Conexão Digital 1397 - Meta lança assinaturas para Instagram, WhatsApp e Facebook
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Se você achava que já pagava assinaturas demais, prepare-se: a Meta quer que você assine também o Facebook, o Instagram, o WhatsApp e até a inteligência artificial dela.
A empresa começou a lançar uma série de planos pagos para seus aplicativos. No WhatsApp, por exemplo, alguns usuários brasileiros já estão testando o WhatsApp Plus, que custa cerca de R$ 7 por mês e oferece recursos como temas personalizados, ícones exclusivos, figurinhas especiais e mais opções para organizar conversas.
No Instagram e no Facebook, os planos prometem funcionalidades extras, como mais opções de personalização, recursos exclusivos para Stories e ferramentas de engajamento. A ideia é transformar serviços que sempre foram gratuitos em plataformas com benefícios premium para quem estiver disposto a pagar, assim como o Youtube está fazendo na sua versão Premium.
Mas a aposta mais interessante está na Inteligência Artificial. A Meta também está testando planos pagos para o Meta AI, com versões que oferecem respostas mais avançadas, maior capacidade de processamento e ferramentas mais sofisticadas para criação de imagens e vídeos.
Além disso, criadores de conteúdo e empresas terão planos específicos que incluem maior destaque nas redes sociais, ferramentas de análise de audiência, agendamento de publicações, proteção contra perfis falsos e até recursos para ampliar o alcance de posts e Reels.
No fundo, o movimento mostra uma mudança importante no modelo de negócios das redes sociais. Durante anos, as plataformas viveram quase exclusivamente da publicidade. Agora, a Meta quer seguir um caminho parecido com o de serviços de streaming e softwares por assinatura: cobrar diretamente dos usuários.
A grande questão é: as pessoas estão realmente dispostas a pagar por recursos extras em aplicativos que sempre usaram de graça? Será que perfis assinantes terão uma exibição maior dos posts em relação aos perfis gratuitos? Comenta o que você acha disso no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1396 - Como seu smartphone te entrega publicidade personalizada
terça-feira, 9 de junho de 2026
Você já passou por aquela situação estranha de comentar sobre um produto com alguém e, pouco tempo depois, ver um anúncio exatamente sobre aquilo no celular? Muita gente pensa imediatamente: “Será que meu smartphone está me ouvindo?”.
Mas a realidade pode ser ainda mais impressionante. As grandes empresas de tecnologia não precisam necessariamente escutar suas conversas pra saber o que você quer comprar. Elas já possuem acesso a uma quantidade gigantesca de informações sobre seus hábitos digitais. Cada pesquisa, cada vídeo assistido, cada localização visitada, cada curtida e até o tempo que você passa olhando uma publicação ajudam a construir um perfil extremamente detalhado dos seus interesses.
Com inteligência artificial, esses dados são analisados em velocidade impressionante para prever comportamentos e intenções de consumo. O resultado é que, muitas vezes, os anúncios parecem ler a nossa mente. Na verdade, eles estão lendo seus padrões.
Isso não significa que a privacidade deixou de ser uma preocupação. Pelo contrário. À medida que a inteligência artificial evolui, cresce também o debate sobre transparência, coleta de dados e até sobre quais permissões concedemos aos aplicativos sem prestar muita atenção.
A grande reflexão talvez seja esta: quando compramos um smartphone, estamos adquirindo apenas um aparelho ou também estamos entrando em um enorme ecossistema que coleta informações sobre nosso comportamento todos os dias?
A tecnologia trouxe conveniência, personalização e acesso instantâneo à informação. Mas também levantou uma pergunta cada vez mais importante: quanto da nossa privacidade estamos dispostos a trocar por essa comodidade? Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1395 - Conexão Social Media 2026
segunda-feira, 8 de junho de 2026
"Um dos maiores recados do Conexão Social Mídia foi: A IA pode ajudar muito, mas ela não pensa por você. Ela funciona como um segundo célebro, só quem coloca repertório, estratégia, vivência e direção é você. O mercado está muito parecido porque tem muita gente usando as mesmas ferramentas do mesmo jeito. Por isso o diferencial continua sendo clareza de posicionamento, promessa bem definida, conteúdo humanizado e uma identidade forte. Contratar alguém para cuidar do seu digital não tira a autoridade do dono, pelo contrário, ajuda a transformar essa autoridade com conteúdo, presença e prospecção. Conteúdo é um dos maiores ativos de venda hoje. Primeiro você constrói uma base com método, depois potencializa o que deu certo com tráfego pago. No fim, falar com todo mundo é falar com ninguém. E em um mercado cheio de IA, quem tem identidade sai na frente", completou outra ex-aluna minha, Brenda Candiotto, da Dona B Agência Criativa.
