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Conexão Digital 1376 - Nova lei endurece penas para roubo de celulares e fraudes na internet

terça-feira, 12 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Entrou em vigor uma nova lei que endurece as penas para vários crimes que vêm crescendo no Brasil, principalmente os ligados a roubos de celular, golpes pela internet e até furto de cabos de energia e telefonia. A medida altera o Código Penal e aumenta bastante o tempo de prisão para quem for pego cometendo esses crimes. 

No caso de roubo ou furto de celulares, computadores e outros aparelhos eletrônicos, a pena agora pode chegar a 10 anos de prisão, além de multa. Se o crime acontecer durante a noite, a punição aumenta ainda mais. Outro foco da nova lei são os golpes virtuais. Fraudes usando Pix, WhatsApp, redes sociais, e-mails falsos e até clonagem de celular agora têm punições mais severas. 

Quem aplicar golpes usando contas “laranja” ou enganando vítimas pela internet pode pegar de 4 a 8 anos de prisão. A lei também mira o furto de cabos elétricos e de telefonia, um problema que causa prejuízos enormes e deixa bairros inteiros sem energia, telefone ou internet. Quando o crime afeta serviços essenciais ou órgãos públicos, a pena pode chegar a 8 anos de prisão. 

A ideia é tentar reduzir crimes que se tornaram cada vez mais comuns no dia a dia, principalmente com o avanço da tecnologia e das fraudes digitais. 

Você acha que o aumento das penas vai diminuir esse tipo de crime? Eu penso que pouco muda se são 4 ou 8 anos sem fiscalização e sem aplicação efetiva das penas. Me conta sua opinião no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1296 - Profissão de Criador de Conteúdo é regulamentada no Brasil

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Uma novidade importante para quem trabalha com internet: o Brasil agora tem oficialmente a profissão de multimídia. Isso significa que criadores de conteúdo e profissionais que atuam em plataformas digitais como YouTube, Instagram, TikTok e outras passam a ter uma ocupação reconhecida pela lei 15.325/2026. 

A regulamentação também vale para várias outras áreas de mídia e produção digital. A nova lei define o profissional multimídia como alguém que cria, produz, edita, organiza e distribui todo tipo de conteúdo digital: textos, imagens, vídeos, animações, áudios, jogos e muito mais. 

A profissão abrange praticamente todo o ecossistema digital desde influenciadores independentes até equipes de estúdios, produtoras, emissoras e agências de publicidade. 

Com o reconhecimento oficial, quem já trabalha na área e está registrado em outra função pode até pedir um ajuste no contrato, desde que a empresa concorde. E pra quem é MEI, é bom consultar um contador sobre como alterar ou adicionar o código CNAE no seu CNPJ. 

Na prática, essa lei dá mais clareza, segurança e valor para quem vive da criação digital, um mercado que cresce rápido e já movimenta boa parte da economia criativa do país. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1271 - Austrália proíbe redes sociais para menores de 16 anos

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L


Nos últimos dias, a Austrália chamou atenção do mundo ao anunciar uma medida polêmica: a proibição do acesso às redes sociais para menores de 16 anos. A ideia, segundo o governo australiano, é proteger crianças e adolescentes dos efeitos negativos do ambiente digital, como cyberbullying, exposição a conteúdos inadequados e problemas de saúde mental ligados ao uso excessivo das plataformas. 

Entre os pontos favoráveis, muita gente comemora. Especialistas em educação e psicologia defendem que a medida pode ajudar a reduzir ansiedade, depressão e até casos de automutilação entre jovens. Além disso, a restrição pode incentivar mais interação fora das telas, melhorar o rendimento escolar e diminuir a pressão por likes, seguidores e padrões irreais de vida que bombardeiam adolescentes o tempo todo. 

Mas, claro, nem tudo são flores. Um dos principais pontos contrários é a dificuldade de fiscalização. Como garantir que um menor não crie um perfil falso ou use a conta de um adulto? Outro argumento forte é que a proibição pode limitar o acesso à informação, à expressão e até a comunidades importantes para jovens que encontram apoio e identificação nas redes, como grupos culturais, educacionais ou de saúde mental. Sem falar que muitos adolescentes usam essas plataformas para aprender, criar conteúdo e até iniciar projetos profissionais. O impacto dessa decisão pode ir muito além da Austrália. 

Se a medida der certo, outros países podem seguir o mesmo caminho, pressionando gigantes da tecnologia a mudar regras, investir mais em verificação de idade e segurança digital. Por outro lado, se não funcionar, o debate sobre educação digital e responsabilidade das plataformas deve ganhar ainda mais força. 

Proibir é o melhor caminho ou o foco deveria ser ensinar a usar as redes de forma consciente e segura? Quero muito ouvir a sua opinião no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!