Conexão Digital 1406 - Pesquisa confirma rádio como meio de comunicação de maior credibilidade
terça-feira, 23 de junho de 2026
Em plena era das redes sociais, do streaming e da inteligência artificial, muita gente se pergunta se o rádio ainda tem relevância. E a resposta é sim. Uma pesquisa apresentada pela Quaest mostrou que o rádio continua sendo um dos meios de comunicação mais fortes e confiáveis do país.
Em Minas Gerais, 81% das pessoas consideram o rádio relevante e 71% dizem que ele faz companhia no dia a dia. O hábito também é duradouro: três em cada quatro ouvintes escutam rádio há mais de 20 anos, e mais da metade acompanha a programação quase todos os dias. Um dos destaques da pesquisa é que o rádio continua conquistando diferentes gerações, inclusive os mais jovens.
Além disso, em um momento de tanta desinformação, o veículo se destaca pela credibilidade e pela capacidade de levar notícias locais de forma rápida e próxima da comunidade.
E, ao contrário do que muitos imaginam, a tecnologia ajudou o rádio a crescer. Com streaming, Alexa e aplicativos, as emissoras passaram a alcançar ouvintes muito além de suas regiões de cobertura.
Para anunciantes, o rádio também segue sendo uma mídia eficiente, com grande alcance e custo competitivo. Depois de mais de 100 anos de história, o rádio mostra que continua firme, se adaptando às mudanças e mantendo seu papel de informar, acompanhar e gerar confiança para milhões de brasileiros.
E você, ouve rádio com que frequência? Em casa, no carro ou no trabalho? Pelo dial, aplicativo ou streaming? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1192 - Pesquisa revela que
quarta-feira, 27 de agosto de 2025
O estudo indica que 6% dos ouvintes estão só no streaming, 10% alternam entre o dial e o digital, e 84% ficam apenas no tradicional. Ou seja, incluir o streaming nas campanhas amplia alcance e frequência. O consumo é majoritariamente em casa: 74% da audiência digital do rádio ocorre no ambiente domiciliar, acima do Spotify (65%), favorecendo campanhas direcionadas a esse espaço.
Nos carros, o crescimento deve vir com o Apple CarPlay e o Android Auto, sistemas operacionais voltados para as telas dos carros. Por formato, o conteúdo falado se destaca: jornalismo e esportes somam 28% da audiência digital, mais que o dobro da média geral. Entre os jovens de 18 a 34 anos, esses formatos chegam a 20% da audiência digital, quase três vezes a média.
No Brasil, o cenário é semelhante: dados da Kantar IBOPE Media apontam que 32% da escuta já é digital, e em algumas rádios líderes, passa de 60%. Conclusão: o rádio AM/FM online se firmou como alternativa estratégica no marketing digital, capaz de atrair públicos jovens, ampliar alcance e competir diretamente com Spotify e Pandora.
E você, ouve mais o rádio tradicional ou pela internet? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!
Conexão Digital 1111 - Rádio assume protagonismo durante apagão na Europa
terça-feira, 6 de maio de 2025
Na semana passada um apagão deixou Portugal, Espanha e parte do sul da França no escuro — literalmente. O fenômeno, que deixou milhares de pessoas sem eletricidade, foi atribuído a um raro efeito atmosférico conhecido como vibração atmosférica induzida.
Este evento ocorreu devido às altas temperaturas registradas no interior da Espanha, que geraram oscilações nas linhas de tensão elétrica. Sem energia, adivinha quem brilhou nesse momento? Sim, ele mesmo: o rádio!
Com a queda generalizada de energia elétrica afetando transportes, hospitais, telecomunicações e, claro, a internet, restou à população recorrer a um dos meios mais antigos (e confiáveis) de comunicação: o bom e velho rádio.
Relatos vindos dos três países mostram como as emissoras mantiveram a população informada, enquanto o Wi-Fi tirava férias forçadas. Em Portugal, um cidadão contou como só conseguiu saber o que estava acontecendo graças ao rádio ligado à pilha. Já em Madrid, um vídeo que circula na internet mostra um grupo de pessoas reunido em volta de uma mulher com um rádio digital à bateria — como se ela tivesse acesso a um oráculo tecnológico.
Isso porque, diferentemente das grandes estruturas necessárias pra rodar uma internet ou colocar um canal de TV no ar, as emissoras de rádio precisam de poucos equipamentos e muitas possuem geradores próprios de energia para momentos como esse.
O episódio serve como um baita lembrete: em tempos de crise, o rádio pode parecer low-tech, mas entrega alto impacto.
Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


