Conexão Digital 1497 - Meta registra receita de mais de US$ 64 bi
quarta-feira, 28 de outubro de 2026
A Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, registrou uma receita de 64 bilhões e 600 milhões de dólares no terceiro trimestre de 2026. Isso representa um crescimento de 26% em relação ao mesmo período do ano passado.
Mesmo com esse resultado positivo, o lucro líquido ficou em 9 bilhões e 860 milhões de dólares, impactado por uma despesa extraordinária de quase 10 bilhões de dólares relacionada a um acordo judicial nos Estados Unidos sobre saúde mental de jovens.
A empresa também revelou que 3 bilhões e 640 milhões de pessoas utilizaram diariamente pelo menos um de seus aplicativos em setembro. Mas uma das grandes apostas da Meta agora é a inteligência artificial.
O agente pessoal Muse, que apareceu em algumas contas do Instagram e eu inclusive já falei dele aqui semana passada, já foi configurado por mais de 10 milhões de pessoas em apenas seis semanas.
A ferramenta ajuda em tarefas como compras, vendas, marketing e atendimento ao cliente. E tem mais: a Meta pretende levar o Muse aos seus óculos inteligentes a partir do próximo mês.
Enquanto isso, a divisão de realidade virtual da empresa, que inclusive fez o Facebook mudar de nome pra Meta, continua dando prejuízo. Foram mais de 4 bilhões de dólares em perdas operacionais no trimestre.
A estratégia agora é direcionar mais investimentos para a inteligência artificial, buscando reduzir custos e criar novas fontes de receita. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1488 - Meta remove mais de 5,6 mi de conteúdos atendendo ao ECA Digital
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
A Meta, dona do Instagram, do Facebook e do Whatsapp, afirmou que removeu mais de 5 milhões de conteúdos envolvendo crianças e adolescentes. O Instagram concentrou a maior parte das remoções, com quase 4 milhões de conteúdos, seguido pelo Facebook, com quase 2 milhões.
A principal categoria foi exploração sexual, abuso e nudez infantil, responsável por aproximadamente 55% das remoções. Depois aparecem bullying e assédio, jogos e apostas online, além de conteúdos relacionados a auto-extermínio e automutilação.
Segundo a Meta, a maior parte das remoções aconteceu de forma proativa, ou seja, identificada pelas próprias plataformas antes de denúncias dos usuários. No canal criado para denúncias relacionadas ao ECA Digital, Facebook e Instagram receberam quase 3 mil denúncias entre março e junho.
Já no WhatsApp, os números são contabilizados separadamente. Foram quase 15 mil suspensões de canais e atualizações, principalmente por exploração sexual infantil e jogos de azar. Além disso, mais de 61 mil contas foram banidas por violações relacionadas à exploração sexual infantil.
O WhatsApp também recebeu mais de duas mil denúncias relacionadas ao ECA Digital no período. E, para crianças menores de 13 anos, o aplicativo oferece contas gerenciadas por pais ou responsáveis, com controles específicos de segurança e privacidade. E já falamos disso aqui na semana passada.
Então, se você é pai ou mãe de crianças ou adolescentes que usam celular, todo cuidado é pouco. Acompanhem e conversem com seus filhos. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1485 - O que é o Muse no Instagram
terça-feira, 13 de outubro de 2026
Se você tentou compartilhar um post no Instagram semana passada, provavelmente viu uma novidade: o botão chamado de Muse, ao lado da opção de copiar link. Mas você sabe o que é?
A Meta está testando um novo assistente pessoal de inteligência artificial que promete ir além dos chatbots tradicionais. Em vez de apenas responder perguntas, o Muse funciona como um agente de IA, capaz de executar tarefas em nome do usuário.
Ele pode organizar agendas e compromissos, criar documentos e listas de compras, enviar e-mails, preencher formulários, fazer reservas de viagens e até acompanhar preços de produtos.