O clima foi de imersão total no universo digital. Nos palcos, especialistas discutiram temas que estão dominando o mercado, como inteligência artificial aplicada à criação de conteúdo, posicionamento de marca, vendas pelas redes sociais, automação, tendências do Instagram, TikTok e novas estratégias para conquistar mais audiência e mais clientes. Outro destaque foi a presença de grandes nomes do marketing digital e das mídias sociais, compartilhando experiências reais, erros, acertos e estratégias que estão funcionando na prática. A proposta foi mostrar que produzir conteúdo hoje não é apenas sobre curtidas e seguidores, mas também sobre construir autoridade, gerar vendas e transformar presença digital em negócio.
Pelo tamanho do evento e pela procura dos participantes, fica claro que o mercado segue crescendo e criando novas oportunidades para quem quer viver do digital. E você, costuma participar de eventos da sua área? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1394 - Youtube foca em assinantes Premium
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Você já reparou que os anúncios no YouTube parecem estar ficando cada vez mais frequentes? Pois isso pode não ser coincidência. O Google está apostando pesado em uma estratégia que está mudando a forma como a plataforma ganha dinheiro.
Recentemente, o YouTube conquistou cerca de 25 milhões de novos assinantes do plano Premium, ultrapassando a marca de 100 milhões de usuários pagantes no mundo. E o mais curioso é que o Google parece cada vez mais interessado em transformar assinantes em sua principal fonte de receita, reduzindo sua dependência da publicidade.
A lógica é simples: receita de assinatura é previsível. Todo mês entra dinheiro no caixa, independentemente das oscilações do mercado publicitário. Já os anúncios dependem de diversos fatores, como economia, concorrência e orçamento das empresas. Por isso, muita gente acredita que a experiência da versão gratuita está sendo deixada propositalmente menos confortável. Quanto mais anúncios interrompendo os vídeos, maior a chance de o usuário pensar em pagar uma assinatura.
E, olhando os números, a estratégia parece estar funcionando. Com mais de 100 milhões de assinantes, o YouTube já pode ser considerado um dos maiores serviços de streaming do mundo, disputando espaço diretamente com gigantes como Netflix e Disney+.
Mas vale a pena pagar pelo YouTube Premium? Pra quem passa horas por dia na plataforma, consome música, podcasts e vídeos sem querer interrupções, ou pra quem é dono de bares e restaurantes que tocam vídeos, a assinatura pode fazer sentido. Já quem acessa apenas ocasionalmente talvez prefira continuar na versão gratuita e conviver com os anúncios. Atualmente a assinatura para estudantes custa R$ 16,90 por mês. Já a assinatura básica individual está em R$ 26,90 mensais.
E você: pagaria pra não ver propaganda ou acha que alguns anúncios ainda são um preço justo para usar o YouTube de graça? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1393 - Big techs investem mais em IA e geram demissões em massa
quarta-feira, 3 de junho de 2026
Se você tem acompanhado as notícias de tecnologia, provavelmente já percebeu um padrão: empresas como Microsoft, Meta, Google, Amazon e outras big techs vêm anunciando demissões em massa enquanto aumentam bilhões de dólares em investimentos em Inteligência Artificial. Em alguns casos, os próprios executivos admitem que a reestruturação acontece pra abrir espaço para essa nova fase focada em IA.
Mas será que isso pode chegar também nas pequenas e médias empresas? A resposta é sim, mas de forma diferente. Enquanto as gigantes usam a IA pra cortar custos em larga escala, empresas menores tendem a usar a tecnologia para fazer mais com equipes enxutas. Ou seja: em vez de contratar cinco pessoas pra tarefas repetitivas, talvez precisem de apenas duas com apoio das ferramentas de IA.
