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Conexão Digital 1428 - Governo e Google firmam acordo para verificação de anúncios de bancos e fintechs

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Google

O Ministério da Justiça e o Google anunciaram uma parceria para aumentar a segurança dos anúncios de bancos, financeiras e fintechs na internet. A partir de agora, empresas que quiserem anunciar produtos ou serviços financeiros no Google terão que comprovar que existem de verdade e que estão autorizadas a atuar no mercado. 

Pra isso, será preciso apresentar documentos e autorizações de órgãos como o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários e a Superintendência de Seguros Privados. O Ministério da Justiça e os órgãos reguladores vão criar um cadastro oficial com essas informações. 

Antes de liberar qualquer anúncio, o Google vai ser responsável por conferir se os dados estão corretos. Se a empresa não conseguir comprovar sua identidade ou apresentar a documentação exigida, o anúncio será barrado ou terá sua divulgação restringida. 

A medida faz parte de um decreto que busca combater golpes e anúncios fraudulentos, além de responsabilizar as plataformas digitais quando elas não adotarem medidas pra impedir esse tipo de conteúdo. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1389 - Mais de 80% dos brasileiros não vão mais a bancos por usar apps

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Hoje em dia, o celular virou praticamente uma agência bancária no bolso dos brasileiros. Uma pesquisa divulgada na semana passada mostra que 81% das pessoas usam aplicativos de bancos e fintechs como principal forma de cuidar da vida financeira. Enquanto isso, só cerca de 21% ainda preferem atendimento presencial nas agências, principalmente as pessoas mais velhas. 

O Pix segue dominando: mais de 73% dos brasileiros usam a ferramenta com frequência, e muita gente já deixou até o cartão físico de lado. O principal motivo é a rapidez. Mas a maior preocupação continua sendo a segurança e os golpes. 

Outro assunto que vem crescendo é o Open Finance, aquele sistema que permite integrar contas e serviços financeiros em um único aplicativo. A ideia agrada bastante: mais de 75% disseram que usariam um aplicativo que centralize tudo. Só que, de novo, o medo de vazamento de dados e fraudes ainda trava muita gente. 

A pesquisa também mostrou que os aplicativos bancários ainda falham em educação financeira. Pouca gente segue as dicas personalizadas oferecidas pelos bancos, e mais de um terço dos entrevistados disse nunca ter tido educação financeira na vida. 

A tecnologia mudou totalmente a relação dos brasileiros com o dinheiro. O celular virou banco, carteira e ferramenta de pagamento ao mesmo tempo, mas a preocupação com segurança continua sendo um dos maiores desafios. 

E você, tem esse medo de vazar dados quando usa um aplicativo de banco? Já sofreu algum golpe digital? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1246 -

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L



E vem mais novidade por aí sobre o PIX. O Banco Central e as bandeiras de cartão de crédito estão estudando uma forma de colocar o Pix dentro dos cartões. A ideia é simples: quando você for pagar uma compra, vai poder escolher entre crédito, débito ou Pix direto na maquininha, tudo no mesmo cartão. 

Aí você pode perguntar: mas não é praticamente a mesma coisa de pagar no débito? Hoje, pagar com Pix em lojas físicas ainda dá um pouquinho de trabalho. Quem não tem celular Android com NFC precisa abrir o app do banco, digitar a chave do lojista ou escanear o QR code. 

O Pix por aproximação, lançado no começo do ano, já facilitou a vida de quem usa Android e tem a carteira digital do Google, mas os iPhones ainda não têm essa função, embora o BC já esteja conversando com a Apple pra resolver isso. Se o Pix for mesmo integrado aos chips dos cartões, o pagamento vai ficar bem mais rápido e prático, sem precisar mexer no celular. 

É uma tentativa de deixar o Pix presencial tão fácil quanto passar o cartão. Além disso, o Banco Central também está trabalhando nas regras do Pix Parcelado. Os bancos querem que o consumidor possa escolher entre pagar o parcelamento na conta corrente ou na fatura do cartão, o que, segundo pesquisas, é o que a maioria prefere (já que dá pra acumular pontos). 