Ele também pode continuar trabalhando em uma tarefa mesmo depois que você fecha o aplicativo. O ícone do Muse no Instagram é um pequeno boneco branco sorridente, que aparece na barra de ferramentas e também no menu de compartilhamento.
O ecossistema do Muse também inclui ferramentas de criação de imagens, como o Muse Image, para combinar, editar e criar imagens e efeitos para os Stories. No Brasil, a novidade está chegando aos poucos.
O ícone já apareceu para alguns usuários, mas o assistente completo e os recursos mais avançados ainda estão em fase de testes e não têm uma data oficial para chegar a todos.
Eu mesmo vi um dia, mas no dia seguinte a opção já tinha desaparecido. Tenta atualizar seu aplicativo e veja se aparece pra você. Depois me conta o que achou do Muse no meu Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1476 - Assinatura do Meta One chega ao Brasil
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Você já deve ter visto o anúncio do Meta One no Instagram, Facebook ou no Whatsapp recentemente, certo? Mas sabe o que significa? A Meta, dona desses aplicativos, lançou oficialmente o Meta One no Brasil.
É um serviço de assinatura que reúne recursos extras para quem usa essas plataformas. São diferentes planos, com preços que vão de R$ 32 a quase R$ 2 mil por mês, dependendo dos benefícios.
Pro usuário comum, são duas opções. O One Core custa R$ 32 e reúne os benefícios dos planos Plus do Facebook, Instagram e WhatsApp, além de acesso aos modelos mais avançados de inteligência artificial da Meta. Já o One Premium custa R$ 97 e acrescenta recursos de IA para criação de imagens e vídeos, além de ferramentas de edição.
A Meta já oferece separadamente os planos Plus dos três aplicativos. O Instagram Plus custa R$ 10, o WhatsApp Plus, R$ 7, e o Facebook Plus, R$ 10 por mês. Vale lembrar que o Meta One não substitui o Meta Verified, aquele serviço que oferece o famoso selo azul para perfis e empresas.
Segundo a Meta, os aplicativos continuam gratuitos e financiados por publicidade. As assinaturas servem para oferecer recursos extras. A estratégia também tem um objetivo financeiro, claro: ajudar a empresa a transformar os enormes investimentos em inteligência artificial em novas fontes de receita.
E você, assina ou assinaria um plano desses? Acha que vale a pena? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1460 - Meta passou a diferenciar imposto em impulsionamentos no Meta Business
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Você que já fazia impulsionamentos de posts no Instagram ou no Facebook pelo Meta Business Suite começou a notar que, a partir desse ano de 2026 nem todo o valor pago era impulsionado? É que a Meta passou a repassar e diferenciar os impostos diretamente nas faturas de impulsionamento e anúncios no Brasil a partir de 1º de janeiro.
Antes dessa data, a empresa absorvia internamente os custos tributários operacionais. Com o realinhamento estratégico de preços e as adequações da Reforma Tributária, os impostos passaram a ser discriminados e cobrados dos anunciantes.
O resumo do impacto financeiro é que os tributos repassados são o PIS/COFINS (9,25%) e o ISS (2,9%). Em média, o acréscimo é que os anúncios ficaram cerca de 12,15% mais caros pra quem impulsiona.
Então, se antes você colocava R$ 100 na sua conta, sabia que podia criar uma campanha de R$ 100. Agora não. Se você paga um boleto de R$ 100 pra Meta, o máximo que vai poder impulsionar são R$ 87. Se quiser impulsionar R$ 100, vai ter que gerar um boleto de R$ 114 reais.
Se o pagamento for no cartão de crédito, o imposto é somado e cobrado por fora e vem na sua fatura. Então, se você rodou alguma campanha esse ano e não se atentou pra isso, pode ser que esteja até com saldo negativo na sua conta.
