Conexão Digital 1258 - Diferenças entre o Kindle básico e o Kindle Colorsoft

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Com o lançamento do Kindle colorido, ou Kindle Colorsoft, muita gente ficou na dúvida: ainda vale comprar o Kindle básico? A resposta é: depende do que você espera do seu leitor digital. O básico continua fazendo muito sentido, especialmente pelo preço. 

Hoje, o Kindle básico custa por volta de R$ 500, enquanto o novo Kindle Colorsoft sai por cerca de R$ 1.500, três vezes mais. Em termos de uso, o Kindle básico é ótimo para quem só lê livros. Ele é leve, compacto, tem boa resolução, boa luz e uma bateria que dura semanas. Não tem recursos premium, como proteção contra água ou ajustes avançados de iluminação, mas entrega tudo o que a maioria das pessoas precisa. 

Já o Colorsoft é realmente mais avançado: tela de 7 polegadas colorida, proteção contra água, versões com mais armazenamento, brilho automático, possibilidade de carregar sem fio e até a opção de grifar trechos em cores. A bateria também dura bastante, e a experiência com histórias em quadrinhos, mangás, livros ilustrados e revistas melhora muito. 

Mas vale lembrar que as cores são mais suaves, não são tão vibrantes quanto as de um tablet, por exemplo. Então, nada de usar o novo Kindle colorido pra ver vídeos na Netflix ou Youtube, por exemplo. A maior desvantagem do modelo colorido é o preço e o fato de ser uma tecnologia nova, que às vezes ainda passa por ajustes. Pra quem só lê livros sem ilustração, ele pode ser um exagero. 

Resumindo: o Kindle básico ainda vale muito a pena se você quer o essencial pelo melhor custo-benefício. Mas se você gosta de conteúdos mais visuais ou quer recursos extras, o Kindle Colorsoft pode ser um upgrade interessante, desde que caiba no seu bolso (ou do seu Papai Noel, pra quem pensa em ganhar um desse de Natal). 

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Conexão Digital 1257 - Artistas de verdade serão substituídos por músicas feitas por IA no futuro

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Depois dos sites de notícia e de conteúdo especializado, agora são os artistas que estão em pé de guerra com as plataformas de inteligência artificial. Um deles é ninguém menos que Paul McCartney. 

O ex-Beatle decidiu participar de um protesto inusitado contra o uso não autorizado de músicas por empresas de inteligência artificial. O lançamento será no dia 8 de dezembro, sua primeira gravação inédita em cinco anos: uma faixa quase totalmente silenciosa, com menos de 3 minutos. 

A música (se é que podemos chamar de música) faz parte do projeto “Is This What We Want?”, (é isso que queremos?, traduzido do inglês), voltado a denunciar a apropriação indevida de propriedade intelectual por modelos de IA. 

A faixa traz apenas chiados e ruídos, simbolizando um futuro em que a criatividade humana seria abafada pelo uso indiscriminado de obras artísticas para treinar algoritmos sem autorização. Aos 83 anos, McCartney se junta a artistas como Sam Fender, Kate Bush, Hans Zimmer e Pet Shop Boys, todos pressionando o governo britânico por regras mais rígidas. O movimento precursor pode abrir precedentes e chegar a outros países. 

A campanha critica planos do governo do Reino Unido de permitir exceções na lei de direitos autorais para práticas de mineração de texto e dados. Na avaliação dos artistas, isso abriria caminho para que empresas de tecnologia, como OpenAI, Google, Microsoft e Meta utilizem músicas e outras obras criativas sem negociação prévia ou pagamento. Isso poderia prejudicar não só os artistas veteranos como também jovens artistas em início de carreira. Saiba mais em https://www.isthiswhatwewant.com/

E você, acha que no futuro teremos músicas feitas por inteligência artificial tocando nas rádios e nas plataformas de streaming no lugar de artistas de verdade? No Youtube mesmo já tem um monte de vídeo assim. Me conta sua opinião no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1256 - A IA vai matar a Wikipedia e os sites de conteúdo especializados

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Você já reparou que a frequência com que a gente tem clicado em sites depois de uma busca vem diminuindo bastante nos últimos anos? Isso tudo graças à inteligência artificial do Google, que por várias vezes, dependendo das palavras-chave da busca, vai apresentar um resumo de resposta gerada por IA ao invés de só um monte de links pra sites como era comum há poucos anos atrás. 

