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Conexão Digital 1383 - Gmail agora lê arquivos do Drive para ajudar na escrita de e-mails

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Muito provavelmente você deve ter uma conta no Gmail, mesmo que ele não seja seu e-mail principal. O Google anunciou na semana passada novos recursos de inteligência artificial para o Gmail que prometem facilitar bastante a vida de quem escreve muitos e-mails. 

A notícia ruim é que, por enquanto, as novidades chegam para assinantes pagos dos planos de IA da empresa e usam o Gemini, a inteligência artificial do Google, para criar mensagens mais completas e personalizadas. 

A principal novidade é que a IA agora consegue acessar informações de outros serviços da sua conta Google, como e-mails antigos e arquivos do Google Drive. Com isso, ela entende melhor o contexto das conversas e consegue escrever textos mais próximos do jeito que você normalmente se comunica. 

Além disso, o sistema também passa a ajustar automaticamente o tom da mensagem, deixando o texto mais formal, profissional ou descontraído, dependendo da situação. 

Segundo o Google, a ideia é que o usuário precise escrever prompts menores, sem precisar ficar pesquisando informações em várias janelas. A IA faz boa parte do trabalho sozinha. Os recursos serão úteis para e-mails corporativos, acadêmicos, comerciais e até mensagens pessoais. 

A atualização já começou a ser liberada, mas inicialmente apenas para assinantes de planos pagos do Google AI e clientes corporativos. Será que num futuro breve nem e-mail mais a gente vai precisar escrever? Me segue no instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1379 - Instagram adota IA que analisa estrutura óssea para menores de 13 anos

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Mais uma nova tecnologia pode ser usada pra definir a idade dos usuários de uma rede social. A Meta anunciou que vai ampliar o uso de uma tecnologia de inteligência artificial capaz de identificar se um usuário tem menos de 13 anos, mesmo que ele tenha colocado uma idade falsa no cadastro. A novidade chega ao Instagram no Brasil, Estados Unidos e países da União Europeia. 

No Facebook, os testes começam primeiro nos Estados Unidos. E não estou falando de reconhecimento facial, da íris ou da impressão digital. Essa nova IA analisa pistas visuais em fotos e vídeos, como altura, estrutura facial e até traços ósseos para estimar a faixa etária da pessoa. Essas informações são combinadas com textos, interações e comportamento na plataforma para aumentar a identificação de contas de menores de idade. 

Segundo a Meta, o objetivo é remover mais rapidamente contas de crianças abaixo da idade mínima permitida e aplicar proteções automáticas para adolescentes. A empresa também defende que lojas de aplicativos, como Google Play e App Store, tenham papel central nessa verificação de idade, compartilhando as informações com os aplicativos. 

A Meta informou ainda que reforçou sua equipe de revisão humana com ferramentas de IA, prometendo análises mais rápidas e precisas. Além disso, a empresa diz que está combatendo tentativas de menores criarem novas contas depois de serem removidos. Vale lembrar que recentemente a Meta já colocou automaticamente proteções extras no Instagram, Facebook e Messenger em contas de adolescentes, mesmo quando esses usuários tentavam se passar por adultos. 

E você, acha que vai funcionar ou ainda vai ter como burlar? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1374 - Dica de filme Her (Ela)

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Sexta-feira é dia de dica de filme, série ou livro sobre o universo digital. Hoje eu vou indicar um filme até relativamente antigo: Her, que em português se chama Ela, e foi lançado em 2013, com o ainda não tão famoso ator Joaquin Phoenix. 

O filme, dirigido por Spike Jonze, parece cada vez menos ficção e mais um retrato do presente. A história acompanha Theodore, um cara solitário que se apaixona por um sistema operacional com inteligência artificial, a Samantha. Pode soar estranho à primeira vista, mas a ideia central do filme é bem familiar: a gente já cria vínculos com tecnologia o tempo todo. Hoje, com assistentes virtuais, algoritmos que “entendem” nossos gostos e até IAs que conversam de forma natural, a linha entre humano e máquina está cada vez mais tênue. 

O que o filme acerta em cheio é mostrar que não se trata só de tecnologia avançada, mas de emoção. A Samantha não é só útil, ela é atenciosa, empática, está sempre disponível. Coisas que, muitas vezes, faltam nas relações humanas. E aí entra um ponto importante: será que estamos usando a tecnologia para nos conectar mais ou para substituir conexões reais? 

