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Profissionais mineiros de web são fonte de matéria do Estadão
segunda-feira, 23 de junho de 2008
A jornalista mineira Raquel Camargo, webwritter do Studio Sol, moderadora do site Twitter Brasil e blogueira do F5 em Você, e o programador Luis Leão, da Stefanini e criador do SMS2Blog, foram fontes de reportagem do caderno Link, do jornal "O Estado de São Paulo", desta segunda-feira, 23/06.
No texto, o uso das redes sociais, em especial o Twitter, para propagação de spams, vírus e as constantes falhas do sistema. A micropostagem via celular a um custo mais acessível também foi comentada.Clique aqui e aqui para ler as matérias.
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G1 entrevista mineiro que "narrou" parto pelo Twitter
quinta-feira, 5 de junho de 2008

O portal de notícias da Globo, o G1, publicou no dia 30 de maio uma entrevista com o belorizontino Samuel Guimarães, twitteiro de carteirinha e atendimento da 5Clicks. O cara noticiava o parto da esposa em tempo real na ferramenta de microblogging. Bom, não vou explicar muito. A notícia/entrevista na íntegra está aqui.
Quem não ficou muito feliz foi a colega Raquel Camargo, do Studio Sol Comunicação Digital, autora da sugestão de pauta, citada mas não linkada na matéria. Fica triste não, Raquel. O Mercado Web Minas te linka ;-)
Acesse a Raquel aqui e aqui.
Prêmio PQN de Ouro: Melhor Portal, conteúdo WEB ou empresa especializada em conteúdo WEB
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Termina no dia 6 de junho, próxima sexta-feira, a votação para escolha dos melhores da comunicação mineira no Prêmio PQN de Ouro, promovido pelo jornalista Robson Abreu.Dentre as várias categorias, está a de Melhor Portal, conteúdo WEB ou empresa especializada em conteúdo WEB de Minas Gerais. Os indicados são:
- PORTAL O TEMPO
- CARTA DE NOTÍCIAS DIGITAL (vencedora da edição 2007)
- O BINÓCULO
Quem vai ganhar a parada esse ano?
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Ciranda de Textos: Webjornalismo e Concursos Públicos
quarta-feira, 30 de abril de 2008

Como participante esporádico de concursos públicos (em média uns três por ano), tenho percebido que, naquilo que conheço melhor na área, que é o webjornalismo, as questões sobre o tema nas provas têm deixado muito a desejar. Algumas mal formuladas, com respostas erradas tidas como corretas ou perguntas irrelevantes para a área são uma constante.
Esses pensamentos me fizeram questionar algumas dessas questões nas listas de discussão Jornalistas da Web e Web Jornalistas de BH. Vi que não estava sozinho, já que vários colegas também criticaram as questões (postei algumas delas recentemente. Link mais abaixo. Leia, tente responder, confira o gabarito e tire suas conclusões). Tanto que o assunto levantado por mim resultou no tema da quarta rodada da Ciranda de Textos com participação de outros colegas jornalistas e coordenação de Ceila Santos. Confira aqui outros posts sobre o tema.
Em Minas
Aqui em Minas Gerais, por exemplo, só em 2008 tivemos concursos da área de comunicação para a Ceasaminas, Seplag, INSS, Secretaria de Estado da Saúde, ALMG, Fundação Municipal de Cultura de BH, entre outros. Ainda nesse semestre teremos concursos da Ufmg e da Petrobras (tema de outro post neste blog). Questões como as já postadas neste blog voltarão a cair, me fazendo questionar o porquê dessa falta de critério na escolha de tais questões.
A impressão que fica é que os concursos passaram a adotar essas questões exatamente como as faculdades incluíram, no início dos anos 2000, a cadeira de Novas Mídias (Jornalismo Online, Webjornalismo ou seja lá o nome que for) em sua grade: apenas para constar. Atualmente existem ótimas grades curriculares na área de webjornalismo nos cursos de graduação e pós-graduação, mas os concursos ainda teimam em se basear em bibliografias superficiais ou em questões mal formuladas, sem vínculo direto com a função a que se está concorrendo.
Isso sem falar que, desde que participo de concursos, nunca vi uma vaga sequer exclusiva para webjornalista. É sempre para TV, rádio ou assessoria. Só que lá nos pré-requisitos dessas vagas, em uma ou outra linha, aparece a necessidade de o profissional entender de "publicações virtuais", "websites", "gerenciadores de conteúdo" e nomes do gênero.
Fica parecendo que qualquer jornalista pode, em alguma hora mais tranquila mais pro fim do dia, ir lá no site e atualizar alguma coisa. Ou é desconhecimento meu ou realmente ainda não se abriu vaga, via concurso público, para contratação de um profissional 100% webjornalista. E, pelo que parece, quem bola questões para concursos públicos também não dá a mínima para a realidade do assunto.
Depois o que se vê são sites com atualização precária, links quebrados, layouts burocráticos, com pouca ou nenhuma interatividade. São sites iguais às questões cobradas na prova: Apenas para constar.
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