Conexão Digital 1462 - Redes sociais param de recomendar perfis de candidatos nas eleições 2026 a pedido do TSE

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Você já reparou que, quando você interage com uma publicação que fala de algum candidato nas redes sociais, você começa a receber outras publicações semelhantes? Isso não é coincidência. É o algoritmo trabalhando. 

As redes sociais analisam uma série de sinais: o que você curte, comenta, compartilha, quanto tempo passa vendo um vídeo e até quais assuntos costuma procurar. A partir disso, elas tentam prever o que tem mais chance de prender a sua atenção e passam a recomendar conteúdos parecidos. 

O problema é quando isso envolve uma eleição. Para o TSE, deixar o algoritmo dar mais visibilidade a determinados candidatos pode interferir na igualdade da disputa. Por isso, nas Eleições 2026, as plataformas devem impedir seus algoritmos de ranquear, recomendar, sugerir ou priorizar candidatos, partidos ou campanhas. 

Na prática, isso significa que a tecnologia não pode funcionar como uma espécie de cabo eleitoral digital. As redes continuam podendo mostrar conteúdos políticos, as pessoas continuam podendo seguir, curtir e compartilhar candidatos e os candidatos continuam podendo impulsionar suas postagens. O que muda é o uso da recomendação automatizada para favorecer ou dar prioridade eleitoral a determinadas candidaturas. 

A ideia do TSE é simples: deixar o eleitor escolher o candidato e não o algoritmo. Me segue no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


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