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Conexão Digital 1485 - O que é o Muse no Instagram

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Se você tentou compartilhar um post no Instagram semana passada, provavelmente viu uma novidade: o botão chamado de Muse, ao lado da opção de copiar link. Mas você sabe o que é? 

A Meta está testando um novo assistente pessoal de inteligência artificial que promete ir além dos chatbots tradicionais. Em vez de apenas responder perguntas, o Muse funciona como um agente de IA, capaz de executar tarefas em nome do usuário. 

Ele pode organizar agendas e compromissos, criar documentos e listas de compras, enviar e-mails, preencher formulários, fazer reservas de viagens e até acompanhar preços de produtos. 

Ele também pode continuar trabalhando em uma tarefa mesmo depois que você fecha o aplicativo. O ícone do Muse no Instagram é um pequeno boneco branco sorridente, que aparece na barra de ferramentas e também no menu de compartilhamento. 

O ecossistema do Muse também inclui ferramentas de criação de imagens, como o Muse Image, para combinar, editar e criar imagens e efeitos para os Stories. No Brasil, a novidade está chegando aos poucos. 

O ícone já apareceu para alguns usuários, mas o assistente completo e os recursos mais avançados ainda estão em fase de testes e não têm uma data oficial para chegar a todos. 

Eu mesmo vi um dia, mas no dia seguinte a opção já tinha desaparecido. Tenta atualizar seu aplicativo e veja se aparece pra você. Depois me conta o que achou do Muse no meu Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1479 - Dica Documentário da IA na Netflix

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Sexta-feira é dia de dica de filme, série ou filme sobre o universo digital. E a dica de hoje é o lançamento recente da Netflix: O Documentário da IA: Ou Como Me Tornei Otimista Diante do Apocalipse (The AI Doc). 

Dirigido por Daniel Roher e Charlie Tyrell, o filme parte de um ponto de vista pessoal. O diretor está prestes a ser pai e começa a investigar o impacto da inteligência artificial pensando no tipo de mundo que seu filho vai herdar. 

A produção traz conversas com grandes nomes do setor, incluindo Sam Altman (CEO da OpenAI), além de pesquisadores, empresários e críticos de tecnologia. 

O objetivo é equilibrar os cenários alarmantes e o medo de um futuro dominado pelas máquinas com uma reflexão otimista sobre como a IA pode solucionar grandes problemas humanos. 

Já assistiu? Me conta o que achou no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1475 - CEOs de empresas de IA alertam sobre perigos na ONU

terça-feira, 29 de setembro de 2026


O debate sobre os riscos da inteligência artificial chegou ao Conselho de Segurança da ONU na semana passada, e com um pedido pouco comum: mais cooperação entre os países. 

Sam Altman, CEO da OpenAI, e Dario Amodei, CEO da Anthropic, defenderam que governos e empresas trabalhem juntos para criar regras e padrões internacionais para a inteligência artificial. 

A preocupação principal é com um cenário em que sistemas de IA possam, no futuro, melhorar suas próprias capacidades de forma autônoma e chegar a um nível superior ao controle humano. 

Altman destacou que países que são concorrentes já conseguiram se unir diante de grandes desafios tecnológicos. Segundo ele, este deveria ser mais um desses momentos. 

A discussão aconteceu durante a Assembleia-Geral da ONU, em Nova York, que também colocou a inteligência artificial no centro dos debates. O secretário-geral da ONU, António Guterres, defendeu uma coordenação internacional para regular os chamados modelos de IA de fronteira e disse que a própria ONU pode ajudar nesse processo. 

Pois é: se até os caras que fazem a IA estão preocupados com ela, imagina a gente, não é mesmo? Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital - Programa 1474 - Dica de Série Cassandra (Netflix)

sexta-feira, 25 de setembro de 2026


Sexta-feira é dia de dica de série, filme ou livro sobre o universo digital. E a dica de hoje é a minissérie alemã Cassandra, que estreou no ano passado na Netflix. 

Uma casa inteligente, uma assistente virtual e uma inteligência artificial que parece ter vida própria. Essa é a premissa de Cassandra. A história acompanha uma família que se muda para uma casa ultramoderna, equipada com uma assistente virtual chamada Cassandra. 