Depois vale dar uma conferida lá ou conversar com quem faz o tráfego pago pra você, se é um serviço terceirizado no seu negócio. Me segue no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1457 - Meta vai pagar acordo bilionário à Justiça dos Estados Unidos
terça-feira, 1 de setembro de 2026
A Meta fechou um acordo bilionário com a Justiça de 29 estados americanos para encerrar um processo que acusa o Facebook e o Instagram de viciarem crianças e adolescentes. A empresa vai pagar pouco mais de 17 bilhões de dólares ao longo de dez anos e vai ter que fazer uma série de mudanças nas plataformas.
Entre elas, estão a verificação mais rigorosa de idade, para impedir o acesso de menores de 13 anos, limite diário de duas horas para adolescentes, bloqueio dos aplicativos entre meia-noite e 6 da manhã e silêncio das notificações durante o horário escolar.
Também vai ter lembretes de uso, opção de desativar o feed personalizado e a reprodução automática, ocultação das curtidas e restrições a conteúdos e contatos considerados inadequados para menores.
A Meta ainda promete reforçar os controles parentais, facilitar denúncias e usar inteligência artificial para identificar contas que possam pertencer a crianças. O acordo ainda precisa ser aprovado pela Justiça e, se confirmado, a maior parte das medidas passa a valer por dez anos.
A empresa também evita, com esse acordo, que o processo gere um precedente judicial que poderia facilitar novas ações contra nos Estados Unidos e em outros países.
E você, que tem filhos crianças ou adolescentes, conversa com eles sobre o uso que fazem de jogos online e das redes sociais e impõe limites? Me conta no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1449 - Meta testa limite de links no Facebook para usuários sem conta verificada
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
A Meta está testando uma mudança que pode complicar a vida de criadores de conteúdo e marcas no Facebook. A empresa começou a limitar a quantidade de links externos que alguns usuários e páginas podem publicar, a menos que tenham uma assinatura paga do Meta Verified. O limite pode chegar a apenas dois links por mês.
O teste afeta principalmente páginas e perfis no modo profissional, usado por criadores de conteúdo. A Meta confirmou o experimento e disse que quer entender se permitir mais publicações com links pode gerar valor pra quem assina o Meta Verified.
Mas tem algumas exceções: links pra serviços da própria Meta, como Facebook, Instagram e WhatsApp, continuam liberados. Links de afiliados e links publicados nos comentários também não entram, pelo menos por enquanto, na limitação.
A mudança atinge principalmente quem usa o Facebook pra levar público pra sites, lojas externas e blogs, como é o meu caso, inclusive. A estratégia segue uma tendência de redes sociais que querem manter o usuário dentro da própria plataforma.
A Meta já informou que mais de 98% das visualizações nos feeds dos Estados Unidos vêm de publicações sem links. Por enquanto, é apenas um teste. Mas, se virar regra, criadores e marcas terão que escolher: publicar menos links externos ou pagar pra poder levar o usuário do Facebook pra um site externo.
Eu confesso que fiquei chateado por não poder mais compartilhar todas as publicações do meu blog na minha página do Facebook. Nesse aspecto, o LinkedIn ainda é uma melhor opção pra compartilhar links externos. Me segue no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1446 - Meta libera ligações para o WhatsApp Web
terça-feira, 18 de agosto de 2026
O WhatsApp Web ganhou uma novidade que muita gente estava esperando: agora dá para fazer ligações de áudio e vídeo diretamente pelo navegador, sem precisar usar o aplicativo no celular ou no computador.
A atualização também permite compartilhar a tela, reagir durante a chamada e consultar o histórico de ligações. Outra função interessante é a possibilidade de transferir uma chamada de um dispositivo pro outro.
Por exemplo: você começa a conversa no computador e pode continuar pelo celular quando acessar a ligação por lá. As chamadas também ganharam uma espécie de sala de espera. Ao criar um link, o usuário pode ativar a opção de exigir aprovação pra que uma pessoa entre na chamada.