Os links ainda estão lá, mas só depois da resposta da IA, que na maioria das vezes já nos satisfaz para tirar dúvidas rápidas. Isso, porém, está aos poucos matando vários sites que dependem de acessos e publicidade para se manterem. Um exemplo disso é a Wikipedia. 

Além de incorporar os conteúdos de sites de notícias, de fóruns e de artigos como a Wikipedia sem pagar direitos autorais, as inteligências artificiais estão reduzindo drasticamente o acesso a esses sites. 

Isso tudo sem remunerar nenhum dos criadores originais destas informações, sem qualquer compensação financeira. Para iniciativas tão preciosas como a Wikipédia, este efeito está sendo ainda mais catastrófico. Em breve, o efeito deve ser sentido em vários outros ambientes de produção de informações, como os sites especializados. 

Pra que acessar um site e ficar procurando uma informação específica no meio de um monte de texto se eu posso ter um resumo de tudo na tela? 

Já parou para pensar nos efeitos disso a longo prazo? Pois pense! Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1255 - Cloudflare passa por instabilidades e parte da internet fica fora do ar

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Duas semanas atrás eu comentei aqui que o AWS, servidor da Amazon que hospeda milhares de sites e grandes plataformas como iFood, Mercado Livre e PicPay, Canva, Claro, Duolingo, Fortnite, HBO, OLX, Pinterest e Roblox, entre outras, ficou fora do ar por algumas horas. 

Já na semana passada foi a vez do Cloudfare passar por instabilidades, deixando milhões de usuários com problemas de conexão no X (o antigo Twitter), no CHatGPT e no Canva de novo. O problema foi no dia 18 de novembro. 

A Cloudflare informou que o incidente era generalizado e afetava vários clientes. À medida que investigava a falha, relatou sinais de recuperação, mas com taxas de erro ainda acima do normal. 

Segundo a empresa, um pico de tráfego incomum por volta das 8h20 da manhã sobrecarregou parte da infraestrutura na sede, na Califórnia, causando os erros. A causa desse aumento repentino ainda é desconhecida e deve ser investigada. 

Aí você deve estar se perguntando: mas quem diabos é a Cloudfare e como uma única empresa pode ter tantos sites importantes sob sua responsabilidade? Bom, a Cloudflare opera por meio de uma rede global de data centers que distribui conteúdo e protege sites contra ataques. Não é uma empresa de hospedagem, como a AWS da Amazon, mas sim de segurança digital. Justamente por isso, plataformas que dependem de seus serviços foram diretamente afetadas pelo incidente. 

E você, foi prejudicado por essa falha ou nem reparou? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1254 - ChatGPT fica mais inteligente com versão 5.1

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A OpenAI anunciou recentemente o GPT-5.1, nova versão do modelo que alimenta o ChatGPT, trazendo avanços importantes em raciocínio, cumprimento de instruções e personalização de comunicação. Segundo a empresa, a atualização foi guiada pelo feedback dos usuários, que pediam uma IA mais inteligente, porém também mais agradável e fácil de interagir. 

A principal novidade é a chegada de duas variantes do modelo: o GPT-5.1 Instant, mais acolhedor e descontraído, sem perder clareza e utilidade, com melhorias na capacidade de seguir instruções de forma mais precisa e confiável, além de foco em respostas rápidas e conversação mais fluida. 

Já o GPT-5.1 Thinking tem explicações mais detalhadas e raciocínio dinâmico, demora mais em tarefas complexas e responde rapidamente às simples e a experiência mais empática, com recepção calorosa durante o diálogo. O usuário não precisa escolher manualmente entre os modelos. 

O novo GPT-5.1 Auto faz essa seleção automaticamente, encaminhando cada pergunta para a variante mais adequada, mas com a escolha manual disponível. A atualização também amplia as opções de personalização do estilo de conversa. 

Além dos modos Padrão, Amigável e Eficiente, agora entram em cena os estilos Profissional, Sincero e Peculiar, permitindo interações mais alinhadas ao perfil do usuário. Os modelos GPT-5.1 Instant, Thinking e Pro começam a ser liberados primeiro para assinantes dos planos pagos. 