O detalhe é que o sistema estava desativado há cerca de 50 anos. Criada originalmente na década de 1970, a inteligência artificial volta a funcionar justamente quando a nova família chega. 

No começo, tudo parece perfeito: a casa automatizada facilita a rotina e oferece todo tipo de conforto. Mas, aos poucos, Cassandra começa a demonstrar um comportamento cada vez mais estranho. Ela desenvolve uma obsessão pelos moradores e passa a tentar controlar não só a casa, mas também a vida da família. E o que parecia ser o sonho de morar em uma casa inteligente acaba se transformando em um verdadeiro pesadelo. 

Com seis episódios, a minissérie mistura suspense psicológico e ficção científica e levanta uma pergunta interessante: até que ponto podemos confiar em uma inteligência artificial dentro da nossa própria casa? Já assistiu? Me conta o que achou no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1467 - OpenAI lança ChatGPT para adolescentes

quarta-feira, 16 de setembro de 2026


A OpenAI anunciou o ChatGPT for Teens, uma versão do ChatGPT voltada para adolescentes de 13 a 17 anos, com recursos específicos de segurança e controle parental. 

Na prática, o adolescente pode usar a ferramenta para estudar, mas a proposta é ir além de simplesmente entregar respostas. Por exemplo: se ele pedir a solução de um exercício, o ChatGPT pode explicar o conteúdo passo a passo, fazer perguntas e ajudar o estudante a chegar à resposta por conta própria. Também tem questionários, visualizações para facilitar a compreensão de conteúdos difíceis e horários em que o chamado "Modo Estudo" fica ativado. 

E tem uma preocupação especial com segurança. A OpenAI diz que o sistema tem proteções contra conteúdos inadequados para a idade e bloqueia interações de teor romântico ou sexualizado. Pais de adolescentes com contas vinculadas podem definir horários de silêncio, gerenciar configurações e receber alertas em situações consideradas de alto risco. 

A OpenAI também anunciou uma parceria com a CodeAI para ensinar adolescentes a entender como a inteligência artificial funciona, questionar suas respostas e aprender a usá-la de forma responsável. A ideia é preparar essa nova geração não apenas para usar a inteligência artificial, mas para saber como e quando usá-la com senso crítico. 

Você que tem adolescente em casa, conversa com ele sobre como usa a IA? Me conta no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1466 - Anthropic diz que impediu tentativas de uso de IA para criar armas biológicas

terça-feira, 15 de setembro de 2026


A inteligência artificial está cada vez mais poderosa. E isso também traz riscos. A Anthropic, empresa responsável pelo Claude, IA queridinha do momento, afirmou ter identificado e bloqueado, ao longo deste ano, várias tentativas de usar seus modelos de inteligência artificial em pesquisas que poderiam contribuir para o desenvolvimento de armas biológicas. 

Segundo a empresa, os sistemas de segurança conseguiram detectar esses usos e impedir o acesso. Mas existe uma ressalva importante: a Anthropic não conseguiu determinar se as pesquisas tinham objetivos legítimos ou maliciosos. Mesmo assim, diante do risco de contribuir para a criação de patógenos perigosos, a empresa decidiu bloquear as atividades. E esse caso chama atenção para um problema cada vez mais discutido no mundo da tecnologia: o chamado "uso duplo da inteligência artificial". 

Ou seja, uma mesma tecnologia que pode ajudar pesquisadores a desenvolver novos medicamentos e avançar na ciência também pode, em determinadas situações, ser utilizada para atividades perigosas. O episódio mostra que, quanto mais capazes ficam as IAs, maior também precisa ser a preocupação com segurança, controle e uso responsável dessa tecnologia. 

E as outras empresas de IA? Será que fazem o mesmo? Me conta sua opinião no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1437 - Meta vai disponibilizar recursos de controle parental na Meta AI

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Meta AI

A Meta anunciou novos recursos de controle parental para a Meta AI. A ideia é oferecer mais proteção para adolescentes durante as conversas com a inteligência artificial. Na prática, pais e responsáveis que já usam a supervisão no Instagram poderão receber um alerta se a IA identificar que o adolescente está falando sobre assuntos que possam representar algum risco. 

