declaração gerou repercussão e levou a Meta a responder publicamente dizendo que a acusação é falsa, já que o zap usa criptografia de ponta a ponta e as chaves ficam armazenadas no próprio celular do usuário. 

Como eu já disse, por enquanto a cobrança vai ser feita apenas em países da União Europeia, mas não deve demorar muito pra novidade chegar também aqui no Brasil. E assim que isso for acontecer, eu te aviso antes aqui, no Conexão Digital. 

Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo post!


Conexão Digital 1318 - Receita de anúncios da Meta tem aumento de 24% em 2025

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Você anuncia ou já anunciou no Instagram, no Facebook ou no Whatsapp? A Meta divulgou semana passada que a receita da empresa com anúncios aumentou 24% em 2025. Foram mais de US$ 58 bilhões em receita, o que representa 97% de tudo o que a companhia faturou no ano. 

Pra comparar, em 2024 foram US$ 48 bilhões. E quando a gente fala da “família de aplicativos” — Facebook, Instagram, Messenger, WhatsApp e Threads, o número também impressiona: 3,58 bilhões de usuários ativos diários. E cada pessoa, em média, gerou US$ 16,56 de receita. 

É isso mesmo: mesmo que você não anuncie, quando você vê um anúncio, está ajudando a Meta a ganhar dinheiro. Ao mesmo tempo, a empresa está abrindo o cofre: os investimentos em inteligência artificial podem chegar a US$ 135 bilhões em 2026, quase o dobro do que foi investido no ano passado. 

Zuckerberg prometeu lançar novos modelos de IA nos próximos meses e disse que o foco é mostrar uma evolução rápida na tecnologia ao longo do ano. Mas tem um ponto de atenção aí: pressões regulatórias e processos judiciais na União Europeia e nos Estados Unidos podem impactar os resultados da empresa. 

Já parou pra pensar o tanto de dinheiro que a gente gera pra Meta só por usar os aplicativos da empresa todo dia? Me conta no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1313 - Threads ganha publicidade também

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Seguindo a tendência de outras redes sociais, a Meta começou a veicular campanhas de publicidade dentro do Threads. Entre os formatos de publicidade nativas estão: imagem; vídeo; carrossel; catálogo; app ads. 

De acordo com a empresa, os formatos de publicidade do Threads são baseados em outras plataformas de publicidade da Meta, como Instagram e Facebook. A expansão do serviço de publicidade será gradual. 

A empresa informou que deseja manter a veiculação em níveis baixos até alcançar todos os usuários nos próximos meses. Assim como aconteceu com a OpenAI anunciando publicidade no ChatGPT, a oferta de publicidade no Threads também era esperada pelo mercado. 

Aliás, essa era uma expectativa na rede social da Meta desde sua criação, especialmente depois de o X (o antigo Twitter) ter perdido vários anunciantes. Essa ideia para começar a monetizar dependia apenas de uma grande quantidade de usuários, o que foi alcançado após dois anos de funcionamento. Segundo a Meta, o Threads possui atualmente 400 milhões de usuários ativos por mês. 

Além disso, segundo dados de uma pesquisa recente, o aplicativo da Meta está na 12ª posição entre os mais baixados em 2025 em todo o mundo, com quase 300 milhões de downloads. E você, usa o Threads? Acha legal? Eu mesmo não tenho. Mas me conta sua experiência no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1206 - Anúncios na Meta ficam mais caros a partir de 2026

terça-feira, 16 de setembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A partir de 1º de janeiro de 2026, anunciar no Facebook e Instagram ficará 12,15% mais caro no Brasil. Isso porque a Meta vai repassar diretamente os impostos PIS/COFINS e ISS, que antes eram absorvidos pela empresa. 

A notícia pode assustar, mas não significa o fim do jogo: é apenas mais um ajuste em um mercado que sempre esteve em constante mudança. Ao longo dos anos já enfrentamos quedas de alcance, novas políticas e limitações de segmentação. E toda vez, os profissionais que se adaptaram saíram na frente. Agora não é diferente. 

O aumento torna inviável anunciar de qualquer jeito. Estratégias rasas e campanhas “na sorte” ficam cada vez menos sustentáveis. Esse cenário, no entanto, é positivo para quem tem método. O mercado vai se profissionalizar ainda mais. Quem trabalha com planejamento, análise de métricas e visão de negócio terá vantagem, pois a concorrência amadora tende a perder espaço. 

Outro efeito será a diversificação de canais. Se a Meta encarece, gestores e empresas inteligentes vão buscar alternativas como Google, TikTok, LinkedIn e YouTube Ads, reduzindo riscos de depender de um só meio e ampliando a presença digital. 

Além disso, cresce o valor do trabalho de quem entende de tráfego. Clientes e empresas vão procurar profissionais capazes de entregar resultados consistentes e explicar o impacto de cada investimento. Em outras palavras, embora os custos subam, também aumenta a importância da inteligência por trás de cada campanha. Portanto, 2026 chega com anúncios mais caros, mas também com mais oportunidades. 

Quem investir em estratégia, visão e consistência vai continuar usando os anúncios como uma das ferramentas mais poderosas para crescimento, agora em um mercado mais maduro e profissional. 