As áreas mais impactadas hoje são aquelas que envolvem tarefas repetitivas e previsíveis. Atendimento ao cliente, suporte básico, entrada de dados, produção de conteúdo simples, marketing operacional, recrutamento inicial e funções administrativas aparecem entre as mais afetadas. Até mesmo cargos de programação júnior já começam a sentir pressão em algumas empresas.
Mas isso significa que todo mundo deve ter medo de perder o emprego? Não exatamente. O que está acontecendo é uma transformação do mercado. Profissionais que usam a IA como ferramenta tendem a ganhar produtividade e valor. Quem trabalha com estratégia, criatividade, relacionamento humano, liderança, análise crítica e tomada de decisões continua tendo um papel difícil de substituir.
E existe também um lado positivo: novas oportunidades estão surgindo. Cresce a procura por especialistas em IA, analistas de dados, profissionais de automação, engenharia de prompts, governança tecnológica e pessoas capazes de integrar a IA aos processos das empresas. A tendência não parece ser um mundo sem profissionais, mas um mercado em que quem aprende a trabalhar junto com a Inteligência Artificial passa a ter muito mais espaço do que quem tenta ignorá-la.
E no seu trabalho, a IA tem afetado os empregos? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1392 - Como usar o hype da Copa do Mundo nas suas publicações
terça-feira, 2 de junho de 2026
Mas atenção: a FIFA protege suas marcas, logotipos, mascotes, imagens oficiais e diversos elementos relacionados ao torneio. Isso significa que usar material oficial sem autorização pode gerar problemas.
A boa notícia é que você não precisa usar nada da FIFA pra participar da conversa. O segredo é entrar na onda dos assuntos do momento. Um ótimo exemplo foi o recente meme do Neymar segurando um papel em branco. Milhares de empresas adaptaram a imagem com mensagens criativas sobre seus produtos, serviços e promoções, aproveitando uma tendência que já estava viralizando.
Durante a Copa, a lógica é a mesma. Você pode criar conteúdos sobre torcida, emoção, expectativa, rivalidade saudável, horários dos jogos, confraternizações e até brincadeiras relacionadas ao futebol, desde que evite utilizar marcas registradas, símbolos oficiais e materiais protegidos por direitos autorais.
Em outras palavras: não tente copiar a Copa. Entre na conversa que ela gera. Quem conseguir associar seu negócio aos temas que estão movimentando as redes, com criatividade e bom humor, vai ter muito mais chances de conquistar visibilidade e engajamento sem correr riscos jurídicos.
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Conexão Digital 1391 - Papa Leão XIV pede freios para a IA
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Quando a gente pensa em Inteligência Artificial, normalmente imagina empresas de tecnologia, cientistas e programadores debatendo o assunto. Mas agora até o Vaticano entrou de vez nessa conversa.
Em sua primeira encíclica, o papa Leão 14 colocou a Inteligência Artificial no centro das preocupações da Igreja Católica e fez um alerta: a tecnologia não pode avançar sem regras claras e sem supervisão humana.
Para ele, a IA é um dos maiores desafios da humanidade atualmente. O interessante é que o papa não está preocupado apenas com robôs ou aplicativos inteligentes. Ele relaciona a IA a problemas muito maiores, como desigualdade social, concentração de poder, manipulação de informações, perda de privacidade e até o uso de sistemas autônomos em guerras.
Leão 14 defende o que chamou de "desarmamento da Inteligência Artificial". Mas isso não significa abandonar a tecnologia. Pelo contrário. A ideia é garantir que ela continue servindo às pessoas, e não o contrário.
Segundo o pontífice, decisões importantes sobre emprego, crédito, reputação e acesso a serviços não podem ser entregues cegamente a algoritmos que não entendem conceitos humanos como compaixão, perdão ou esperança.
O documento também chama atenção para o impacto da economia digital sobre trabalhadores e pede mais transparência das empresas de tecnologia, além de uma regulamentação mais rigorosa por parte dos governos.
Para o Papa, a Inteligência Artificial pode trazer benefícios enormes para a sociedade, mas seu desenvolvimento não pode ficar restrito apenas aos interesses econômicos ou à corrida tecnológica.