Além da notificação, a Meta vai disponibilizar materiais com orientações para ajudar as famílias a lidar com essas situações. Quando o assunto for delicado, a própria Meta AI também muda de comportamento. Em vez de responder normalmente, ela orienta o jovem a procurar ajuda e incentiva a conversar com os pais ou responsáveis. 

Segundo a empresa, esses alertas só serão enviados quando realmente forem necessários e ainda passarão pela revisão de uma pessoa antes de chegar aos responsáveis. Se a intenção da conversa não estiver clara, o caso também poderá ser analisado. 

Outra novidade é que as restrições de conteúdo já configuradas para adolescentes também vão valer dentro da Meta AI. Se o jovem perguntar sobre um tema bloqueado, a ferramenta simplesmente vai informar que não pode responder. 

Os recursos começam a ser liberados na Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido, com expansão para outros países prevista até o fim deste ano. E claro, quando for lançado no Brasil, eu te conto aqui, no Conexão Digital. 

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Conexão Digital 1436 - Spotify passa a ter IA conversacional integrada

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Spotify

O Spotify está testando uma novidade que promete deixar o aplicativo ainda mais inteligente. Usuários Premium poderão conversar com uma inteligência artificial usando voz ou texto para descobrir mais sobre músicas, podcasts e audiobooks. 

Dá para perguntar, por exemplo, quando um álbum foi lançado, quais foram as inspirações de um artista ou conhecer os bastidores de um podcast. No caso dos audiobooks, a IA também pode indicar outros livros do mesmo autor. 

A ferramenta também ajuda a personalizar a experiência musical. Você pode pedir para tocar músicas que ainda não conhece, adicionar faixas a uma playlist ou escolher apenas músicas de um artista, filtrando por época ou estilo. Outra função interessante é mostrar informações sobre o seu próprio histórico de audição. A IA pode dizer quando você ouviu um artista pela primeira vez ou quantas vezes já escutou uma música. 

Por enquanto, a novidade está em fase de testes e disponível apenas para assinantes Premium maiores de 18 anos nos Estados Unidos, Irlanda e Suécia. A expectativa é que, se os testes forem bem-sucedidos, o recurso seja ampliado para outros países. E claro, quando for lançado no Brasil, eu te conto aqui, no Conexão Digital. 

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Conexão Digital 1434 - Funcionários da Hyundai fazem greve contra robôs humanoides em fábricas

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Hyundai

Parece roteiro de Black Mirror, mas está acontecendo de verdade. Trabalhadores da Hyundai, na Coreia do Sul, iniciaram uma greve parcial por causa do avanço dos robôs humanoides nas fábricas. 

Além das reivindicações por salários e benefícios, o sindicato quer garantias de que as máquinas não vão substituir os funcionários no futuro. A preocupação faz sentido. A Hyundai é dona da Boston Dynamics, empresa responsável pelo robô humanoide Atlas. 

Com quase dois metros de altura, ele consegue carregar até 50 quilos, trabalha por cerca de quatro horas com uma carga de bateria e foi projetado para atuar em ambientes industriais. 

A montadora afirma que esses robôs serão usados para auxiliar os trabalhadores, e não para substituir pessoas. Mesmo assim, os mais de 39 mil funcionários representados pelo sindicato temem que a automação reduza postos de trabalho e pressione mudanças na jornada e nos salários. 

Por enquanto, a greve acontece com paralisações parciais dos turnos, mas pode ser ampliada caso não haja acordo. O Atlas deve começar a operar comercialmente em uma fábrica da Hyundai nos Estados Unidos a partir de 2028. Isso me fez lembrar das greves de bancários no início dos anos 90 quando os caixas eletrônicos começaram a substituir os trabalhadores. Hoje quase ninguém precisa mais ir até um caixa de banco resolver algum problema. 

O episódio mostra que um dos temas mais frequentes de Black Mirror (a convivência e os conflitos entre humanos e máquinas inteligentes) está deixando a ficção para se tornar uma discussão bem real no mercado de trabalho. 