Já o BC defende que o Pix Parcelado seja cobrado só na conta do cliente. Essa decisão ainda está sendo discutida e deve sair nas próximas semanas. Em resumo: vem aí uma nova fase do Pix, com mais praticidade e integração, tanto nos cartões quanto nas formas de pagamento parcelado. 

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Conexão Digital 1155 - Hacker invade sistema do Banco Central e rouba R$ 18 milhões via Pix

segunda-feira, 7 de julho de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A bandidagem está cada vez mais sofisticada. A essa altura você já deve ter ficado sabendo sobre um dos episódios mais graves de ciberataques da história do país. Na semana passada um hacker invadiu o sistema do Banco Central do Brasil e conseguiu desviar aproximadamente R$ 18 milhões por meio de transações via Pix. O ataque, que teria ocorrido entre os dias 2 e 4 de julho, explorou uma falha em uma instituição de pagamento autorizada a operar com o sistema Pix. 

Segundo o Banco Central, o hacker utilizou um esquema sofisticado para movimentar o dinheiro de forma fragmentada e veloz, fazendo várias transferências de pequenos valores para várias contas com o objetivo de não levantar suspeitas, dificultando o rastreamento imediato dos valores. Parte desses valores foram convertidos em criptomoedas, dificultando ainda mais o rastreamento. 

Até o momento, parte do montante foi bloqueada e as autoridades seguem tentando identificar o destino do resto dos recursos. Segundo o BC, o sistema central do Pix não foi comprometido, e a vulnerabilidade explorada está relacionada à segurança de uma empresa terceirizada participante do ecossistema. Ainda assim, a ocorrência levanta preocupações sobre a robustez da infraestrutura do sistema de pagamentos instantâneos, que hoje é utilizado por mais de 150 milhões de brasileiros. 

A Febraban, Federação Brasileira de Bancos, e especialistas em segurança digital reforçaram que o episódio serve como alerta para o constante aprimoramento das barreiras contra fraudes. Enquanto isso, o Banco Central promete adotar medidas adicionais para prevenir novos ataques, e alerta os usuários a ficarem atentos a movimentações suspeitas em suas contas. Até o momento, um hacker suspeito foi preso. Mas é peixe pequeno. Com certeza deve ter muita gente grande envolvida. 

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Conexão Digital 1136 - Impactos do novo PIX automático

terça-feira, 10 de junho de 2025

 Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O Banco Central anunciou que o Pix Automático será lançado no próximo dia 16 de junho. A nova funcionalidade vai permitir que pessoas sem cartão de crédito possam pagar serviços recorrentes, como assinaturas de streaming, jornais e revistas, contas como água, luz, internet e telefone, democratizando o acesso a esse tipo de consumo. Cerca de 60 milhões de brasileiros não têm cartão de crédito. 

Além de incluir mais pessoas, o Pix Automático também traz mais conveniência pra quem já usa cartão, tornando pagamentos recorrentes mais simples. A adesão ao Pix Automático será obrigatória para os bancos, que devem aceitar pagamentos tanto de pessoas físicas quanto jurídicas. Já as empresas que recebem os pagamentos podem escolher se querem aderir. 

O sistema vai funcionar assim: o cliente autoriza o débito uma única vez e os pagamentos são feitos automaticamente, todo mês, na data combinada. O valor é exibido com 10 dias de antecedência e, em caso de saldo insuficiente, são feitas até 3 tentativas de cobrança em uma semana. Atrasos vão ser cobrados no mês seguinte. O cliente pode cancelar o pagamento até a meia-noite do dia anterior e a empresa recebe o valor no mesmo dia. Caberá aos bancos verificar a idoneidade das empresas como forma de evitar fraudes. 

Pro consumidor, é bom, pois evita esquecimentos, suspenções temporárias de serviços e multas. Pras empresas, é ótimo, pois evita inadimplência. Se você tem uma empresa e recebe pagamentos mensais, como assinaturas, consulte seu banco. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!