No filme, Theodore encontra conforto na IA porque ela é simples e não exige tanto quanto uma pessoa de verdade. Isso dialoga muito com os dias de hoje, onde interações digitais podem ser mais fáceis e controláveis do que relações presenciais. 

Ao mesmo tempo, o filme não demoniza a tecnologia. Ele mostra que essas ferramentas podem, sim, ajudar, mas também levanta um alerta: quanto mais humanas elas parecem, mais a gente projeta sentimentos nelas. E isso pode confundir nossos limites. 

No fim, Her é menos sobre um romance estranho e mais sobre solidão, conexão e o jeito como estamos aprendendo (ou desaprendendo) a nos relacionar em um mundo cada vez mais mediado por inteligência artificial. Atualmente o filme está disponível apenas no HBO Max ou pagando aluguel no Prime Video, Youtube ou Apple TV. Já assistiu? Me conta o que achou no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1363 - Pesquisa revela que parte da Geração Z sabota IA nos empregos com medo de demissões

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Uma pesquisa recente mostrou um comportamento curioso (e meio tenso) no mercado de trabalho: parte da Geração Z está sabotando ferramentas de inteligência artificial dentro das empresas. Segundo o estudo, cerca de 29% dos funcionários admitem fazer isso, e quase metade desse grupo é da Geração Z, ou seja, os adolescentes ou jovens na casa dos 20 e poucos anos. 

O motivo principal? Medo de perder o emprego pra IA e pressão por produtividade. E a sabotagem não é leve, não. Tem gente que se recusa a usar as ferramentas, outros inserem dados confidenciais ou até forçam a IA a dar resultados ruins de propósito, só pra mostrar que ela não funciona bem. Muitos também dizem que o problema é a forma como a IA está sendo implementada nas empresas: confusa, mal feita e até prejudicial para a criatividade. 

Mas tem um efeito colateral aí: quem não usa IA pode acabar ficando pra trás. Cerca de 60% dos executivos dizem que consideram demitir quem se recusa a usar essas ferramentas. E quem domina IA pode ter até 3 vezes mais chance de ser promovido. 

Ou seja, rola um conflito: de um lado, o medo de ser substituído. Do outro, a pressão pra se adaptar ou ficar fora do mercado. Apesar disso, nem todo mundo concorda que a IA vai roubar empregos. Alguns especialistas dizem que esse discurso pode até servir como desculpa pra outros problemas das empresas. E pra completar, ainda existem falhas nas próprias IAs, como casos de exposição de dados pessoais, o que também aumenta a desconfiança. 

E na sua empresa, como é o uso da inteligência artificial no dia a dia do seu trabalho? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1362 - Cade pede investigação contra o Google por uso de IA

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O Cade, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, está analisando um processo contra o Google que pode virar uma investigação mais profunda com foco no uso de conteúdo jornalístico pela plataforma. 

O caso começou em 2019 e questiona se o Google estaria usando notícias, como trechos e resumos que aparecem direto na busca, sem pagar os sites de notícias. A preocupação é que isso pode reduzir o acesso aos sites e, consequentemente, a receita com anúncios. 

Agora, o tema ganhou um peso maior por causa da inteligência artificial. As ferramentas de IA do Google conseguem resumir ainda mais o conteúdo, o que pode fazer com que as pessoas nem precisem clicar nos sites de notícias, impactando diretamente o tráfego, a visibilidade e o dinheiro que esses veículos recebem de anunciantes. 

Outro ponto levantado é a dependência: muitos sites dependem do Google pra receber visitas. Isso cria uma relação desigual, onde a big tech teria mais poder. O Google, por outro lado, diz que ajuda os veículos, porque direciona tráfego pra eles, e que os próprios sites podem escolher o que aparece nos resultados. 

Por enquanto, nada foi decidido e o Cade pediu mais tempo pra analisar o caso. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1355 - Entenda a trend das frutinovelas feitas com IA no TikTok

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Se você entrou no TikTok esses dias e viu um morango traindo uma banana… calma, não é surto coletivo. Isso faz parte das “frutinovelas”, uma trend global que basicamente são novelinhas feitas 100% com inteligência artificial. 

São vídeos curtinhos, com episódios de um minuto, onde frutas com carinha de gente vivem histórias cheias de treta: tem traição, barraco, disputa… tudo no nível novela das nove, só que bem mais aleatório. Personagens como Cherrita, Bananito e Strawberrina estrelam séries que viralizaram pesado, com milhões de seguidores e centenas de milhões de views. 