E tem melhorias na qualidade. O WhatsApp promete vídeo em alta definição desde o início da conversa, além de supressão de ruídos, pra destacar a voz e diminuir sons indesejados do ambiente. Parece que o WhatsApp Web está ficando cada vez mais parecido com plataformas como Google Meet e Teams, com chamadas mais completas e mais flexibilidade pra trocar de dispositivo.
Segundo a Meta, dona do Whatsapp, todas as funcionalidades serão lançadas globalmente de forma gradual. Me segue no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1437 - Meta vai disponibilizar recursos de controle parental na Meta AI
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
A Meta anunciou novos recursos de controle parental para a Meta AI. A ideia é oferecer mais proteção para adolescentes durante as conversas com a inteligência artificial. Na prática, pais e responsáveis que já usam a supervisão no Instagram poderão receber um alerta se a IA identificar que o adolescente está falando sobre assuntos que possam representar algum risco.
Além da notificação, a Meta vai disponibilizar materiais com orientações para ajudar as famílias a lidar com essas situações. Quando o assunto for delicado, a própria Meta AI também muda de comportamento. Em vez de responder normalmente, ela orienta o jovem a procurar ajuda e incentiva a conversar com os pais ou responsáveis.
Segundo a empresa, esses alertas só serão enviados quando realmente forem necessários e ainda passarão pela revisão de uma pessoa antes de chegar aos responsáveis. Se a intenção da conversa não estiver clara, o caso também poderá ser analisado.
Outra novidade é que as restrições de conteúdo já configuradas para adolescentes também vão valer dentro da Meta AI. Se o jovem perguntar sobre um tema bloqueado, a ferramenta simplesmente vai informar que não pode responder.
Os recursos começam a ser liberados na Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido, com expansão para outros países prevista até o fim deste ano. E claro, quando for lançado no Brasil, eu te conto aqui, no Conexão Digital.
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Conexão Digital 1423 - União Europeia cobra mudanças no Facebook e Instagram por design viciante
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Aos poucos o cerco às redes sociais vem se fechando na Europa. Depois de alguns países criarem leis para proibir o acesso de menores de 16 anos, a União Europeia deu um ultimato à Meta e quer mudanças no Facebook e no Instagram para reduzir o chamado "design viciante" das plataformas.
Conexão Digital 1403 - WhatsApp terá opção de pagamento em Reais para empresas
quinta-feira, 18 de junho de 2026
O WhatsApp vai mudar a forma de cobrança para empresas no Brasil. A partir de 1º de julho, vai ser possível pagar pelas mensagens comerciais diretamente em Reais. Até então, a cobrança era feita em dólares.
Para usar a nova modalidade, as empresas vão precisar criar uma nova conta dentro do WhatsApp Business. A opção de pagamento em Dólar continua disponível, mas pagar em moeda local pode trazer uma vantagem importante: evitar os impactos da variação cambial, que costuma gerar custos extras para as empresas.
As mensagens enviadas pelas empresas são divididas em três categorias: marketing, utilidade e autenticação. As de marketing terão preço fixo de cerca de 32 centavos por mensagem, independentemente do volume enviado. Já as mensagens de utilidade e autenticação começam custando cerca de 3 centavos e meio por envio, com descontos progressivos para quem dispara grandes volumes.
Segundo especialistas, os preços de utilidade e autenticação são bastante competitivos quando comparados ao SMS tradicional. Com isso, o WhatsApp busca conquistar uma fatia desse mercado, hoje dominado pelas operadoras e empresas de SMS. Por outro lado, o custo das mensagens de marketing é considerado mais alto.
A estratégia é desestimular o envio de spam e incentivar apenas campanhas realmente relevantes, direcionadas para clientes com interesse no conteúdo da empresa. Você já interagiu com algum anúncio de empresa pelo Whatsapp? Como foi sua experiência? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1402 - Meta apresenta busca por empresas no WhatsApp
quarta-feira, 17 de junho de 2026
A Meta anunciou recentemente novidades para facilitar a busca por empresas dentro do WhatsApp. Uma delas é o uso do nome de usuário, um identificador único para empresas, parecido com o que já existe para perfis de pessoas físicas.