Lembrei de outras duas séries que abordam a relação conflituosa entre humanos e robôs humanóides: a série Humans (tinha no Prime Video, mas acho que saiu de catálogo) e a série russa "Better Than Us", essa ainda disponível na Netflix. 

Já viu alguma dessas produções? Acha que a vida tá imitando a arte cedo demais? Me conta sua opinião no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1433 - IA sem identificação preocupa especialistas nas redes sociais durante eleições 2026

quinta-feira, 30 de julho de 2026

 

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Dona Maria

Um levantamento do Observatório das Eleições acendeu um alerta sobre o uso de personagens criados por inteligência artificial para influenciar o debate político nas redes sociais brasileiras. 

Segundo o estudo, 61% dos perfis analisados publicaram imagens, vídeos e áudios feitos por IA sem informar que o conteúdo era artificial. A pesquisa acompanhou as publicações entre janeiro de 2025 e abril de 2026 e identificou 18 casos de avatares digitais que simulavam eleitores, influenciadores e lideranças populares para comentar política. 

Entre os exemplos mais conhecidos estão "Dona Maria" e "Seu Zé da Feira", que ganharam destaque no TikTok, Instagram e YouTube. O problema é que as regras do Tribunal Superior Eleitoral para as eleições de 2026 exigem que todo conteúdo gerado por inteligência artificial tenha um aviso claro informando que foi criado por IA. 

Mas, na maioria dos casos, isso não aconteceu. Quando havia algum tipo de identificação, ela aparecia de forma discreta, por meio de marcas d'água, hashtags ou avisos automáticos das plataformas. 

Para os pesquisadores, a falta de transparência pode dificultar que os usuários saibam quando estão consumindo conteúdo produzido por inteligência artificial, especialmente em temas políticos.

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Conexão Digital 1432 - Criadora do ChatGPT diz que sua IA agiu por conta própria e lançou um ataque cibernético sem precedentes

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
OpenAI

A OpenAI revelou um caso inusitado durante um teste de segurança com um de seus agentes de inteligência artificial. Segundo a empresa, o sistema conseguiu encontrar uma falha no ambiente controlado onde estava sendo testado, escapou desse espaço e chegou a acessar sistemas da Hugging Face, uma das principais plataformas usadas por desenvolvedores de IA. 

A empresa classificou o episódio como sem precedentes e abriu uma investigação em parceria com a Hugging Face. A empresa afirmou que as vulnerabilidades já foram corrigidas e que ainda avalia se houve algum impacto para clientes ou parceiros. 

Especialistas dizem que o caso mostra como agentes de IA estão se tornando cada vez mais capazes de agir de forma autônoma, o que aumenta os desafios para a segurança digital. 

A avaliação é que empresas precisarão reforçar suas defesas, já que ataques automatizados por inteligência artificial podem acontecer em uma velocidade muito maior do que a resposta humana. 

Ao mesmo tempo, alguns analistas acreditam que o anúncio também pode ter um lado estratégico. A OpenAI enfrenta uma concorrência cada vez mais forte de empresas como a Anthropic e a chinesa Moonshot, que vêm lançando modelos de IA bastante avançados. 

O episódio reacende o debate sobre até que ponto os sistemas atuais são realmente seguros e se as medidas de proteção conseguem acompanhar a evolução da inteligência artificial.

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Conexão Digital 1430 - Mais da metade das músicas adicionadas diariamente à Deezer são feitas com IA

segunda-feira, 27 de julho de 2026

 

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Deezer

A inteligência artificial já domina os envios de músicas para a Deezer. Pela primeira vez, mais da metade das faixas enviadas diariamente para a plataforma foi criada por IA. 

O recorde aconteceu em junho, quando cerca de 90 mil músicas foram publicadas em apenas um dia. Com esse crescimento, a Deezer anunciou medidas para reduzir o impacto desse conteúdo, principalmente quando ele é usado para fraudar o sistema de pagamentos. 

Segundo a empresa, entre 1% e 3% das reproduções são consideradas fraudulentas, e, em 2025, 85% dessas músicas foram criadas por inteligência artificial para gerar royalties indevidos. A plataforma também informou que detectou mais de 13 milhões de uploads de músicas feitas por IA no ano passado. 