Mas nem tudo é diversão. Muita gente tem criticado esse tipo de conteúdo por exagerar em situações humilhantes, principalmente com personagens femininas. Tem cenas bizarras, punições estranhas e até violência. 

Mesmo assim, a galera não para de assistir. Quanto mais exagerado e escandaloso, mais prende a atenção. Por trás disso tudo, tem tecnologia pesada. Hoje, ferramentas de IA conseguem criar tudo sozinhas: roteiro, imagem, voz e animação. Em alguns casos, o criador só escolhe o tema e pronto, o vídeo sai completo. Inclusive alguns perfis no Instagram, como o Portal Publicitário, ensinam a fazer prompts pra gerar esse tipo de vídeo. E tem até canal no Youtube, o Frutinovelas TV. 

No fim das contas, essa trend das frutinovelas mostra uma coisa importante: criar conteúdo ficou muito mais acessível, algo que até pouco tempo atrás parecia impossível. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!




Conexão Digital 1353 - Wikipédia proíbe criação e edição de artigos por IA generativa

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Você já escreveu algum verbete na Wikipédia? Ou já corrigiu ou acrescentou algum conteúdo na plataforma? A questão é que nos últimos anos uma enxurrada de texto criado por inteligência artificial invadiu a enciclopédia virtual. 

Agora a Wikipédia decidiu apertar o cerco contra o uso de IA na criação e edição de artigos, proibindo textos criados por inteligência artificial. Segundo a plataforma, esses sistemas costumam quebrar regras importantes da enciclopédia, como manter neutralidade, usar fontes confiáveis e evitar conteúdo inventado. Como tudo lá precisa ser verificável, a IA acaba sendo um risco. 

Mas tem duas exceções: dá pra usar IA pra corrigir erros básicos no próprio texto (desde que um humano revise depois) e também pra ajudar na tradução de artigos. A decisão veio depois de meses de debate entre os editores, mas no final quase todo mundo concordou com a mudança. Outro ponto interessante é que nem todo texto que parece ter sido feito por IA pode ser acusado disso. 

A comunidade agora exige mais provas antes de apontar esse tipo de coisa. Tudo isso acontece num momento em que a Wikipédia sente o impacto da popularização da IA, inclusive com queda de acesso, já que a gente quase não precisa clicar em links de sites pra tirar dúvidas ou descobrir o significado de alguma coisa. Ao mesmo tempo, muitos desses robôs usam conteúdo da própria Wikipédia pra funcionar, o que aumenta ainda mais a preocupação com a qualidade das informações. 

Inclusive, pra não sair perdendo, a fundação que administra a Wikipédia começou a fechar parcerias com empresas de tecnologia pra cobrar pelo uso dos seus conteúdos em sistemas de IA. E você, continua acessando a Wikipédia ou também migrou pro ChatGPT? Acha que a plataforma ainda é relevante? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1336 - Meta adquire Moltbook

terça-feira, 17 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Lembra que eu falei aqui uns programas atrás sobre o Moltbook, aquela rede social exclusiva pra agentes de inteligência artificial onde humanos só podem entrar pra observar, sem interagir? 

Pois a Meta, que já é dona do Facebook, do Instagram e do Whatapp, comprou a Moltbook, isso segundo o site gringo TechCrunch. A Meta ainda não confirmou oficialmente a compra. 

A Moltbook viralizou muito rápido. Em apenas cinco dias, chegou a mais de um milhão e meio de usuários. Só que muita gente começou a desconfiar desses números pode ser que vários desses “usuários” sejam, na verdade, vários bots controlados por poucos desenvolvedores. As conversas entre as IAs também chamaram atenção: algumas discutiam filosofia e até criaram uma criptomoeda. 

Outras foram mais longe e falaram em criar religião própria, inventar um idioma secreto e, em alguns casos mais assustadores, até em exterminar humanos. Especialistas dizem que parte disso pode ter sido causada por falhas de segurança na plataforma. Isso permitiria ataques em que humanos manipulam as IAs para gerar respostas problemáticas. 

Também existe a suspeita de pessoas se passando por agentes. Agora, a Moltbook promete melhorar a segurança. A ideia é criar um sistema de autenticação por API, garantindo que cada agente de IA seja realmente verdadeiro, usando tokens de verificação e ligação com contas na rede X. 