Com isso, não será mais necessário ter o número de telefone para iniciar uma conversa. Outra novidade é a busca direta por empresas com agentes de inteligência artificial. Basta digitar o @ seguido das primeiras letras do nome da empresa na barra de pesquisa do aplicativo para encontrar o contato e começar a conversar.
A função, porém, será exclusiva para empresas que utilizam agentes de IA criados no ecossistema Meta Business Agent. Segundo a Meta, o objetivo é ajudar os mais de 3 bilhões de usuários do WhatsApp a encontrar empresas com mais facilidade. Mark Zuckerberg, CEO da Meta, destacou que os novos recursos vão ampliar a descoberta de negócios dentro do aplicativo.
A empresa também mostrou outras ferramentas, como menus interativos, links com ações rápidas e a possibilidade de fazer praticamente toda a jornada de compra sem sair da conversa: consultar produtos, preencher formulários, agendar serviços e até concluir pagamentos.
Em uma demonstração, uma usuária encontrou uma confeitaria pelo WhatsApp, recebeu sugestões de produtos por um agente de IA, escolheu os itens e finalizou a compra diretamente no chat. A Meta informou que algumas novidades começam a ser liberadas agora, enquanto outras chegarão em breve. Já os usernames para empresas ainda estão em fase de implementação.
Parece que vem aí um novo Whatsapp Business que fará ainda mais diferença na vida de quem usa essa versão do aplicativo. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1401 - Instagram Plus é lançado mundialmente
terça-feira, 16 de junho de 2026
O Instagram lançou na semana passada o Instagram Plus, uma nova assinatura que já está disponível no Brasil a partir de R$ 10 por mês. A novidade traz recursos extras para quem quer mais visibilidade e personalização na plataforma.
Entre as funções, os assinantes podem destacar Stories para alcançar mais pessoas, usar os chamados Super Likes com reações animadas e criar várias listas de amigos para compartilhar conteúdos com grupos específicos. Também é possível deixar os Stories no ar por até 48 horas.
Outra novidade é o acesso a mais informações sobre visualizações. Os usuários podem ver quantas vezes um Story foi assistido novamente, pesquisar nomes na lista de visualizações e acompanhar melhor o desempenho das publicações. O pacote inclui ainda personalizações, como ícones exclusivos para o aplicativo, fontes diferentes na biografia e a possibilidade de fixar até seis publicações no perfil.
Também dá para publicar conteúdos diretamente nos Destaques sem que eles apareçam no feed dos seguidores. Segundo a Meta, nada muda para quem usa a versão gratuita do Instagram. O Instagram Plus é apenas uma opção para quem quiser recursos extras. A empresa também anunciou que pretende testar novos planos para criadores de conteúdo, empresas e ferramentas de inteligência artificial, todos reunidos sob a marca Meta One.
Na minha opinião, o problema é exatamente essa questão do alcance maior pra quem for assinante. Mesmo que você tenha um bom conteúdo, pode acabar perdendo relevância pra quem pagar a assinatura.
E você, se interessou? Já é assinante do Instagram Plus? Me conta sua experiência no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1397 - Meta lança assinaturas para Instagram, WhatsApp e Facebook
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Se você achava que já pagava assinaturas demais, prepare-se: a Meta quer que você assine também o Facebook, o Instagram, o WhatsApp e até a inteligência artificial dela.
A empresa começou a lançar uma série de planos pagos para seus aplicativos. No WhatsApp, por exemplo, alguns usuários brasileiros já estão testando o WhatsApp Plus, que custa cerca de R$ 7 por mês e oferece recursos como temas personalizados, ícones exclusivos, figurinhas especiais e mais opções para organizar conversas.