O acesso gratuito vai ser liberado depois. Assinantes ainda poderão usar os modelos GPT-5 anteriores por três meses, enquanto se adaptam às novidades. Com essas melhorias, o GPT-5.1 marca um novo passo na evolução da IA conversacional da OpenAI. 

E as novidades da inteligência artificial eu te conto aqui, no Conexão Digital. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1253 - Mastercard prevê extinção de senhas no Brasil antes de 2030

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

No post de ontem falamos sobre o uso de senhas considerado como menos seguro pelos brasileiros, que preferem o reconhecimento facial. Pois a Mastercard projeta que o fim das senhas, pelo menos em pagamentos, será realidade no Brasil até 2028, antes mesmo da meta mundial, que é 2030. Mais da metade das transações da bandeira já ocorre por meio de tokenização, o principal pilar da estratégia. 

A tokenização substitui os dados sensíveis do cartão por códigos digitais seguros, reduzindo fraudes e simplificando o processo de compra. O segundo pilar é o Click to Pay, que permite pagamentos com um único clique. Grandes marcas no Brasil, como McDonalds e Sympla, já utilizam a solução, que depende de uma credencial previamente tokenizada. 

O terceiro pilar é o uso de passkeys, ainda em estágio inicial no país. Elas permitem autenticar compras online por biometria, seja impressão digital, reconhecimento facial ou PIN no próprio dispositivo do usuário. O maior desafio agora é engajar usuários e empresas. 

A autenticação biométrica deve começar pela impressão digital e poderá ser acionada por empresas parceiras da Mastercard. A expectativa é que, com o amadurecimento desses três pilares (tokenização, Click to Pay e passkeys) 95% das transações deixem de exigir qualquer tipo de senha ou etapa adicional, proporcionando mais segurança e conveniência ao consumidor. 

E você, já abandonou a necessidade de senha nos seus pagamentos digitais? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1252 - Reconhecimento facial se torna o meio de autenticação preferido do brasileiro

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O reconhecimento facial ultrapassou a leitura de digital e se tornou o método de autenticação preferido dos brasileiros, segundo o IPSU Brasil, índice que mede a percepção de segurança e usabilidade. Em um ano, a pontuação do reconhecimento facial subiu de 28 para 41 pontos, enquanto a leitura de digital caiu de 41 para 33. 

O IPSU combina percepções sobre facilidade, conforto e segurança. Nesse cenário, o reconhecimento facial passou a ser considerado o método mais fácil e confortável por 32% da população, superando a leitura de digital, agora com 24%. 

A preferência é ainda maior entre mulheres, jovens de 16 a 29 anos e pessoas das classes A e B. Quanto à segurança, o reconhecimento facial também lidera. Hoje, 35% dos brasileiros o consideram o meio mais seguro, ampliando a vantagem sobre a leitura de digital, citada por 21%. 

Apesar disso, ainda existe certa resistência: 20% o apontam como o método mais difícil e desconfortável, especialmente entre pessoas com 50 anos ou mais. No extremo oposto está o reconhecimento de voz, o método menos apreciado pelos brasileiros: 19% o consideram difícil e desconfortável e 15% o veem como o menos seguro. 

Já as senhas tradicionais aparecem como o método percebido como menos seguro, citadas por 24% dos entrevistados, com uma rejeição maior entre as classes A e B. O recebimento de códigos por WhatsApp também preocupa, sendo apontado como pouco seguro por 19%, especialmente entre pessoas acima dos 50 anos. 

A pesquisa ouviu 2.003 brasileiros com smartphone e acesso à internet entre 5 e 24 de setembro. 

E você, curte o reconhecimento facial, prefere a digital ou a antiga senha? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1251 - Celular é o principal canal de compras de 78% dos brasileiros

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Uma pesquisa da Octadesk chamada E-commerce Trends 2026 revelou que o celular se tornou o principal meio de finalização de compras no Brasil: 78% dos entrevistados realizam suas aquisições pelo smartphone. 

O comércio eletrônico segue em alta: 88% compram algo online ao menos uma vez por mês e um terço faz compras pela internet toda semana. Para 65% das pessoas, a frequência de compras aumentou no último ano, e 59% acreditam que esse crescimento continuará nos próximos 12 meses. Ainda assim, apenas 6% compram exclusivamente online. Quanto aos hábitos de consumo, 54% preferem comprar à noite, fora do horário comercial. 