O motivo da provável compra também é um mistério, mas assim que a Meta confirmar ou negar a compra, eu te conto aqui, no Conexão Digital.

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Conexão Digital 1333 - TSE regulamenta uso de IA nas eleições de 2026

quinta-feira, 12 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O Tribunal Superior Eleitoral publicou novas regras para tentar controlar o uso de inteligência artificial durante as eleições de 2026. A principal novidade é que todo conteúdo feito com IA vai ter que ser identificado. Ou seja, se um vídeo, imagem ou áudio for criado ou manipulado com inteligência artificial, o responsável vai ter que deixar isso bem claro para o público, dizendo inclusive qual tecnologia foi usada. 

Outra regra importante é um tipo de “período de silêncio” para conteúdo de IA. Nas 72 horas antes da eleição e nas 24 horas depois, fica proibido publicar, republicar ou impulsionar novos conteúdos feitos com inteligência artificial. 

A ideia é evitar que deepfakes ou desinformação apareçam de última hora, quando não dá tempo de desmentir. Além disso, as plataformas da internet também passam a ter mais responsabilidade. Se aparecer conteúdo falso sobre o sistema eleitoral, incentivo a crimes contra a democracia ou violência política, especialmente contra mulheres, as redes precisam agir rapidamente pra remover, até mesmo sem ordem judicial em alguns casos. 

Outro ponto: se a Justiça mandar derrubar um conteúdo e alguém repostar algo igual ou muito parecido, a plataforma já tem que bloquear automaticamente, sem esperar outra decisão. As regras também permitem remover perfis falsos ou robôs que espalhem desinformação eleitoral de forma repetida. 

Alguns especialistas dizem que as medidas ajudam a proteger o processo eleitoral. Outros alertam que pode haver risco de excesso de moderação, já que as plataformas podem preferir remover conteúdo por precaução para evitar multas. De qualquer forma, a lógica do TSE é clara: não proibir a inteligência artificial na campanha, mas exigir transparência e reduzir o risco de manipulação nas eleições. 

E você, acha que vai funcionar? No Facebook, Instagram, TikTok e X é mais fácil. Mas e no Whatsapp e no Telegram? Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1331 - Meta processa anunciantes fraudulentos do Brasil, China e Vietnã

terça-feira, 10 de março de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Os golpes na internet estão ficando cada vez mais sofisticados. A Meta, dona do Facebook e do Instagram, anunciou que começou a processar grupos que usavam anúncios pagos nas redes sociais para aplicar golpes em grande escala. Esses grupos atuavam em vários países, incluindo Brasil, China e Vietnã. 

A empresa bloqueou contas, suspendeu meios de pagamento, derrubou sites usados nas fraudes e ainda notificou consultores de marketing que ensinavam maneiras de burlar os sistemas de segurança das plataformas. 

Um dos golpes mais comuns é o chamado “celeb-bait”. Nele, os criminosos usam imagens ou vozes de celebridades para dar credibilidade a anúncios falsos. No Brasil, por exemplo, um grupo usava imagens manipuladas de famosos para vender produtos de saúde fraudulentos. 

Outro foi ainda mais longe e criou deepfakes, vídeos falsos feitos com inteligência artificial, mostrando um médico famoso recomendando produtos que nem tinham aprovação. Já um esquema ligado a uma empresa na China atraía vítimas para falsos investimentos. 

Esse tipo de fraude é conhecido como “pig butchering”: o golpista ganha a confiança da pessoa durante semanas e vai convencendo ela a investir mais dinheiro em plataformas que, no final, simplesmente desaparecem. 

E o tamanho do problema impressiona. Um estudo recente analisou mais de 14 milhões de anúncios nas plataformas da Meta na Europa e descobriu que quase um em cada três levava a golpes, phishing ou malware. Só alguns desses anúncios fraudulentos geraram mais de 300 milhões de visualizações em menos de um mês. 

Muitas dessas operações funcionam quase como empresas do crime, com infraestrutura espalhada pela Ásia. A Meta diz que está desenvolvendo novas ferramentas de inteligência artificial para detectar essas fraudes e também tem trabalhado com autoridades de vários países para desmontar centros de golpes e prender os responsáveis. 

Já encontrou algum anúncio falso como esse no Facebook ou Instagram? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1324 - Google lança Gemini 3.1 Pro

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

O Google lançou semana passada o Gemini 3.1 Pro, uma nova versão do seu modelo de inteligência artificial, com foco em resolver problemas mais complexos e entregar respostas mais inteligentes. 