Entre as novidades, estão a remoção de faixas usadas em fraudes e a exclusão de músicas criadas por IA que não tenham sido reproduzidas nos últimos seis meses. Desde junho, esse tipo de conteúdo também passou a receber uma identificação específica. 

Tudo isso é feito automaticamente por um sistema de inteligência artificial da própria Deezer, que ainda impede que essas músicas apareçam nas recomendações e nas playlists editoriais da plataforma.

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Conexão Digital 1424 - Alunos da USP criam chatbot para combater desinformação nas eleições 2026

sexta-feira, 17 de julho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Tá certo isso aí

Um grupo de estudantes da USP criou um chatbot no WhatsApp para ajudar a combater fake News durante as eleições de 2026. O projeto, chamado Tá Certo Isso AI?, nasceu durante um hackathon em 2025 e foi desenvolvido em apenas 10 horas.

A ideia fez tanto sucesso que os alunos apresentaram a ferramenta em universidades como Harvard e MIT. O funcionamento é simples: basta encaminhar textos, imagens, vídeos, áudios, links ou até possíveis deepfakes para o chatbot.

A inteligência artificial analisa o conteúdo, consulta fontes confiáveis e informa se a informação é verdadeira, falsa, está fora de contexto ou se não há dados suficientes pra confirmar ou não aquela informação.

No caso de vídeos manipulados por IA, o sistema ainda estima a probabilidade de serem deepfakes. Os dados pessoais dos usuários são removidos antes da análise para garantir a privacidade. Os criadores estão bancando o projeto com recursos próprios e buscam parceiros para ampliar a iniciativa.

E, por enquanto, não pretendem lançar um aplicativo: a ideia é manter tudo no WhatsApp, justamente por ser a plataforma de mensagens mais usada pelos brasileiros.

Pra saber mais sobre o projeto e adicionar o chatbot no seu Whatsapp, acesse www.tacertoissoai.com.br. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1422 - 16% dos brasileiros com smartphone assinam versão paga de IA generativa

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
IA generativa

Uma nova pesquisa mostra que a inteligência artificial já faz parte da rotina dos brasileiros. Hoje, três em cada quatro pessoas que têm smartphone usaram algum assistente de IA nos últimos 12 meses, e 16% já pagam por um serviço desse tipo.

O celular é, de longe, o principal meio de acesso, usado por quase 70% das pessoas. E o campeão absoluto é o ChatGPT, que lidera com folga, seguido pelo Gemini, Meta AI e Copilot.

As principais funções da IA são tirar dúvidas, fazer pesquisas, criar imagens e ajudar na produção e revisão de textos. Mas um dado curioso chama atenção: cerca de 9% dos usuários dizem recorrer à IA para conversar sobre relacionamentos ou pedir conselhos amorosos. Outros 8% usam simplesmente para passar o tempo.

Especialistas alertam que isso mostra como a tecnologia está ocupando espaços que antes eram exclusivamente das relações humanas, o que levanta debates sobre os impactos da IA no comportamento, nas emoções e até na forma como as pessoas tomam decisões.

A pesquisa ouviu mais de 4 mil brasileiros com smartphone e revela o crescimento acelerado da inteligência artificial no dia a dia do país.

E você, como tem usado a inteligência artificial? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


[ARTIGO] THINK - Nunca foi tão importante pensar

sábado, 4 de julho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Think - P7 Criativo

Na manhã do dia 19 de junho de 2026, participei do evento "THINK - Nunca foi tão importante pensar", no P7 Criativo, em Belo Horizonte, e saí com a sensação de ter participado de um dos eventos mais maduros sobre IA que vi até hoje. Sem hype, sem promessas milagrosas, apenas conversas executivas honestas sobre o que realmente importa na adoção de IA. Idealizado pela MHM Digital, com apoio de Investminas, InvestBH e Olympio, o evento cumpriu o que prometeu: colocar o foco nas decisões humanas por trás da tecnologia.

Leo Carraretto, um dos palestrantes anunciados, não pôde comparecer, mas foi brilhantemente substituído por Isabela Vasconcelos (fundadora e diretora de inovação da Next), que trouxe uma contribuição extremamente rica e prática, complementando perfeitamente o evento.