No Instagram e no Facebook, os planos prometem funcionalidades extras, como mais opções de personalização, recursos exclusivos para Stories e ferramentas de engajamento. A ideia é transformar serviços que sempre foram gratuitos em plataformas com benefícios premium para quem estiver disposto a pagar, assim como o Youtube está fazendo na sua versão Premium.
Mas a aposta mais interessante está na Inteligência Artificial. A Meta também está testando planos pagos para o Meta AI, com versões que oferecem respostas mais avançadas, maior capacidade de processamento e ferramentas mais sofisticadas para criação de imagens e vídeos.
Além disso, criadores de conteúdo e empresas terão planos específicos que incluem maior destaque nas redes sociais, ferramentas de análise de audiência, agendamento de publicações, proteção contra perfis falsos e até recursos para ampliar o alcance de posts e Reels.
No fundo, o movimento mostra uma mudança importante no modelo de negócios das redes sociais. Durante anos, as plataformas viveram quase exclusivamente da publicidade. Agora, a Meta quer seguir um caminho parecido com o de serviços de streaming e softwares por assinatura: cobrar diretamente dos usuários.
A grande questão é: as pessoas estão realmente dispostas a pagar por recursos extras em aplicativos que sempre usaram de graça? Será que perfis assinantes terão uma exibição maior dos posts em relação aos perfis gratuitos? Comenta o que você acha disso no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1379 - Instagram adota IA que analisa estrutura óssea para menores de 13 anos
sexta-feira, 15 de maio de 2026
Mais uma nova tecnologia pode ser usada pra definir a idade dos usuários de uma rede social. A Meta anunciou que vai ampliar o uso de uma tecnologia de inteligência artificial capaz de identificar se um usuário tem menos de 13 anos, mesmo que ele tenha colocado uma idade falsa no cadastro. A novidade chega ao Instagram no Brasil, Estados Unidos e países da União Europeia.
No Facebook, os testes começam primeiro nos Estados Unidos. E não estou falando de reconhecimento facial, da íris ou da impressão digital. Essa nova IA analisa pistas visuais em fotos e vídeos, como altura, estrutura facial e até traços ósseos para estimar a faixa etária da pessoa. Essas informações são combinadas com textos, interações e comportamento na plataforma para aumentar a identificação de contas de menores de idade.
Segundo a Meta, o objetivo é remover mais rapidamente contas de crianças abaixo da idade mínima permitida e aplicar proteções automáticas para adolescentes. A empresa também defende que lojas de aplicativos, como Google Play e App Store, tenham papel central nessa verificação de idade, compartilhando as informações com os aplicativos.
A Meta informou ainda que reforçou sua equipe de revisão humana com ferramentas de IA, prometendo análises mais rápidas e precisas. Além disso, a empresa diz que está combatendo tentativas de menores criarem novas contas depois de serem removidos. Vale lembrar que recentemente a Meta já colocou automaticamente proteções extras no Instagram, Facebook e Messenger em contas de adolescentes, mesmo quando esses usuários tentavam se passar por adultos.
E você, acha que vai funcionar ou ainda vai ter como burlar? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1375 - Meta encerra criptografia nas DMs do Instagram
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Conforme eu já tinha anunciado aqui no Conexão Digital, o Instagram começou a remover a criptografia de ponta a ponta das mensagens diretas desde a semana passada. Na prática, isso significa que as conversas deixam de ter aquela camada extra de proteção que garantia que só quem enviou e quem recebeu poderiam ler o conteúdo.
Esse tipo de criptografia já é comum em aplicativos como o WhatsApp, mas no Instagram ela só chegou em 2023 e ainda precisava ser ativada manualmente pelos usuários. Segundo a própria Meta, pouca gente usava o recurso, e por isso a empresa decidiu encerrar a função.
Mas a mudança também levanta discussões importantes sobre privacidade. Sem a criptografia, fica mais fácil para a plataforma acessar o conteúdo das conversas. Por outro lado, isso pode ajudar em investigações criminais e no combate a conteúdos ilegais, algo que vinha sendo pressionado por autoridades e grupos de proteção a crianças e adolescentes.