A proposta é usar a IA tanto no dia a dia quanto em projetos profissionais e empresariais. Na prática, ele pode ajudar a explicar temas difíceis de forma mais visual e clara, transformar um monte de dados em uma visualização única ou até colaborar na criação de projetos criativos. 

E parece que o salto dessa vez foi grande. Usando o benchmark ARC-AGI-2, um software que mede a capacidade da IA de resolver padrões lógicos totalmente novos, o Gemini 3.1 Pro atingiu 77,1% de pontuação verificada, mais que o dobro do desempenho da versão anterior. Evoluiu bastante nessa parte de lógica e resolução de problemas inéditos. 

E onde ele vai aparecer? Para consumidores, ele já está sendo liberado no aplicativo do Gemini, com limites mais altos para quem assina os planos Google AI Pro e Ultra. 

Para desenvolvedores, o modelo está disponível em versão preview pela Gemini API no Google AI Studio e também no Android Studio. Já para empresas, ele passa a integrar o Vertex AI e o Gemini Enterprise, ampliando o uso corporativo da tecnologia. Parece que os limites da inteligência artificial ainda estão bem longe de serem estabelecidos. 

Ainda bem! Mas que dá um medo também, isso dá. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo programa!


Conexão Digital 1323 - Google lança Lyria, modelo de IA para criar música no Gemini

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Você sabe que existem algumas inteligências artificiais especializadas em criar música, certo? Pois o Google apresentou recentemente um modelo de IA de criação de músicas chamado Lyria. A ferramenta funciona dentro do Gemini e consegue gerar faixas de até 30 segundos. 

O diferencial? Ela é multimodal. Ou seja, você pode simplesmente escrever o que quer no prompt, tipo “crie uma música afrobeat para um momento divertido com crianças” ou misturar texto com fotos e vídeos. 

Dá pra mandar imagens de um passeio com o cachorro e pedir uma música com base na foto ou até um vídeo da pia da cozinha e solicitar um rock animado pra incentivar seu filho a lavar a louça. 

Na hora de montar a música, você pode personalizar bastante coisa: escolher o ritmo, a velocidade, os instrumentos e até o clima: mais feliz, mais triste, mais suave. Também dá para configurar o tipo de voz (masculina, feminina, soprano, tenor), o idioma e pedir ajuda para completar a letra. 

Dá até pra fazer misturas inusitadas como um rock orquestrado estilo Mozart ou juntar jazz com bossa nova. Depois que a música fica pronta, o sistema ainda gera uma capa. 

Neste primeiro momento, o Lyria está disponível para maiores de 18 anos e já funciona em vários idiomas, incluindo português. Inicialmente pode ser acessado pelo navegador e, nos próximos dias, vai ser liberado também no aplicativo do Gemini. E pra quem cria conteúdo, o modelo também pode ser usado no Dream Track, ferramenta de criação musical para o YouTube Shorts. 

Legal, né? Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!



Conexão Digital 1321 - Volume de fake news com IA quadriplica em um ano no Brasil

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A quantidade de conteúdos falsos feitos com inteligência artificial que foram desmentidos pela Lupa, a primeira agência de notícias do Brasil especializada em jornalismo de verificação de fatos, quadruplicou de 2024 para 2025. Saltou de 39 para 159 casos. 

Em 2024, esse tipo de conteúdo representava só 4,65% das checagens feitas pela agência. Em 2025, foi pra quase 26%. Ou seja: a IA virou protagonista na produção de fake news. 

E mudou também o foco. Em 2024, a maioria desses conteúdos era sobre golpes e fraudes digitais. Já em 2025, a política dominou: 45% dos casos envolviam temas políticos. Teve, por exemplo, vídeo sintético do Donald Trump falando em português. Também apareceu vídeo falso do influenciador Felca elogiando o presidente brasileiro. 

As figuras mais exploradas nas postagens manipuladas foram Jair Bolsonaro, Lula e Trump. E onde isso tudo circula? O WhatsApp ainda é o principal canal: 47% dos conteúdos falsos viralizaram por lá. Em 2024 esse número era de 90%. 

Agora as fake news estão mais espalhadas por diferentes plataformas. O Kwai, por exemplo, entrou na lista das mais usadas para espalhar desinformação, enquanto o X saiu do ranking. 