A pergunta que o papa deixa para o mundo é: estamos criando máquinas para ajudar a humanidade ou estamos construindo sistemas que, um dia, poderão decidir o nosso destino sem que tenhamos controle sobre eles?
Quero ler sua opinião sobre isso no meu Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1389 - Mais de 80% dos brasileiros não vão mais a bancos por usar apps
sexta-feira, 29 de maio de 2026
Hoje em dia, o celular virou praticamente uma agência bancária no bolso dos brasileiros. Uma pesquisa divulgada na semana passada mostra que 81% das pessoas usam aplicativos de bancos e fintechs como principal forma de cuidar da vida financeira. Enquanto isso, só cerca de 21% ainda preferem atendimento presencial nas agências, principalmente as pessoas mais velhas.
O Pix segue dominando: mais de 73% dos brasileiros usam a ferramenta com frequência, e muita gente já deixou até o cartão físico de lado. O principal motivo é a rapidez. Mas a maior preocupação continua sendo a segurança e os golpes.
Outro assunto que vem crescendo é o Open Finance, aquele sistema que permite integrar contas e serviços financeiros em um único aplicativo. A ideia agrada bastante: mais de 75% disseram que usariam um aplicativo que centralize tudo. Só que, de novo, o medo de vazamento de dados e fraudes ainda trava muita gente.
A pesquisa também mostrou que os aplicativos bancários ainda falham em educação financeira. Pouca gente segue as dicas personalizadas oferecidas pelos bancos, e mais de um terço dos entrevistados disse nunca ter tido educação financeira na vida.
A tecnologia mudou totalmente a relação dos brasileiros com o dinheiro. O celular virou banco, carteira e ferramenta de pagamento ao mesmo tempo, mas a preocupação com segurança continua sendo um dos maiores desafios.
E você, tem esse medo de vazar dados quando usa um aplicativo de banco? Já sofreu algum golpe digital? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1388 - Elon Musk perde processo contra Altman e OpenAI
quinta-feira, 28 de maio de 2026
Na semana passada eu falei aqui sobre o processo judicial entre o bilionário Elon Musk e Sam Altman, um dos fundadores da OpenAI, criadora do ChatGPT. A novidade é que Elon Musk perdeu mais um capítulo dessa disputa. Um júri nos Estados Unidos decidiu, de forma unânime, rejeitar as acusações feitas por Musk no processo.
Na prática, o júri entendeu que parte das acusações já tinha passado do prazo legal pra serem analisadas. Com isso, outras reclamações acabaram caindo junto. O ponto principal da ação era a acusação de que a OpenAI teria abandonado sua missão original de funcionar como uma organização sem fins lucrativos e passado a focar em lucro e negócios, especialmente após a parceria bilionária com a Microsoft.
Musk afirmou que foi enganado depois de investir cerca de 38 milhões de dólares na criação da OpenAI, lá em 2015, quando ele ajudou a fundar a empresa junto com Sam Altman. Apesar da derrota, Musk ainda pode recorrer da decisão. O caso mostra como a disputa pelo controle e pelos rumos da inteligência artificial virou também uma guerra nos tribunais.
E você, é do time Musk ou do time Altman? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1387 - Demissões em massa feitas pela Meta atingem o Brasil
quarta-feira, 27 de maio de 2026
A Meta, empresa dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, prepara uma nova demissão em massa que pode atingir cerca de 8 mil funcionários no mundo todo, inclusive no Brasil. A única área poupada até agora seria a equipe do WhatsApp. Segundo a imprensa internacional, o motivo principal é o foco cada vez maior da Meta em inteligência artificial.
A empresa pretende investir algo entre 115 e 135 bilhões de dólares em projetos ligados à IA, além de transferir milhares de funcionários pra trabalhar nessa área. Pra ter ideia do tamanho do corte: 8 mil pessoas representam cerca de 10% de toda a força de trabalho da empresa.
Em comunicado aos funcionários, Mark Zuckerberg, dono da empresa, afirmou que empresas que liderarem o uso das IAs vão definir o futuro da tecnologia. Ele também lamentou as demissões e agradeceu aos funcionários que serão desligados.
O movimento mostra como as gigantes da tecnologia estão reorganizando tudo em torno da inteligência artificial, mesmo que isso signifique cortes pesados nas equipes. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!





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