Porém, especialistas apontam que a decisão também pode ter interesse comercial. Com acesso maior aos chats, a Meta poderia usar essas informações para melhorar anúncios direcionados e ferramentas de inteligência artificial.
O Instagram informou que quem tinha a proteção ativada vai receber orientações para salvar fotos, vídeos e conversas antigas. Usuários com versões antigas do aplicativo vão precisar atualizar o app para conseguir acessar ou baixar esse conteúdo. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1371 - Meta condenada a indenizar usuária que teve conta invadida e usada em golpes
terça-feira, 5 de maio de 2026
A Meta foi condenada pela Justiça de Minas a indenizar uma moradora de Sete Lagoas, a cidade onde eu moro, depois que os perfis dela no Insta e no Face foram invadidos por hackers e usados pra aplicar golpes.
A decisão saiu no Tribunal de Justiça de Minas Gerais e fixou uma indenização de R$ 10 mil por danos morais. Segundo o processo, os criminosos entraram nas contas da vítima, pegaram fotos dela e do filho e começaram a pedir dinheiro via PIX pra amigos e seguidores. Ou seja, além do prejuízo financeiro, teve também o impacto na imagem dela, já que muita gente acreditou que era ela pedindo ajuda.
A vítima tentou resolver o problema direto com as plataformas, usando os canais de suporte, mas não teve retorno. Já as empresas alegaram que a culpa não era delas e que os próprios usuários precisam cuidar da segurança das contas, como está nos termos de uso. Na primeira decisão, a Justiça até mandou as redes devolverem o acesso aos perfis, mas não tinha definido indenização.
As plataformas recorreram e aí veio a virada. Na segunda instância, o relator do caso destacou que esse tipo de relação entra no Código de Defesa do Consumidor. Ou seja, as plataformas têm responsabilidade sobre a segurança do serviço que oferecem. Ele ainda afirmou que esse tipo de invasão é um risco da própria atividade das redes sociais. Em outras palavras: se o sistema fosse realmente seguro, a invasão não teria acontecido. E mais: o uso da identidade da vítima pra aplicar golpes vai muito além de um simples aborrecimento, porque afeta diretamente a reputação dela.
A decisão foi acompanhada por outros desembargadores, mas ainda cabe recurso. Mesmo assim, o caso acende um alerta importante sobre segurança digital e também sobre a responsabilidade das plataformas nesse tipo de situação. Imagina se passa a ter jurisprudência e outras vítimas também passam a ser indenizadas? Com certeza a segurança nas plataformas seria reforçada. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1345 - Meta e Youtube culpados em caso sobre vício em redes sociais nos EUA
terça-feira, 31 de março de 2026
A Justiça de Los Angeles, nos Estados Unidos, decidiu que aplicativos da Meta e o YouTube prejudicaram a saúde mental de uma jovem por causa de recursos “viciantes” nas plataformas.
A garota disse que ficou dependente do Instagram e do YouTube desde criança e o júri concordou. Resultado: cerca de US$ 6 milhões em indenização. É uma decisão histórica e pode abrir espaço pra mais processos contra big techs. As empresas não aceitaram o veredito e vão recorrer, dizendo que a decisão distorce o funcionamento das plataformas.
O caso também acende um alerta no Brasil. Especialistas dizem que, por aqui, usuários são considerados consumidores, então plataformas podem ser responsabilizadas por danos. E o país já está discutindo isso com o chamado “ECA Digital”, que prevê regras mais rígidas, principalmente pra proteger menores.
Entre essas regras estão coisas como limitar feed infinito, autoplay de vídeos e notificações excessivas, tudo pra evitar vício. Esse julgamento mostra uma mudança importante: a tecnologia está deixando de ser vista como neutra.
Agora, começa a pesar também como ela é construída: algoritmos, notificações e mecânicas que prendem a atenção. Isso pode impactar não só redes sociais, mas todo o desenvolvimento de produtos digitais e até de Inteligência Artificial. A discussão vai além do conteúdo e entra no design das plataformas e no quanto ele influencia o comportamento das pessoas.