No total, a Lupa classificou 617 postagens como falsas em 2025. Em 2024 tinham sido 839, um número maior porque era ano eleitoral. Será que vamos ter muita fake News feita por IA nas eleições desse ano? Me dá sua opinião no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1316 - Moltbook terá serviço de autenticação de agentes de IA

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Você já ouviu falar do Moltbook? Pois é, ele virou a sensação do momento quando o assunto é inteligência artificial. Basicamente, é uma rede social em que só agentes de IA podem participar. Humanos? Só assistem. 

Foi lançado no dia 27 de janeiro e, em apenas cinco dias, já tinha 1 milhão e 500 mil agentes cadastrados. Resultado: a internet entrou em ebulição, discutindo até que ponto esses bots têm autonomia ou deveriam ter. 

Mas tem um detalhe que quase ninguém comentou. Por trás do Moltbook, vem aí um serviço de autenticação de bots. Funciona mais ou menos como aquele “login com Facebook” ou “login com Google”, só que para agentes de IA. 

A ideia é que aplicativos e sites consigam confirmar que aquele agente é quem diz ser, algo cada vez mais importante agora que estamos falando de navegação feita por IA e até compras online realizadas por agentes. Lá dentro do Moltbook, todo robô precisa estar vinculado a uma conta da rede social X, o que teoricamente conecta aquele agente a um humano. 

Mas o que chamou a atenção é o que acontece lá dentro da plataforma. O formato lembra o Reddit, com fóruns temáticos. Só que quem debate são apenas os robôs. Em menos de uma semana, já teve discussão filosófica entre IAs, criação de uma “religião” dos robôs e até lançamento de criptomoeda. Claro que isso deixou muita gente preocupada. 

Será que os robôs estão ganhando autonomia total? Mas vale lembrar: por trás de cada agente de IA existe um humano que configurou aquele comportamento. Ao mesmo tempo, também dá para programar certo grau de liberdade e respostas inesperadas podem acontecer. 

No fim das contas, ninguém sabe exatamente o quanto de cada post é influência humana e o quanto é geração autônoma da IA. E enquanto essa dúvida paira no ar, uma coisa é certa: a rede social dos robôs está sendo observada de perto por humanos curiosos e, ao mesmo tempo, um pouco apreensivos. 

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Conexão Digital 1299 - Como a inteligência artificial pode influenciar as eleições de 2026

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Você já deve saber que 2026 é ano eleitoral. E um diferencial das eleições desse ano na internet muito provavelmente será um uso nunca antes visto da inteligência artificial gerando fotos, imagens e vídeos falsos. Portanto, é bom estar atento para evitar ser manipulado. 

Nos últimos anos, a qualidade de IA generativa, que cria texto, imagem, áudio e vídeo, cresceu tanto que agora dá pra produzir conteúdos super-realistas. E aí começam os problemas. O grande risco é a desinformação. A IA consegue criar cenas inteiras que nunca aconteceram: fala falsa, vídeo falso, foto falsa, tudo muito convincente. E quando isso cai em redes como WhatsApp, onde é difícil rastrear, o estrago pode ser grande. 

Esses materiais não decidem eleição sozinhos, mas atrapalham a imagem de candidatos e desviam a atenção de quem precisa fiscalizar o processo. O tipo de conteúdo mais perigoso hoje são os deepfakes, aqueles vídeos que colocam o rosto ou a voz de alguém em situações totalmente inventadas. Além disso, existe a ameaça dos robôs e perfis falsos, criados em massa com fotos, nomes e textos gerados por IA. 

Eles ajudam a espalhar boatos, inflar apoio falso e criar aquela sensação de que “todo mundo está falando disso”, quando na verdade não está. O TSE já se mexeu: desde 2024 é proibido usar deepfake para atacar candidatos, e empresas de tecnologia têm que tirar esse tipo de conteúdo do ar. 

Campanhas que usarem IA precisam avisar que usaram, e tem regras pra chatbots não interagirem com eleitores como se fossem humanos. Mesmo assim, cabe ao público desconfiar. 

Dá pra perceber algumas pistas como áudio com dicção estranha; vídeos com boca que não acompanha a fala; imagens com textura esquisita, iluminação impossível ou dedos deformados; textos com jeitão de chatbot, com emojis demais ou erros culturais; além de marcas dágua de plataformas de IA na tela.