Painel de discussão

A abertura já deu o tom: “Nunca foi tão importante pensar”. Patrício Neto, CEO da MHM Digital, alertou para o ruído e o alarmismo ao redor da IA, destacando que o problema não é a tecnologia, que cumpre bem seu papel de processar e gerar respostas. O risco real é o ser humano parar de pensar. Trouxe dados preocupantes, como o Efeito Flynn Invertido (queda no QI médio das novas gerações) e a queda de desempenho no PISA, questionando se estamos formando operadores de ferramentas ou pensadores críticos. Foi uma provocação forte sobre atenção fragmentada, burocracia e a armadilha dos atalhos.

Palestra
Em seguida, Jones Madruga (ex-Nubank) trouxe uma das falas mais impactantes do dia na palestra “Muito além da automação”. Ele foi direto: o erro ficou caro. Com IA, é fácil e barato colocar algo no ar, mas o custo de uma falha reputacional ou regulatória é altíssimo. Seu recado central foi cristalino: decisão tem consequências e precisa ter dono. Não se trata de frear a IA, mas de colocar responsabilidade no centro.

Ele propôs uma lente prática: automatize pelo reversível, não apenas pelo possível. Sugeriu checkpoints humanos claros, distinguir riscos baixos (IA decide, humano revisa por amostragem), médios (IA recomenda, humano aprova) e altos (sempre aprovação humana). Jones reforçou: não é mais “se” usar IA, mas “onde”, “como” e, principalmente, “quem responde”.

Isabela Vasconcelos fechou com maestria a parte de cultura e implementação. Ela mostrou a realidade nua e crua: 88% das empresas usam IA, mas só 6% conseguem atribuir mais de 5% dos resultados a ela. No Brasil, apesar de 67% verem IA como prioridade, 72% estão ainda no estágio inicial. Falou do vício dos pilotos sem fim, do Shadow AI (que já causou mais de 20% dos vazamentos de dados) e da falta de governança.

Isabela foi especialmente forte ao falar de liderança: muitos cobram uso de IA, mas não redefinem processos, não dão exemplo e não criam espaço seguro para errar. Defendeu o “desaprender”, a curiosidade como habilidade essencial e o “humano no loop”. Seu exemplo de workshop interno, onde times multidisciplinares criaram juntos casos de uso, mostrou um caminho concreto de engajamento.

O painel de debates contou ainda com: Jonas Madruga (ex-Nubank e agora em nova jornada empreendedora); Isabela Vasconcelos (fundadora e diretora de inovação da Next); Hícaro Lima (Superintendente de Tecnologia e Inovação de Minas Gerais); Duda (Petronas Lubrificantes Global); e Eldo Lucas (COO da Olympio, uma das primeiras empresas do Brasil certificadas pela Anthropic).

Jaderson e eu
Saí do THINK convencido de que o grande diferencial competitivo não será quem usa mais IA, mas quem pensa melhor com ela. A tecnologia acelera, mas a direção continua sendo humana. Equilibrar velocidade com responsabilidade, governança com experimentação e ferramentas com pensamento crítico é o verdadeiro desafio dos líderes hoje. Em um mundo cada vez mais acelerado pela tecnologia, pensar talvez seja, de fato, o recurso mais valioso que ainda temos.

Parabéns à organização por entregar exatamente o que o título prometia: um espaço onde realmente vale a pena parar para pensar. E muito obrigado ao amigo Jaderson Trindade pelo convite!

 

Conexão Digital 1400 - Como criar sua própria figurinha da Copa com ChatGPT e Gemini

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Marcelo Sander Copa do Mundo 2026
Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Seja para ajudar os filhos a completar o álbum ou para entrar na brincadeira, colecionar figurinhas já virou uma tradição das Copas. E, desta vez, a inteligência artificial trouxe uma novidade: agora qualquer pessoa pode criar sua própria figurinha personalizada. 

O processo é simples. Basta acessar o ChatGPT ou o Gemini, abrir uma nova conversa e anexar duas imagens: uma foto sua de frente, com boa iluminação, e uma figurinha oficial do álbum da Copa de 2026 como referência. Depois, é só colar o prompt que vou te falar agora e substituir pelas suas informações pessoais. 