E você, já está pensando em como se preparar para esse novo cenário? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1193 - Meta lança dublagem com IA no Instagram e com versão em espanhol da sua própria voz

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A Meta lançou recentemente uma ferramenta de dublagem com IA para Reels, capaz de traduzir a voz do usuário e até sincronizar os lábios com o áudio no novo idioma. A tecnologia usa um modelo que reconhece a fala, traduz, recria a voz com o mesmo tom e timbre e ajusta o movimento labial. Nos testes, conteúdos traduzidos tiveram 20% mais engajamento. 

A Meta aposta que quebrar barreiras linguísticas é a chave para disputar espaço com o TikTok, que oferece tradução automática, mas sem a sincronia labial. Por enquanto, a função está disponível apenas para converter inglês pro espanhol, com previsão de expansão para francês, alemão e hindi. 

No Instagram, qualquer conta pública pode usar; no Facebook, só creators com mais de 1.000 seguidores. O processo é simples: antes de publicar, o usuário seleciona “Translate your voice with Meta AI”, revisa e escolhe se quer o lip-sync, que é a sincronia labial. O vídeo fica com um aviso de que foi traduzido por IA. 

A ferramenta funciona melhor em selfies, com pouca interferência de música, e suporta até duas pessoas, desde que não falem ao mesmo tempo. Para influenciadores e marcas, atingir públicos globais sem precisar refazer o conteúdo em vários idiomas é uma mão na roda. Tem até estatísticas de performance por idioma para medir o impacto dos vídeos. E ferramenta nem é tão novidade assim: o YouTube já lançou recurso similar e a Apple incluiu tradução ao vivo no iOS 26.

Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1187 - Meta AI ganha aplicativo próprio e é lançado no Brasil

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O mercado de aplicativos de inteligência artificial está pegando fogo. Na semana passada a Meta lançou o aplicativo de sua inteligência artificial generativa, Meta AI, para Android e iOS. O Meta AI já estava integrado aos aplicativos da empresa, como WhatsApp, Instagram, Facebook e Messenger. 

A novidade é que agora a inteligência artificial ganhou um aplicativo próprio, pra competir com ChatGPT, entre outros. A ferramenta busca informações na internet e conta com a aba Descobrir, espaço para compartilhar e explorar como outras pessoas estão utilizando a IA. Nesta aba é possível ter acesso a prompts compartilhados e adaptá-los de acordo com a necessidade de cada um. E, segundo a empresa, os resultados só são publicados caso o usuário escolha compartilhar. 

A versão desktop também ganhou a aba Descobrir e sua interface foi otimizada para telas maiores e para fluxos de trabalho no desktop. A experiência de geração de imagens foi aprimorada com mais modelos predefinidos e outras opções de ajustes de cores, iluminação, estilo e clima. 

E você, já usou o Meta AI? É melhor ou pior que o ChatGPT? Me conta sua experiência no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1167 - Governo brasileiro poderá taxar as bigtechs americanas

quarta-feira, 23 de julho de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Eu até tento evitar falar de política aqui, mas quando ações de governos impactam nas novas tecnologias, não tem como eu não te trazer essas informações, pois elas podem impactar diretamente não apenas na forma como o marketing digital é feito, mas também na forma como usamos a internet como um todo. Mas eu tento sempre ser o mais imparcial possível. E hoje não vai ser diferente. 

Com o tarifaço de 50% dos produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos anunciado pelo presidente Donald Trump duas semanas atrás, na semana passada foi a vez de o Governo Brasileiro anunciar que, com a lei de reciprocidade, poderá taxar produtos e serviços americanos no Brasil. O alvo principal seriam as bigtechs. E aqui estou falando especificamente de Google, Amazon, Meta e Microsoft. 

Essa possível taxação, ainda não explicada e nem um percentual anunciado, pode sim impactar os preços de softwares como Windows e o pacote Office, produtos vendidos pela Amazon e o faturamento de assinaturas e anúncios que rodam nas redes sociais da Meta, como Facebook e Instagram. Acho pouco provável que essas bigtechs deixem de operar no Brasil, pois somos um dos maiores mercados dessas empresas. E, embora paguem poucos impostos, geram milhares de empregos. 

Talvez, com essa iniciativa, as próprias bigtechs possam fazer um esforço para convencer o presidente dos Estados Unidos a reduzir ou mesmo retirar a taxação de 50% aplicada aos produtos brasileiros. 

Quem será que tem mais a perder com isso? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1153 - WhatsApp passa a resumir mensagens não lidas

quarta-feira, 2 de julho de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O WhatsApp anunciou semana passada mais um novo recurso, que promete facilitar a vida de quem recebe muitas mensagens. O aplicativo vai criar resumos das suas mensagens não lidas pra te atualizar de forma rápida, tendo como base o Meta AI, ferramenta de inteligência artificial da Meta. 

A novidade chega primeiro para usuários dos Estados Unidos e está disponível por enquanto apenas em inglês. Segundo a Meta, a nova função deve ser disponibilizada em mais idiomas e países ainda esse ano. 

A nova ferramenta funciona assim: o Meta AI faz uma verificação das mensagens não lidas e gera um sumário mesmo sem você ler as suas mensagens privadas. Isso acontece usando Processamento Privado e ninguém na conversa fica sabendo que você viu o resumo das mensagens não lidas. 

O recurso é opcional e vem desabilitado por padrão. Pra habilitar, inclusive selecionando quais conversas ele vai funcionar, vai ser preciso ter uma versão mais recente do WhatsApp. E assim que essa versão com a nova funcionalidade estiver disponível no Brasil, eu te conto aqui no Conexão Digital. 

Me segue no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!