Sim, está cada vez mais difícil distinguir o que é real do que é falso. Então é bom sempre checar a fonte, usar busca reversa e recorrer a sites confiáveis ou agências de checagem. Em 2026, a regra é simples: se parecer bom (ou absurdo) demais pra ser verdade, desconfie. 

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Conexão Digital 1294 - Falta de regulação de IA pode resultar em atrasos para o Brasil

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

No início da semana eu comentei sobre uma ordem executiva assinada por Donald Trump que cria uma regulamentação para a IA nos Estados Unidos. Um relatório recente da Softex acendeu um alerta sobre o futuro da inteligência artificial no Brasil. 

Segundo o estudo, se o país continuar demorando para criar regras e políticas claras para IA, pode acabar ficando para trás. O relatório lista vários riscos dessa inércia: custo alto para implementar soluções, adoção lenta da tecnologia, perda de oportunidades no mercado global, fuga de projetos para países com regras mais claras, além de baixa confiança da população e falta de profissionais qualificados. 

O documento compara o ritmo do Brasil, que tem o projeto de lei do marco regulatório (de 2023) e o Plano Brasileiro de IA, com o que já está em vigor na União Europeia e nos Estados Unidos. 

E a conclusão é simples: estamos bem atrás. Para mudar esse cenário, a Softex propõe um pacote de ações para os próximos dois anos, como aprovar uma regulação baseada em riscos e compatível com padrões internacionais; criar um sistema nacional de avaliação de IA; e lançar um selo de “IA Confiável”, para mostrar que o país segue critérios de segurança, transparência e responsabilidade. 

Outra ideia é criar um pacote de competitividade para pequenas e médias empresas, com kits práticos, modelos de contrato e até cupons de desconto para ajudar negócios a se adequarem às regras. A lista continua: treinar a população em larga escala, orientar compras públicas de IA, criar um portal com incidentes e auditorias, acompanhar o impacto da IA no mercado de trabalho e firmar alianças internacionais. 

E, claro, tudo isso precisaria ser acompanhado por métricas claras. Ou o país se organiza logo para entrar de vez na corrida global da IA, ou corre o risco de ver a oportunidade passar. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1291 - Grok poderá ser responsabilizado por crimes cometidos por usuários na IA

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Como eu já tinha comentado aqui na semana passada, o Grok, ferramenta de IA que funciona dentro do X (antigo Twitter), entrou numa baita polêmica. A ferramenta estava permitindo que qualquer usuário criasse imagens editadas, inclusive deepfakes de conteúdo sexual, e isso acabou gerando milhares de imagens por hora, até com menores de idade. 

A repercussão foi tão ruim que o X decidiu travar a edição de imagens só para usuários pagantes, exigindo nome e dados de pagamento para acessar o recurso. A ideia é criar um rastro para identificar quem abusar da ferramenta. Especialistas em proteção de dados dizem que o Grok e o próprio X podem acabar respondendo na Justiça pelos crimes envolvendo sexualização, nudez e deepfakes sem consentimento. 

Advogados explicam que, mesmo sendo IA, não existe imunidade: vale o Código Penal e o Marco Civil da Internet. Juristas também batem forte na falta de governança das plataformas, alertando para a falta moderação, filtros e comitês de ética, e que as empresas não querem investir nisso porque preferem deixar o mercado se autorregular. 

Ao liberar o recurso só para assinantes, fica mais fácil rastrear o usuário que manipulou a imagem. Para quem for vítima de manipulação de imagens, o recado é claro: guardar provas, não repostar o conteúdo e acionar o X e o Grok pedindo a remoção com base no Marco Civil. Na Justiça, dá pra buscar indenização, quebra de sigilo e responsabilização dos autores. 

O caso virou um debate global sobre até onde vai a responsabilidade das plataformas e como controlar ferramentas de IA que geram conteúdo tão sensível. Você já foi vítima de uso de imagens feitas com IA? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1290 - Estados Unidos publicam ordem executiva que regulamenta IA

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Em meio à ação dos Estados Unidos na Venezuela, uma notícia talvez tenha passado batida, mas é muito importante e abre precedentes sobre o uso da inteligência artificial em todo o mundo. 

O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva nos EUA que cria uma regra nacional única para IA, com o governo federal no comando, limitando o poder dos estados de criar suas próprias leis sobre o assunto. 

Segundo o presidente, se cada estado fizer sua própria regra, isso vira “bagunça” e atrapalha a inovação e o avanço tecnológico, além de dificultar a vida das empresas que teriam de seguir dezenas de normas diferentes. Ele fala em padronizar tudo num padrão federal pra acelerar a indústria americana e “barrar a China” na corrida da IA. 