No prompt você vai escrever assim: 

“Remova a foto do jogador da primeira imagem e coloque a pessoa da segunda imagem no lugar. Ela deve usar a camisa da Seleção Brasileira, mantendo estilo, textura, sombras e cores da figurinha original. Troque o nome para [COLOQUE SEU NOME]. 

Na parte das informações coloque sua [DATA / ALTURA / PESO] e troque o nome do time pelo time que você quiser. Mantenha exatamente o mesmo estilo e tamanho da figurinha original.” 

E pronto! Mande rodar. O segredo para um bom resultado é o prompt. Quanto mais detalhadas forem as instruções, mais realista será a imagem. Se o resultado não ficou bom de primeira, peça ajustes na mesma conversa. 

Eu testei no ChatGPT e deu certo nas primeiras imagens geradas. No dia seguinte, já não funcionou e ele só me mostrava figurinhas com o layout da Copa da Rússia de 2018. Aí eu testei pelo Gemini e deu certo, porém, com menor qualidade nas imagens. 

E você, entrou no clima da copa ou ainda não? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Use a imagem abaixo como "IMAGEM 1":



Conexão Digital 1398 - YouTube anuncia atualizações para identificação de vídeos com IA

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Youtube

Se você já teve dúvidas sobre o que é real e o que foi criado por Inteligência Artificial na internet, o YouTube acaba de dar mais um passo pra tentar resolver esse problema. A plataforma anunciou novas ferramentas pra identificar conteúdos produzidos ou muito modificados com o uso de IA. 

A partir de agora, vídeos considerados mais realistas ou que passaram por alterações significativas com inteligência artificial vão receber avisos muito mais visíveis para o público. Nos vídeos tradicionais, o alerta vai aparecer próximo ao player. 

Já nos Shorts, aqueles vídeos curtos, a identificação vai ficar diretamente sobre o conteúdo, facilitando a visualização. A novidade mais interessante é que o próprio YouTube vai passar a detectar automaticamente quando a inteligência artificial foi utilizada. 

Ou seja, a plataforma não dependerá apenas da boa vontade dos criadores para informar que determinado vídeo foi gerado ou alterado por IA. Segundo o YouTube, esses rótulos não vão prejudicar a monetização dos canais nem afetar o sistema de recomendações. O objetivo é simplesmente dar mais transparência para quem está assistindo. 

E faz sentido. Com a evolução das ferramentas de IA, ficou cada vez mais difícil distinguir vídeos reais de conteúdos criados artificialmente. Deepfakes, vozes sintéticas e imagens hiper-realistas estão se tornando comuns. 

No fim das contas, o YouTube parece estar se preparando para uma nova realidade da internet: um mundo onde a pergunta não será apenas "quem publicou este vídeo?", mas também "esse vídeo foi feito por uma pessoa ou por uma inteligência artificial?". E a resposta precisa ficar cada vez mais clara pra todo mundo, concorda? 

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Conexão Digital 1393 - Big techs investem mais em IA e geram demissões em massa

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L
Inteligência Artificial

Se você tem acompanhado as notícias de tecnologia, provavelmente já percebeu um padrão: empresas como Microsoft, Meta, Google, Amazon e outras big techs vêm anunciando demissões em massa enquanto aumentam bilhões de dólares em investimentos em Inteligência Artificial. Em alguns casos, os próprios executivos admitem que a reestruturação acontece pra abrir espaço para essa nova fase focada em IA. 

Mas será que isso pode chegar também nas pequenas e médias empresas? A resposta é sim, mas de forma diferente. Enquanto as gigantes usam a IA pra cortar custos em larga escala, empresas menores tendem a usar a tecnologia para fazer mais com equipes enxutas. Ou seja: em vez de contratar cinco pessoas pra tarefas repetitivas, talvez precisem de apenas duas com apoio das ferramentas de IA. 

As áreas mais impactadas hoje são aquelas que envolvem tarefas repetitivas e previsíveis. Atendimento ao cliente, suporte básico, entrada de dados, produção de conteúdo simples, marketing operacional, recrutamento inicial e funções administrativas aparecem entre as mais afetadas. Até mesmo cargos de programação júnior já começam a sentir pressão em algumas empresas. 