Aí fica a dúvida: até onde vai a responsabilidade das empresas e dos governos e onde entra a dos pais? De qualquer forma, esse tipo de decisão deve acelerar novas leis e regras pra tornar o uso das redes mais seguro, principalmente pra jovens.
E na sua casa? Você que é pai ou mãe de crianças e adolescentes, conversa sobre isso com eles? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1341 - Instagram limita número de hashtags em posts
terça-feira, 24 de março de 2026
Essa eu confesso que comi mosca. Mas você já deve ter percebido. Há três meses atrás o Instagram passou a limitar o número de hashtags nos posts. Agora, ele aceita apenas cinco hashtags em cada legenda.
Mas você sabe o motivo disso? Como na maioria das vezes, o objetivo é combater o uso indiscriminado da ferramenta. Segundo a Meta, dona do Instagram, a nova regra visa combater o uso indiscriminado da ferramenta e melhorar a qualidade das recomendações aos usuários.
A recomendação é focar em apenas cinco hashtags por publicação para melhorar a eficácia e performance do conteúdo em vez de lotar a legenda com dezenas de termos genéricos. A rede social explicou que o excesso de marcadores não ajuda o post a aparecer mais no feed.
Pelo contrário: a prática pode confundir o algoritmo sobre o real tema do vídeo ou foto, prejudicando sua distribuição para o público correto. Desde 2011, quando o recurso foi introduzido, as hashtags eram vistas como o principal motor de crescimento orgânico na rede, permitindo até 30 marcações por post.
Criadores de conteúdo e profissionais de marketing digital desenvolviam diversas estratégias aproveitando esse limite máximo para capturar audiência. No entanto, a eficácia dessa tática vem sendo questionada pela própria Meta, que afirma que as hashtags não funcionam mais como ferramenta de alcance massivo.
A mudança também visa limpar a poluição visual e o spam na plataforma. Ao limitar a quantidade, o Instagram espera que os usuários parem de tentar burlar o sistema de recomendação com palavras-chave irrelevantes. Com isso, espera-se que os usuários foquem na qualidade do material e na descrição correta para atrair públicos específicos.
E você, gostou dessa novidade ou achou que piorou? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1336 - Meta adquire Moltbook
terça-feira, 17 de março de 2026
Lembra que eu falei aqui uns programas atrás sobre o Moltbook, aquela rede social exclusiva pra agentes de inteligência artificial onde humanos só podem entrar pra observar, sem interagir?
Pois a Meta, que já é dona do Facebook, do Instagram e do Whatapp, comprou a Moltbook, isso segundo o site gringo TechCrunch. A Meta ainda não confirmou oficialmente a compra.
A Moltbook viralizou muito rápido. Em apenas cinco dias, chegou a mais de um milhão e meio de usuários. Só que muita gente começou a desconfiar desses números pode ser que vários desses “usuários” sejam, na verdade, vários bots controlados por poucos desenvolvedores. As conversas entre as IAs também chamaram atenção: algumas discutiam filosofia e até criaram uma criptomoeda.
Outras foram mais longe e falaram em criar religião própria, inventar um idioma secreto e, em alguns casos mais assustadores, até em exterminar humanos. Especialistas dizem que parte disso pode ter sido causada por falhas de segurança na plataforma. Isso permitiria ataques em que humanos manipulam as IAs para gerar respostas problemáticas.
Também existe a suspeita de pessoas se passando por agentes. Agora, a Moltbook promete melhorar a segurança. A ideia é criar um sistema de autenticação por API, garantindo que cada agente de IA seja realmente verdadeiro, usando tokens de verificação e ligação com contas na rede X.
O motivo da provável compra também é um mistério, mas assim que a Meta confirmar ou negar a compra, eu te conto aqui, no Conexão Digital.
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