As principais vantagens apontadas pelos consumidores para adquirir produtos pela internet são: preços mais baixos, praticidade, promoções exclusivas, facilidade de comparação e maior variedade, além da possibilidade de encontrar itens indisponíveis em sua cidade. 

Apesar da liderança do celular, 20% ainda usam o computador para compras e 2% utilizam tablets. Os PCs e notebooks seguem relevantes especialmente quando a compra exige uma tela maior ou mais pesquisa. 

Para buscar informações antes de comprar, 60% usam o Google, 50% recorrem diretamente à plataforma onde pretendem finalizar a compra e 39% pesquisam em diferentes lojas conhecidas. A pesquisa entrevistou 2.008 consumidores com mais de 18 anos que realizaram ao menos uma compra online nos últimos seis meses. 

E você, costuma comprar pelo celular? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1250 - Câmara aprova PL que prevê cobrança sobre o streaming audiovisual

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A Câmara dos Deputados aprovou o PL 8889/17, que cria uma cobrança específica para serviços de streaming audiovisual no Brasil. A taxa, chamada Condecine, varia de 0,1% a 4% da receita bruta anual das empresas, com isenção total para aquelas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. 

O projeto atinge plataformas de vídeo sob demanda como Netflix, Disney+, Prive Video, HBO e YouTube, além de serviços de TV por aplicativo. A medida pode injetar mais de R$ 1 bilhão por ano na produção audiovisual brasileira, gerando emprego e fortalecendo a cultura nacional. 

O projeto também cria um amplo sistema de incentivos para quem investir em conteúdo brasileiro. As plataformas poderão deduzir até 60% da taxa se aplicarem recursos em produções nacionais, chegando a 75% se mais da metade do catálogo for composto por obras brasileiras. Os valores poderão ser usados em produção própria, compra de direitos de obras independentes e capacitação profissional. 

As plataformas terão que dar destaque a conteúdos brasileiros e oferecer tratamento igual entre recomendações de títulos nacionais e estrangeiros. Plataformas com faturamento acima de R$ 500 milhões deverão incluir conteúdos de comunicação pública e filmes lançados no cinema só poderão entrar no streaming após nove semanas da estreia. 

Ficam fora da cobrança serviços sem fins lucrativos, religiosos, jornalísticos, educacionais, de eventos esportivos, de comunicação pública e plataformas de jogos. O projeto agora segue para o Senado. 

E você, é contra ou a favor dessa cobrança nos streamings? Acha que os serviços podem ficar mais caros com isso? Me conta sua opinião no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo post!

Conexão Digital 1248 - Google lança novo Gemini e OpenAI contra-ataca reduzindo preço do ChatGPT

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L


Parece que o clima entre o Google e a OpenAI esquentou de vez! O Google está prestes a lançar o Gemini 3.0, e os rumores dizem que ele já tá passando o ChatGPT 4 nos testes. O modelo novo promete um raciocínio multimodal ainda mais afiado, ou seja, vai entender texto, imagem e áudio tudo junto, como se fosse uma conversa natural mesmo. 

Além disso, o Gemini vai ser integrado direto no Google Workspace. Então, vai dar pra criar apresentações, relatórios e documentos inteiros com um único comando. Nos testes, o Gemini 3.0 marcou 32%, enquanto o GPT-4o ficou com 26%. É uma diferença considerável! E o Google não parou por aí: o Veo 3.1, gerador de vídeos da empresa, já tá ativo em mais de 150 países, com qualidade cinematográfica e suporte a áudio. 

Ou seja, o Google não tá mais tentando alcançar ninguém: tá ditando o ritmo da corrida da IA. Do outro lado, a OpenAI respondeu rápido: lançou um novo plano do ChatGPT, o ChatGPT Go, por R$ 39,90 por mês aqui no Brasil. É uma versão intermediária, entre o gratuito e o Plus. O plano dá acesso ao GPT-5, permite mais mensagens, mais imagens e mais memória. 

A jogada da OpenAI é clara: atingir mais gente com um preço mais acessível. E faz sentido: mais assinantes, mais grana pra investir em novos modelos. A disputa agora não é só quem tem o modelo mais inteligente, mas também quem chega primeiro no bolso e no dia a dia das pessoas. 

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