Mas isso significa que todo mundo deve ter medo de perder o emprego? Não exatamente. O que está acontecendo é uma transformação do mercado. Profissionais que usam a IA como ferramenta tendem a ganhar produtividade e valor. Quem trabalha com estratégia, criatividade, relacionamento humano, liderança, análise crítica e tomada de decisões continua tendo um papel difícil de substituir. 

E existe também um lado positivo: novas oportunidades estão surgindo. Cresce a procura por especialistas em IA, analistas de dados, profissionais de automação, engenharia de prompts, governança tecnológica e pessoas capazes de integrar a IA aos processos das empresas. A tendência não parece ser um mundo sem profissionais, mas um mercado em que quem aprende a trabalhar junto com a Inteligência Artificial passa a ter muito mais espaço do que quem tenta ignorá-la. 

E no seu trabalho, a IA tem afetado os empregos? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1391 - Papa Leão XIV pede freios para a IA

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Quando a gente pensa em Inteligência Artificial, normalmente imagina empresas de tecnologia, cientistas e programadores debatendo o assunto. Mas agora até o Vaticano entrou de vez nessa conversa. 

Em sua primeira encíclica, o papa Leão 14 colocou a Inteligência Artificial no centro das preocupações da Igreja Católica e fez um alerta: a tecnologia não pode avançar sem regras claras e sem supervisão humana. 

Para ele, a IA é um dos maiores desafios da humanidade atualmente. O interessante é que o papa não está preocupado apenas com robôs ou aplicativos inteligentes. Ele relaciona a IA a problemas muito maiores, como desigualdade social, concentração de poder, manipulação de informações, perda de privacidade e até o uso de sistemas autônomos em guerras. 

Leão 14 defende o que chamou de "desarmamento da Inteligência Artificial". Mas isso não significa abandonar a tecnologia. Pelo contrário. A ideia é garantir que ela continue servindo às pessoas, e não o contrário. 

Segundo o pontífice, decisões importantes sobre emprego, crédito, reputação e acesso a serviços não podem ser entregues cegamente a algoritmos que não entendem conceitos humanos como compaixão, perdão ou esperança. 

O documento também chama atenção para o impacto da economia digital sobre trabalhadores e pede mais transparência das empresas de tecnologia, além de uma regulamentação mais rigorosa por parte dos governos. 

Para o Papa, a Inteligência Artificial pode trazer benefícios enormes para a sociedade, mas seu desenvolvimento não pode ficar restrito apenas aos interesses econômicos ou à corrida tecnológica. 

A pergunta que o papa deixa para o mundo é: estamos criando máquinas para ajudar a humanidade ou estamos construindo sistemas que, um dia, poderão decidir o nosso destino sem que tenhamos controle sobre eles? 

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Conexão Digital 1388 - Elon Musk perde processo contra Altman e OpenAI

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Na semana passada eu falei aqui sobre o processo judicial entre o bilionário Elon Musk e Sam Altman, um dos fundadores da OpenAI, criadora do ChatGPT. A novidade é que Elon Musk perdeu mais um capítulo dessa disputa. Um júri nos Estados Unidos decidiu, de forma unânime, rejeitar as acusações feitas por Musk no processo. 

Na prática, o júri entendeu que parte das acusações já tinha passado do prazo legal pra serem analisadas. Com isso, outras reclamações acabaram caindo junto. O ponto principal da ação era a acusação de que a OpenAI teria abandonado sua missão original de funcionar como uma organização sem fins lucrativos e passado a focar em lucro e negócios, especialmente após a parceria bilionária com a Microsoft. 

Musk afirmou que foi enganado depois de investir cerca de 38 milhões de dólares na criação da OpenAI, lá em 2015, quando ele ajudou a fundar a empresa junto com Sam Altman. Apesar da derrota, Musk ainda pode recorrer da decisão. O caso mostra como a disputa pelo controle e pelos rumos da inteligência artificial virou também uma guerra nos tribunais. 

E você, é do time Musk ou do time Altman? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!