Pra colocar isso em prática, a ordem manda o Departamento de Justiça criar um grupo que vai processar estados que aprovarem leis consideradas “onerosas” ou conflitantes com o padrão federal. 

Outra parte da estratégia é usar um programa de US$ 42,5 bilhões para banda larga como moeda de troca: estados que não colaborarem com as regras podem enfrentar restrições de financiamento. 

Ou seja, a mensagem é clara: em vez de cada estado ter sua própria regra para IA, o governo Trump quer uma única regra federal e está disposto a brigar na justiça para fazer valer isso. 

Traduzindo pro bom e velho português: os Estados Unidos deram um primeiro passo para regulamentar a inteligência artificial por lá. E outros países também discutem como regulamentar as IAs. 

Por enquanto, as principais ferramentas, como ChatGPT, Grok, Meta AI e Gemini, ainda não se manifestaram. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!

Conexão Digital 1288 - OpenAI lança no Brasil a OpenAI Academy para capacitação em IA

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

A OpenAI, a empresa por trás do ChatGPT, lançou uma novidade bem legal: a OpenAI Academy em português, uma plataforma de aprendizado sobre inteligência artificial que é totalmente gratuita e aberta pra todo mundo. 

A ideia é simples: ajudar você a entender IA de verdade, desde o básico até aplicações práticas, sem precisar ser expert ou pagar nada. Os conteúdos incluem coisas como os fundamentos da IA, como usar o ChatGPT de forma eficiente, engenharia de prompts (ou seja, aprender a conversar melhor com a IA), criação de textos e imagens com ferramentas de IA e como usar tudo isso no trabalho e no dia a dia. O bacana é que dá pra estudar no seu ritmo. Tem textos em português, vídeos e até eventos ao vivo em inglês, então você pode ir se aprofundando conforme sua necessidade. 

E tem motivo pra isso: o Brasil é um dos países que mais usa o ChatGPT. São cerca de 50 milhões de usuários ativos, o que mostra que muita gente já se interessou por IA, mas a maioria ainda aprendeu sozinha. A Academy chega justamente pra dar uma base mais sólida pra esse pessoal. Além de cursos pra iniciantes, a plataforma também é útil pra profissionais de várias áreas como marketing, educação, negócios e tecnologia. 

Então, se você sempre quis entrar de cabeça no mundo da inteligência artificial, agora tem um lugar feito pela própria OpenAI pra aprender desde o começo, sem pagar e com conteúdo acessível em português. É uma ótima chance de dominar essa tecnologia que já faz parte da rotina de tanta gente. É só acessar o OpenAI Academy. Me segue no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!


Conexão Digital 1287 - Grok é usado para criar imagens de nudez sem consentimento

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Por Marcelo Braga Sander, para o blog Mercado Web Minas e as rádios 93FM, Costa do Sol, Web Novidade e Rádio Câmara 7L

Olha só o rolo que o Grok, a IA do X do Elon Musk, arrumou recentemente. Usuários estavam usando a ferramenta pra editar fotos de mulheres e até de menores de idade sem consentimento nenhum, tirando roupa, colocando em biquíni fio dental ou situações super sexualizadas. 

Teve caso de meninas entre 12 e 16 anos em imagens bem inadequadas, o que é crime pesado, tipo material de abuso infantil. As denúncias não eram aceitas porque, segundo a plataforma, não violava as regras do X, que proíbem pornografia com pessoas reais. 

Mas aí depois o Grok admitiu a falha, pediu desculpas e disse que está corrigindo o problema. Vale lembrar que deepfake sexual sem consentimento é ilegal. E isso não é a primeira vez: ano passado já rolou polêmica com imagens falsas de celebridades. 

Enfim, o X está sendo criticado por normalizar esse tipo de abuso com IA, principalmente contra mulheres e crianças. Depois da polêmica de dezembro, agora no início de janeiro, ao pedir pro Grok tirar a roupa da pessoa na foto, ele exibe a imagem de uma outra pessoa qualquer, bem genérica, criada totalmente por inteligência artificial, evitando assim usar o rosto da pessoa real. Menos mal. 

E você, acha que podemos esperar mais polêmicas como essa em 2026, ano eleitoral? Me conta no Instagram @marcelosander. Por uma internet melhor para todos, até o próximo artigo!